terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Opinião: «Mother's Day»

terça-feira, janeiro 31, 2017 2 Comments
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Mother's Day é uma comédia romântica protagonizada por Jennifer Aniston, Kate Hudson, Julia Roberts, Jason Sudeikis, entre outros...
À medida que o Dia da Mãe se aproxima é-nos mostrada uma série de histórias que envolvem a relação entre mães e filhos. Por um lado, Sandy, uma mulher divorciada que tem dois filhos e que vê a sua vida mudar quando o ex marido lhe diz que casou com Tina, uma rapariga bastante mais nova. Sandy acaba por ter de enfrentar os ciúmes que sente da relação de Tina com os seus dois filhos. Por outro lado, Miranda é uma escritora que desistiu da sua única filha, Kristin e que acaba por reencontrá-la quando esta está prestes a casar. E, por fim, é-nos apresentada Jesse, uma mulher que nunca vê a mãe e que, juntamente com a sua irmã, lhe esconde que é casada e tem um filho. Para sua surpresa, os pais aparecem lá em casa e descobrem que ela não só tem uma família como a sua irmã é lésbica.
Quando vi o elenco do filme disse a mim mesma "não posso perder!". E não perdi mesmo. Julia Roberts, Kate Hudson, Jennifer Aniston e Shay Mitchell são, sem dúvida, as atrizes que eu mais acompanho e de que mais gosto! Um elenco bom não podia desiludir, não é? Gostei bastante do filme mas, acima de tudo, das diferentes histórias de vida. Penso que o que mais se destaca aqui é que as Mães podem estar presentes de forma diferentes na vida de cada um de nós mas todas têm o mesmo papel: amar. E este filme mostra bem o que é, de facto, o amor de mãe e o quão poderoso ele pode ser. 
O único aspeto negativo que eu apontaria ao filme é mesmo o facto de não ser a comédia que esperava. Pessoalmente, não me puxou muito ao riso. Pelo menos, não tanto quanto eu estava à espera. No entanto, não deixa de ser um filme divertido e ao mesmo tempo emotivo. Um excelente serão para estes dias mais frios. :)


Alguém mais viu o filme? :)

domingo, 29 de janeiro de 2017

sábado, 28 de janeiro de 2017

Realizações de 2017 #1

sábado, janeiro 28, 2017 10 Comments
Quando soube que a minha universidade ia oferecer a possibilidade de acrescentarmos um Menor à nossa licenciatura, fiquei super contente.
A verdade é que quando me candidatei ainda fiquei indecisa entre Jornalismo e Estudos Artísticos, isto por serem duas vertentes que eu adoro e que sempre quis conciliar de alguma forma. O Menor deu-me essa possibilidade. 
A semana passada vi o meu Menor em Estudos Artísticos concluído e não podia estar mais feliz. Foram meses fantásticos a conciliar o Jornalismo com as Artes e saber que consegui concluir o meu Menor com as notas que idealizei foi, sem dúvida, de encher o coração. Esta foi a primeira realização deste novo ano. E não podia ter começado melhor! ;)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Perdoar é ser livre

sexta-feira, janeiro 27, 2017 8 Comments
Sempre me perguntei o que era o perdão. As respostas que todos me davam rondavam sempre o “perdoar não é esquecer”. Ok, se perdoar não é esquecer, o que é o perdão?
Para mim, perdoar é um ato de amor. Só quem ama é capaz de perdoar, afinal, não é fácil perdoarmos alguém que quebra promessas, nos trai e nos faz mal. A verdade é que poucas coisas na vida são fáceis. O dia a dia é uma luta constante e são maiores os fracassos do que os sucessos. Mas tudo fica melhor quando temos alguém a nosso lado que nos ajuda a suportar o peso do mundo e que demonstra querer a nossa felicidade acima de tudo o resto. E quando há uma ruptura fruto de uma traição por parte de outrem não há forma de esquecer a dor que essa traição nos causou. O nosso último ato de amor só pode ser o perdão. Um perdão que não significa esquecimento e que, muitas vezes, nos ajuda a seguir em frente sem qualquer mágoa ou rancor.
Perdoar não é nada mais nada menos do que um ato de coragem. Só os corajosos conseguem pôr a mágoa de lado e perdoar aqueles que rasgaram um bocadinho de si ao meio. Só os corajosos conseguem entender que dar o nosso perdão é a resposta mais adulta que podemos dar a alguém. E o melhor de tudo é que perdoar não implica ficar. Por vezes o melhor é deixarmos os ressentimentos de lado mas optarmos por ir embora para que não seja necessário usar o perdão mais uma vez. E mais uma. E outra. Infelizmente, existem sempre milhares de pessoas que abusam dos mais corajosos. Sim, aqueles que têm uma capacidade gigante de conseguir perdoar. Mas se perdoar não é esquecer, também não é continuar. Continuar a lidar com decepções, traições e faltas de respeito. Perdoar é exatamente o oposto. É limparmos o nosso coração da raiva que sentimos e seguirmos em frente sem qualquer sentimento mau dentro de nós, mesmo que isso implique deixarmos alguém para trás.

