sábado, 30 de abril de 2016

Adriano Diouf: «Desde pequenino que a música se manifestava em mim.»

sábado, abril 30, 2016 6 Comments
Os “The Guest” são um grupo vocal português composto por quatro cantores, apaixonados pelo pop clássico e world music. Pedro Rodrigues, Adriano Diouf, Hugo Baptista e Rúben Pires são os elementos desta banda que prometem dar muito ao mundo da música.


O último dos quatro elementos a dar-nos esta entrevista foi o Adriano Diouf. O músico que afirma sempre ter sonhado “fazer uma carreira no mundo da música como cantor”, vem falar-nos do seu gosto por este mundo, da sua experiência nos The Guest e dos seus projetos futuros enquanto membro da banda portuguesa.


Como é que surgiu o teu gosto pelo mundo da música?
Desde pequenino que a música se manifestava em mim. Não tenho assim uma ideia da idade ao certo, mas tenho memórias minhas a cantar músicas nos transportes públicos quando estava a caminho da escola, sozinho e/ou acompanhado pelos meus pais. Também, dizem-me os meus familiares, utilizava todos os momentos para cantar ou dançar em frente as pessoas, era bastante extrovertido.

Quando decidiste enveredar por este caminho puseste a hipótese de fazer parte de uma banda ou foi algo que aconteceu por acaso?
Sempre sonhei em fazer uma carreira no mundo da música como cantor. Quando surgiu esta hipótese lembrei-me de ídolos que admiro no mundo da música, que começaram em bandas e que hoje se tornaram o que se tornaram graças a um bom começo.

Como descreverias os “The Guest”?
Os The Guest são um quarteto de vozes masculinas que cantam em cinco idiomas, juntam harmonicamente vozes com amor pela música. Num género world music e numa sonoridade orquestrada que tencionam chegar aos quatros do mundo sem barreiras, tocando o coração dos apreciadores de boa música.

Como é que surgiu a oportunidade de fazeres parte desta banda portuguesa?
De certo modo acho que a oportunidade nasceu, nós já nos conhecíamos. Mesmo sendo de estilos um pouco diferentes, uma coisa ainda mais forte que amizade nos unia: o gosto pela música. Desse modo, decidimos fazer algumas experiências. Surgiram algumas ideias e foi a partir de as apresentarmos à POMOCREAT que os esboços se tornaram em realidade, eles (Paulo Julião e o André Ferreira) dirigiram-se às pessoas que poderiam fazer parte deste projeto e estruturá-lo da melhor maneira e então nasceu este quarteto -os The Guest.

O que achas que ela traz de novo ao mundo da música?
O facto de estarmos a cantar em vários idiomas, os temas que estamos a abordar nas nossas músicas e a sua orquestração, são fatores muito positivos que podem trazer algo de novo ao mundo da música, e cada um de nós tem algo de bom e único.

Consideras que uma banda de amantes de pop clássico faz falta em Portugal?
Há pessoas que apreciam o Pop Clássico em Portugal. Acredito que haver um quarteto que aborde este género musical poderá deixar os apreciadores do mesmo contentes e os que desconheciam poderão passar a disfrutar também.
Para além da vossa banda previligiar o pop clássico, também dá voz ao fado. A nível individual, o que é que tu pretendes trazer de novo para a banda sendo um dos quatro elementos?
O fado é uma das maiores riquezas de Portugal. É um privilégio abordar um género musical como este. Ao longo desta jornada de trabalho como elemento dos The Guest, eu tenho vindo a descobrir muitas coisas que me têm enriquecido como pessoa e artista. Confesso que este género musical também é algo de novo para mim, mas como elemento do grupo estou de corpo, alma, criatividade e dedicação em tudo o que faço ou possa fazer.

Se tivesses de eleger um tema vosso que tenha um significado especial para ti, qual escolherias?
Para além de todas as músicas serem únicas e especiais, o tema que tem um significado especial para mim é O Mundo. Talvez por ter sido o primeiro tema a ser gravado. Foi o que me fez conhecer a magia deste género musical e a sensação de sentir que posso tocar no coração das pessoas em diferentes idiomas.

No vosso trabalho podemos ouvir 5 idiomas diferentes. Na tua opinião, qual a importância desta diversidade de línguas nos vossos temas?
A diversidade de línguas é uma maneira de não haver barreiras ou limites para a compreensão das músicas que interpretamos e abranger o maior número de pessoas.