É. Não há um significado específico que possa descrever o ato de perdoar. Talvez porque seja um ato tão corajoso que não existam palavras para o descrever. Porque as coisas para as quais não existe uma definição concreta implicam sentimentos. E o perdão exige um misto de sentimentos. Perdoar é ser livre. É ser livre de voar para longe na certeza de que quando voltarmos há mais uma desilusão à espera. Afinal, a vida é feita delas.



Publicado em Repórter Sombra

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A minha Professora de Português

quinta-feira, janeiro 26, 2017 1 Comments
Enganam-se aqueles que não acreditam que um aluno pode ter uma excelente relação com um professor. Sou a prova viva de que é possível vermos num professor um amigo para a vida, alguém que vamos guardar sempre no coração.
Estou no terceiro ano da faculdade e, como tal, passei por aquela fase dolorosa de deixar o ensino secundário para trás e ir viver e estudar para uma cidade completamente desconhecida. Os primeiros meses foram terríveis. Chorava todos os dias com saudades de casa e das pessoas que fizeram parte da minha vida durante anos. Tive de começar tudo de novo. Novos colegas, novos amigos, novos professores… Tanta novidade assustou-me! E no meio de tanta coisa nova, senti falta da minha antiga escola. Senti falta de ser uma adolescente no ensino secundário. Mas acima de tudo, senti falta da relação que tinha com alguns professores. O problema de começarmos tudo do zero é a incerteza. Não sabemos se vamos ser bem aceites pelos outros e se vão gostar de nós. Os professores não sabem os nossos nomes porque somos imensos e começamos a sentir saudades daqueles que, não só sabiam os nossos nomes, como estavam sempre disponíveis para nós. Durante estes três anos, foram muitas as lágrimas que deixei cair. Muitas delas com saudades daquela que começou por ser a minha professora de francês e acabou sendo a minha professora de português. Aquela que me ouvia quando eu precisava e que sempre acreditou em mim, independentemente de tudo. Aquela que me chamava “minha menina” e me tratava como se eu fosse importante para ela. Porque no coração dela havia um lugar especial para “os seus meninos”. Os alunos que ela tanto adorava. A professora que me abraçou e me beijou quando percebeu que eu tinha conseguido entrar no curso que queria. A prova de que os professores não são “bichos papões” que só sabem pôr-nos de castigo. A prova de que os professores também sentem e conseguem fazer os alunos sentirem-se em casa. Sim, porque com a minha professora de português, eu sentia-me em casa. Sentia-me acompanhada e sentia-me capaz de tudo. E se hoje eu estou onde estou, em parte o devo a ela. Porque nos momentos de maior dor, foi a ela que fui buscar forças. À mulher incrível que nunca me deixou ir abaixo, que tinha sempre um sorriso amoroso para dar e um abraço apertado à minha espera quando eu precisava.
Durante meses, não vi a minha professora. Durante meses, senti a sua falta. Os professores novos deixavam-me cair na tristeza, afinal, não era a mesma coisa. Já não havia aquela preocupação e eu passei a viver na correria do “desenrasca-te e é se queres”. E chegava a casa e chorava horas e horas a fio porque sentia falta de uma professora que conseguisse ser exigente e doce ao mesmo tempo. Sentia falta de ser tratada como o ser humano que sou. Sentia falta de ser a Cátia e não só mais uma aluna no meio de centenas. Porque na minha aula de português, eu tinha um nome. Porque na minha aula de português, eu sentia-me feliz. E chegar a casa depois de um dia de aulas doloroso e lembrar-me disso, deixava-me triste. No ano passado, voltei a ver a minha querida professora de português e posso dizer que soube melhor do que qualquer diploma ou noite académica. Voltei a sentir que sou a Cátia. Voltei a rever aquela que é a minha inspiração para ser uma pessoa forte todos os dias. E as lágrimas não caíram na hora em que a abracei mas caíram quando cheguei a casa e percebi que há pessoas que nunca vão sair do nosso coração, por mais longe que estejamos.
No ensino secundário, foram muitos os professores que me marcaram e foram ainda mais as saudades que ficaram. Mas nada se compara à minha professora de português. Aquela de quem já todos os meus amigos em Coimbra ouviram falar. Aquela que, sem saber, todos os dias me dá força para lutar pelos meus sonhos e ser feliz. Porque um professor deve ser isso mesmo: alguém que, para além de te transmitir conhecimento, te motiva a seres alguém melhor todos os dias.
Publicado em Capazes.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Opinião: «Pete's Dragon»