Já há quem vos classifique como os “Il Divo portugueses”. Como te sentes ao veres este tipo de reações por parte do público que vos ouve?
Compararem-nos com os IlDivo é algo bom. Desejo que possamos atingir uma carreira internacional como a deles. Mas em termos de comparação os nossos registos vocais são diferentes, abordamos os temas de maneiras diferentes mas tomarei sempre esta comparação como um grande elogio.

Para finalizar, o que é que podemos esperar dos “The Guest” daqui para a frente?
Sem dúvida algo inovador, que toque coração dos ouvintes dentro e fora de Portugal, utilizando a maneira que melhor sabemos expressar: a música.



Terminada esta entrevista resta-me agradecer ao Adriano pela sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Mudanças

quarta-feira, abril 27, 2016 11 Comments
Olá Internautas! Passei para vos trazer uma novidade. O blog vai mudar de nome! 
É verdade. Como pretendo organizar novas atividades aqui e como tenho ideias que tenciono pôr em prática brevemente, decidi que o nome do blog já não se adapta aos meus conteúdos ou àquilo que pretendo fazer daqui para a frente. Desta forma, decidi chamar ao blog Blue Diamond. O motivo é simples: "blue" é a minha cor favorita e adoro usá-la em tudo o que é sítio (incluindo nomes ahah) e "diamond"porque, para mim, o blog significa partilhar histórias de vida, experiências e vivências de outras pessoas. Cada história é como se fosse um diamante porque são coisas íntimas, que não contamos a mais ninguém mas que não hesitamos em partilhar no blog por ser o nosso cantinho e uma coisa completamente nossa. Assim sendo, decidi aliar estas duas palavras para formar o novo nome do blog. 
Durante esta semana vou tentar fazer as alterações do nome não só no blog como na página e nas restantes redes sociais e, posteriormente, irei postar aquele vídeo que vos ando a prometer há meses das respostas às vossas questões! (Já está gravado, yey!)
Até breve!


Gostaram do novo nome do blog, internautas?

terça-feira, 26 de abril de 2016

«E se fosse consigo?»

terça-feira, abril 26, 2016 25 Comments

"E se fosse consigo?" é o nome da nova aposta da SIC para as noites de segunda-feira. 
Conceição Lino é a apresentadora que dá voz ao programa que pretende alertar-nos para os problemas da sociedade para os quais tantas vezes fechamos os olhos. 
O primeiro programa retratou o tema do racismo. Foram contratados três atores para representarem uma cena num café em que a filha ia apresentar ao pai o namorado de cor escura. O pai tem uma atitude completamente racista dizendo que ela não pode namorar com um rapaz de cor por não ser do mesmo "nível" que ela. Esta cena acarretou várias consequências para as pessoas que estavam a assistir a este suposto problema de família. Muitas mantiveram-se caladas e, apesar de não concordarem com esta atitude, não disseram nada. Outras não conseguiram controlar e mostraram-se completamente contra esta atitude do pai alegando que ele estava a ser racista.
Por sua vez, ontem, o segundo programa, abordou o tema da obesidade. Uma filha vai com a mãe a uma sessão grátis de exercício físico na praia e é humilhada pela mãe quando esta alega que ela não pode participar por ser gorda. Diz que se ia expor ao ridículo quando estivesse na praia em biquini a fazer exercício porque é demasiado gorda. Várias pessoas dizem à mãe que isso não é forma de falar com a filha e que ela tem todo o direito de fazer o que a faz feliz porque o seu tamanho não importo. Outras pessoas, mais uma vez, limitam-se a ouvir e a não se meter na conversa.
O próximo programa será sobre bullying e confesso que estou bastante ansiosa. Acho a ideia deste programa televisivo fantástica! Numa altura em que a televisão portuguesa está cheia de programas sem nexo nenhum em que assistimos a pessoas fechadas numa casa a ter comportamentos ridículos e a ganhar dinheiro fácil, este tipo de programas são extremamente importantes para "limpar" o panorama da televisão portuguesa porque tem um propósito. E esse propósito é mudar mentalidades, mostrar o quanto as pessoas sofrem por serem consideradas inferiores por motivos absurdos. Afinal, cada um é como é e não deve ser julgado só porque é diferente de nós. Todos somos diferentes e é isso que nos torna especiais.
Por isso, bato palmas à SIC e dou os parabéns à Conceição Lino por, mais uma vez, mostrar que é uma mulher brilhante!

Já viram o novo programa da SIC?
O que acham deste novo formato?

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Teatro regressa à RTP2 em setembro

segunda-feira, abril 25, 2016 9 Comments
Olá Internautas! Espero que estejam bem ou, pelo menos, melhor que eu. Cheguei há pouco do hospital porque estou com uma daquelas gripes complicadas em que a febre teima em não desaparecer. Estou há dias doente, daí não ter postado muito ultimamente. Mas já estou devidamente medicada e, se tudo correr bem, no final da semana já estou cheia de energia outra vez! Bom, mas vamos ao post de hoje...
Como sabem, sou uma apaixonada por teatro e fiquei super feliz quando vi esta notícia. 
Ao que parece a RTP2 vai transmitir peças de teatro a partir de setembro. A produção conta com seis peças a cargo de jovens companhias, Fiquei super contente com a ideia porque se há coisa que faz falta na televisão portuguesa é isto. Teatro, no verdadeiro sentido da palavra. E sabe tão bem saber que há quem lhe dê valor! Porque já está na altura de valorizarmos um bocadinho mais a nossa cultura e sinto isto como um começo. Para além disso, o facto de esta oportunidade ser dada aos jovens é ainda melhor. É tão motivante e encorajador. É cada vez mais importante encorajar os jovens a não desistirem do teatro e estas oportunidades são essenciais para os motivar e incentivar.
Teatro é uma arte e, como todas as artes, merece ser mais divulgado e valorizado.

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domingo, 24 de abril de 2016

sábado, 23 de abril de 2016

Pedro Rodrigues: «Acredito que viemos dar uma lufada de ar fresco aos ouvidos dos portugueses.»

sábado, abril 23, 2016 2 Comments
Os “The Guest” são um grupo vocal português composto por quatro cantores, apaixonados pelo pop clássico e world music. Pedro Rodrigues, Adriano Diouf, Hugo Baptista e Rúben Pires são os elementos desta banda que prometem dar muito ao mundo da música.

O terceiro dos quatro elementos a dar-nos esta entrevista foi o Pedro Rodrigues. O jovem que afirma que o seu gosto pela música “já vem desde criança”, fala-nos, nesta entrevista, de como enveredou pelo caminho da música e dos seus planos para o futuro enquanto membro desta banda portuguesa.