terça-feira, janeiro 24, 2017 2 Comments
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Pete's Dragon é um filme de aventura e fantasia dirigido por David Lowery. Este filme é um remake do filme Pete's Dragon de 1977 e conta com um elenco com nomes como Oakes Fegley, Craig Hall, Oona Laurence, Karl Urban, entre outros...


Pete é um menino de dez anos que, após um acidente com os seus pais, fica órfão e perde-se na floresta. Este acaba por ser encontrado por um dragão que passa a ser a única família dele. Anos mais tarde, Pete é encontrado por uma guarda florestal, Grace, que decide ajudá-lo. Com a ajuda da sua família, Grace tenta encontrar pistas sobre o passado de Pete acabando por descobrir o seu amigo dragão na floresta.
Vi este filme duas vezes: uma no cinema e outra em casa e não me fartei. Achei a história bastante emocionante principalmente pela mensagem que transmite do que é a relação entre um humano e um animal. O resultado é sempre o mais puro possível. E, para além disto, ainda há o fator magia. Penso que uma das coisas que o filme nos tenta dizer é que devemos sempre acreditar na magia e ver para além daquilo que os nossos olhos veem. Tenho seguido essa máxima sempre na minha vida. Há quem defenda o chamado "ver para crer", eu sou o oposto. Acho que há coisas que não precisam ser vistas para serem reais e existirem. E essas são as coisas verdadeiramente mágicas. E acreditem que a vida é muito mais bonita com um bocadinho de magia à mistura.
Portanto, se gostam deste tipo de filmes de fantasia vejam porque tenho a certeza que vai valer a pena. Um excelente serão para quem precisa mesmo de relaxar depois de um dia cansativo (ou de estudo intensivo, como é o meu caso).


Quantos daí já viram o filme? :)




domingo, 22 de janeiro de 2017

sábado, 21 de janeiro de 2017

Sérgio Lucas: «Desde cedo que tive a vontade e a disponibilidade para as artes performativas e musicais.»

sábado, janeiro 21, 2017 1 Comments
Começou no Coro da Igreja e nunca mais parou. Sérgio Lucas é um assumido apaixonado pelo mundo da música e das artes em geral.
Em 1987 venceu o Festival da Canção Infantil de S.Pedro do Sul, a primeira de muitas vitórias que estavam por vir. Continuou o seu caminho unindo a música e o teatro na sua vida, mas é em 1996 que se estreia pela primeira vez nos ecrãs televisivos com a série “Camaleão Virtual Rock”.
Com a banda The Wish ganha diversos concursos a nível nacional e, em 2004, vence o programa Ídolos, na SIC, vitória que lhe viria a abrir muitas portas. A partir de então participa em diversos espetáculos musicais para a SIC e, em 2006, participa na final do Festival da Canção Juvenil, na RTP. Desde então tem participado em diversos musicais e aliado a música ao mundo do teatro.

Nesta entrevista, Sérgio fala-nos do seu percurso artístico e da sua paixão pelo mundo da música.



O Sérgio tornou-se conhecido do público português quando participou no Ídolos. O que o fez concorrer ao programa?
Foi um acaso. Um amigo meu inscreveu-me e só soube quando a produção do programa me contactou.

Sempre quis ser músico?
Desde muito novo que participo em atividades musicais. Desde que me lembro de mim que gosto de cantar e andava sempre a cantarolar por onde andava.

O que, provavelmente, poucos sabem é que o Sérgio já tinha estado ligado à música. Ainda se lembra do que sentiu ao vencer o Festival da Canção Infantil de São Pedro do Sul?
Já fazia parte do coro da Igreja e como os meus vizinhos estavam ligados à música e lideravam o grupo “Alafum” , também me levaram para o meio. Fui cantar um tema intitulado “Somos crianças”, acompanhado pelos filhos do prof. José Fernando ao piano e coros. Saímos vencedores e o 1º prémio foi sem dúvida uma surpresa para mim!

Para além da música, o Sérgio também esteve ligado ao teatro. Os palcos sempre o fascinaram?
Sempre. Desde cedo que tive a vontade e a disponibilidade para as artes performativas e musicais. Fui sempre fazendo parte de grupos de teatro na escola e festivais da canção a nível escolar que tive também a fortuna de ganhar por 3 anos seguidos.

Com os The Wish ganhou diversos concursos a nível nacional. Considera que, de certa forma, essa experiência o foi preparando para, mais tarde, participar num programa de televisão?
Antes de The Wish , existiram os “ Sekmet” que no nosso distrito, a nível de bandas de rock adolescente, fomos os pioneiros em vários sentidos, Festivais, concursos e até o lançamento em cd a nível nacional. Os “The wish”, foram sem dúvida um projeto muito importante e por este projeto é que fui parar ao “Ídolos” para fazer promoção à banda mas, infelizmente, durante este processo a banda acabou…


Quando decide, então, arriscar-se no programa da SIC acaba por conquistar o primeiro lugar. Esta vitória abriu-lhe muitas portas a nível profissional?
Sim, claro! Mas o caminho feito até hoje e todas as glórias nele impressos, foram devido a muito trabalho e sacrifícios. Ninguém dá nada a ninguém no mundo do espetáculo, tens de fazer o teu caminho e ter muita força de vontade para ouvir muitos nãos e enfrentar muitas adversidades!

Quando olha para trás, o que guarda dessa experiência?
Uma enorme escola e um vislumbrar do que é o meio profissional. Fiz muitos amigos, alguns dos quais ainda mantenho e acima de tudo foi a rampa de lançamento para o trabalho a solo que desenvolvi até hoje. Três discos de originais no mercado, solista e protagonista de alguns das maiores peças de teatro musical de todos os tempos e o partilhar os palcos com alguns dos meus ídolos!

Depois do programa participou em diversos musicais. Na sua opinião, qual é o aspeto mais positivo de unir o teatro e a música num mesmo espetáculo?
É uma forma de arte maior. As 3 disciplinas em simultâneo num só espetáculo é a melhor forma de por à prova o que valemos como artistas e eu sempre fui um apaixonado pelo teatro musical Broadway e West End.

E o gosto pela poesia é transportado para a música ou foi a música que lhe trouxe esse gosto?
Não. Eu sempre gostei de ler e a poesia sempre fui a minha eleição, daí ser letrista de vários projetos musicais e ter escrito um livro já editado, que se intitula “Camaleão”, alcunha esta que adquiri no meio do espetáculo pela diversidade de estilos musicais e papeis que me propus a trabalhar.

Para terminar, onde é que podemos encontrar o Sérgio e quais os projetos futuros que tem em mente?
Podem-me encontrar no meu facebook, pelos palcos deste país, youtube e em breve editarei um novo trabalho em disco. Tudo isto devo-o a todos os que me seguiram até hoje e que me deram coragem para não desistir. Obrigado a todos e é por todos vós que continuo a tentar!




Terminada esta entrevista resta-me agradecer ao Sérgio por toda a sua disponibilidade e atenção.



sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Opinião: «Inferno»

sexta-feira, janeiro 20, 2017 6 Comments
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Inferno é um suspense baseado no romance de Dan Brown. O filme é a sequência de Anjos e Demónios e tem como protagonista o ator Tom Hanks.

O filme mostra-nos Robert Langdon (Tom Hanks), um homem que acorda num quarto de hospital em Florença sem qualquer tipo de memórias. Ainda no hospital percebe que está a ser procurado pela polícia e com a ajuda da Dr. Sienna Brooks decide procurar as suas memórias e descobrir o que, realmente, se passa para haver pessoas a querer matá-lo. 
Acho que já vos disse em posts anteriores que sou fã do Tom Hanks. E este filme é só mais uma prova do ator brilhante que ele é. A personagem está muito bem conseguida e o mistério à volta do filme também.
Não é dos melhores filmes que já vi. No entanto, gostei bastante do suspense criado à volta da história e acho que foi isso que mais me prendeu a ele. O início não chama propriamente à atenção mas consoante a história se vai desenrolando vai puxando o nosso interesse em desvendar todos aqueles mistérios.

Já viram o filme?
O que acharam?

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

No final do dia, ela vai escolher-te sempre a ti

quinta-feira, janeiro 19, 2017 0 Comments
Primeiro, ela vai perguntar-se se vale realmente a pena. Vai querer desistir, vai chorar todas as noites por acreditar que nunca vai dar certo e meter na cabeça que algo melhor está para vir. Mas, no final de contas, ela vai escolher-te sempre a ti.
Tens mais defeitos que qualidades. Sabes que toda a gente vê o pior de ti e se esquece das tuas qualidades ao ponto de nem tu veres o teu lado bom. Esqueces-te que no meio da multidão existe alguém que te olha como se mais ninguém existisse. Alguém que consegue ver qualidades nos teus defeitos e um lado bom em todas as tuas ações. Alguém que tu não consegues ver por estares demasiado distraído. Sim, é ela. Aquela que todos os dias se esforça para que olhes para ela. Aquela que quer impressionar-te a todo o custo porque te acha a pessoa mais interessante do mundo. Aquela que se imagina a fazer as coisas mais incríveis por ti. Aquela que te escolhe todos os dias.
Ela vale a pena. Ela adormece contigo na cabeça e acorda com lágrimas nos olhos por achar que os sonhos que tem contigo nunca se vão tornar reais. Chora agarrada à almofada porque não quer mostrar às amigas que é fraca e tem o coração partido. Defende-te mesmo quando não tens razão. Cerra os dentes para não mostrar que está com ciúmes e pensa no quão fantástico seria abraçar-te nas noites em que o frio sobressai. Ela luta por ti todos os dias mesmo não lutando. Sorri para ti todos os dias mesmo não sorrindo. Ama-te incondicionalmente mesmo não querendo amar-te. Ela faz aquilo que jurou nunca mais fazer: pôr alguém antes de si mesma. As tuas necessidades estão acima das dela. Os teus problemas são mais importantes. Tudo o que te envolve fá-la esquecer-se um bocadinho de si mesma, às vezes. E isso irrita-a. Irrita-a o efeito que tens nela. Irrita-a a forma como a fazes sentir-se trémula só com um olhar. Irrita-a que tu sejas tu e que mais ninguém seja igual a ti.
O mais incrível disto tudo é que tu não sabes. Tu não vês. E ela não tem a coragem suficiente para to dizer. Porque por mais corajosa que ela seja, o amor que nutre por ti deixa-a fraca. As pernas tremem, o coração para e a voz falha. E tu não percebes. Não percebes que és tu o motivo do sorriso dela. Não percebes que és quem a motiva a levantar-se todos os dias. Não percebes que és tu quem ela escolhe acima de tudo e todos. Tu e só tu. Tu e sempre tu.

Texto publicado em Já Foste


domingo, 8 de janeiro de 2017

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A geração dos Millennials

sexta-feira, janeiro 06, 2017 2 Comments
Já todos, em algum momento da nossa vida, ouvimos falar desta geração – os Millennials. O que nem toda a gente sabe é que estes jovens viram a sua vida alterada e muitas das suas oportunidades reduzidas por causa da crise. A questão que se coloca é “será que eles vão conseguir recuperar o que perderam?”
Um dia li em algum lado que “os millennials são mais pobres que os seus pais quando tinham a mesma idade”. A verdade é que as pessoas com menos de 30 anos estão a ganhar cada vez menos quando comparadas com o resto da população. Há três décadas os jovens ganhavam muito mais dinheiro e, por isso, muitos dos atuais jovens afirmam que as suas perspetivas futuras não são tão positivas quanto gostariam que fossem. Isto porque quando conseguem trabalhos estáveis, os seus rendimentos servem para manter o seu estilo de vida quando o que estes mais querem é melhorá-lo.
Para amenizar esta crise financeira e recuperar aquilo que perderam, os Millennials querem que as marcas apresentem promoções. Com o poder de compra a diminuir, estes jovens vêem o entretenimento ser cortado do seu orçamento e é por esse motivo que eles querem que as marcas os ajudem a enfrentar esse desafio: para não terem de abrir mão daquilo que realmente gostam de fazer.
Resumindo, e em modo de conclusão, se há coisa que a crise deixou bem clara foi que os empregos são raros. Esta crise afetou todos e os Millennials não foram excepção. Mas se há caraterística que esta geração tem é inovação e, nesse aspeto, tenho a certeza que vão recuperar o que perderam. Pode não ser hoje, nem amanhã mas com o tempo talvez estes jovens consigam voltar a ser o que eram antes.



quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Desafios, perguntas e cenas variadas

quinta-feira, janeiro 05, 2017 1 Comments


Olá, pessoal! Finalmente, e passado meses, consegui arranjar tempo para fazer um novo vídeo para o canal! Neste vídeo, reuni um grupo de amigos e cada um teve que responder à questão ou fazer o desafio que lhe calhou. Um jogo divertido e simples que podem fazer em casa com os vossos amigos ou familiares. Como é o primeiro vídeo do ano, prometo que daqui para a frente trago muitas novidades e surpresas :p 


Se ainda não se inscreveram no canal, peço-vos que o façam para acompanhar as novidades!
Boa quarta feira! ;)




segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Opinião: «The Girl on Train»

segunda-feira, janeiro 02, 2017 5 Comments


The Girl on Train ou A Rapariga no Comboio é um drama de 2016, de Tate Taylor, que conta com a participação de atores como Emily Blunt, Haley Bennett, Rebecca Ferguson e Luke Evans.


Este filme conta-nos a história de Rachel (Emily Blunt) que após um divórcio traumatizante desiste de si, entregando-se ao alcoolismo e à depressão.
Após perder o emprego, Rachel finge continuar a ir trabalhar e apanha sempre o mesmo comboio à mesma hora. Durante essas viagens, ela vai reparando na rotina diária de várias pessoas dentro das suas casas. Entre elas, está um casal com uma vida aparentemente perfeita que Rachel inveja por ter perdido o seu marido. Assim sendo, Rachel acaba por criar uma ligação à distância com este casal já que todos os dias os observa de dentro da carruagem. Mas tudo se altera quando, numa dessas viagens, Rachel se apercebe de algo perturbador naquela casa: a mulher estava a trair o marido na sua varanda. Horas mais tarde, Rachel descobre que essa mulher está desaparecida e a ser procurada pelas autoridade. Rachel acaba por ser suspeita do desaparecimento desta jovem e enfrenta o dilema de não só provar à polícia que é inocente como a ela mesma, já que ela não se lembra de nada do que aconteceu na noite em que a jovem desapareceu.

Já há algum tempo que estava ansiosa por este filme. Vi-o uma vez no cinema e uma segunda vez esta semana e adoro. Sendo sincera, não cheguei a ler o livro mas ainda ambiciono fazê-lo. A maior parte das críticas que tenho lido não são muito positivas e acredito que seja porque o livro está tão bom que o filme deixa a desejar. Como não tenho esse termo de comparação, confesso que gostei bastante do filme e aguçou ainda mais a minha vontade de ler o livro. Há imensos momentos de suspense em que nós ficamos completamente na dúvida sobre quem será, de facto, a causa do desaparecimento da jovem. E esse suspense faz-nos querer encontrar detalhes nos mais pequenos gestos. Confesso que a certa altura me voltei a sentir um bocado detetive como sentia quando era criança e queria investigar tudo e todos.
Agora, sendo o filme bom ou mau, uma coisa é certa: a Emily Blunt fez um papelão e mostrou a brilhante atriz que é! Penso que se não fosse ela, eu própria talvez não me tivesse interessado pelo filme, mas a sua personagem está genial! Um trabalho fabuloso da parte dela, sem dúvida.
Posto isto, acho que quem leu o livro talvez se desiluda um pouco com o filme porque o grau de exigência da nossa parte é sempre maior depois de lermos um bom livro. Mas quem não o leu, certamente ficará com vontade de ler. Eu sou um desses casos.


Já viram o filme, internautas?
O que acharam?






domingo, 1 de janeiro de 2017

Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)