Como é que surgiu o teu gosto pelo mundo da música?
O meu gosto pela música já vem desde criança. Os meus pais sempre me deram a conhecer uma grande diversidade de estilos musicais e, talvez por isso, tenha hoje em dia um gosto musical bastante abrangente que passa por música brasileira, rock, fado, ópera, pop, rap, etc.
Quando decidiste enveredar por este caminho puseste a hipótese de fazer parte de uma banda ou foi algo que aconteceu por acaso?
A minha formação é como ator e felizmente tive a oportunidade de alargar a minha experiência nessa área. Só comecei a enveredar mais pelo canto e pela música quando comecei a fazer Teatro Musical. Fazer parte de uma banda não foi algo que eu tivesse definido como objetivo logo à partida, acabou por acontecer por acaso e estou muito feliz que assim o seja porque torna tudo muito mais genuíno e verdadeiro.
Como descreverias os "The Guest"?
Sou um bocadinho suspeito, mas diria que os The Guest são uma banda de pop clássico/worldmusic com muito bom gosto e aconselho vivamente a toda a gente.
Como é que surgiu a oportunidade de fazeres parte desta banda portuguesa?
O processo de construção dos The Guest foi muito engraçado e peculiar, até porque também a banda foi formada um bocado por acaso. Começou comigo e com o meu colega, Hugo Baptista, com a decisão de criar um projeto de música ao qual demos o nome "The Guest". Na altura, o objetivo era ser um projeto pop, e acabamos por convidar o Adriano Diouf e o Rúben Pires a juntarem-se a nós. E foi nesta sequência que acabamos por fazer uma proposta ao Paulo Julião e à produtora Pomocreat. Modificaram-se algumas coisas, tornamos o projeto mais clássico e orquestral, e foi a junção dos The Guest à Pomocreat que fez da banda o que vocês conhecem hoje.
O que achas que ela traz de novo ao mundo da música?
Traz sobretudo inovação e união. Para além de serem vários os nossos temas originais, temos também várias versões de músicas já conhecidas do público pelo mundo inteiro, o que pode vir a ser muito interessante. Gosto muito do resultado final e de como as nossas quatro vozes soam em conjunto. Espero que a opinião geral seja também nesse sentido.
Consideras que uma banda de amantes de pop clássico faz falta em Portugal?
Não deixamos de preencher uma lacuna no meio da música em Portugal mas, mais do que isso, acredito que viemos dar uma lufada de ar fresco aos ouvidos dos portugueses, não só pelo género musical mas também pelos vários idiomas cantados.
Para além da vossa banda previligiar o pop clássico, também dá voz ao fado. A nível individual, o que é que tu pretendes trazer de novo para a banda sendo um dos quatro elementos?
Nunca me considerei fadista e dificilmente alguma vez o serei, mas sinto que tenho vindo a crescer bastante como intérprete e como cantor desde que começámos esta grande aventura de gravar o nosso primeiro álbum. Tento sempre trazer ao de cima toda a minha formação e experiência como ator para interpretar os temas da melhor forma. Seja de que maneira for, tento sempre dar o melhor de mim e espero estar à altura do desafio.
Se tivesses de eleger um tema vosso que tenha um significado especial para ti, qual escolherias?
Eu estou muito contente com o resultado de todos os temas do nosso primeiro álbum porque todos eles têm uma razão de ser, não há nenhum tema que esteja simplesmente a encher ou só porque sim. Ainda assim, o tema que significa mais para mim é o tema "I Can't Let Go". Adoro a música em todos os sentidos, mas escolho esta música principalmente por ser de um compositor que admiro já há muitos anos, o Marc Shaiman, que compôs o musical "Hairspray" e a série "Smash", como tantos outros projetos que me dizem muito.
No vosso trabalho podemos ouvir 5 idiomas diferentes. Na tua opinião, qual a importância desta diversidade de línguas nos vossos temas?
A opção de trabalhar temas multilingues foi algo que surgiu logo no início e a opinião foi unânime. Efetivamente, o que tem mais importância numa música é a mensagem que se quer passar e se esta é ou não recebida por quem a ouve, independentemente do idioma cantado. Cantando o mesmo tema em vários idiomas faz com que consigamos passar a mensagem das músicas a muito mais pessoas pelo mundo e isso é maravilhoso.
Já há quem vos classifique como os "Il Divo portugueses". Como te sentes ao veres este tipo de reações por parte do público que vos ouve?
Primeiro que tudo sinto-me lisonjeado por ser comparado a artistas de renome do panorama internacional com carreiras de sonho como eles têm, mas de facto o nosso objetivo nunca foi nem será em função de outros artistas nem queremos ser considerados uma cópia de algo que já existe. Estamos a tentar traçar o nosso caminho à nossa maneira e da forma que acreditamos que deverá ser tomado porque gostamos muito do que fazemos.
Para finalizar, o que é que podemos esperar dos "The Guest" daqui para a frente?
O nosso primeiro álbum está quase a sair, falta mesmo muito pouco portanto fiquem atentos à nossa página de Facebook (www.facebook.com/TheGuestMusic) porque vamos ter novidades muito em breve. Além disso, vamos fazer parte da gala solidária da APADP no dia 30 de Abril, no Fórum Lisboa, às 21h. Apareçam, estão todos convidados.


Terminada esta entrevista resta-me agradecer ao Pedro pela sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.



segunda-feira, 18 de abril de 2016

Opinião «The First Time»

segunda-feira, abril 18, 2016 19 Comments
The First Time é uma comédia romântica escrita e dirigida por Jon Kasdan e conta com a presença de Dylan O'brien e Britt Robertson no elenco principal.

Este é um dos meus filmes favoritos (e não é só porque o Dylan é o protagonista, juro). Simplesmente é raro eu gostar de filmes que abordem a temática da adolescência, normalmente são todos demasiado exagerados e abordam sempre as mesmas coisas e este não. Este é mais real do que propriamente exagerado. 
A história fala-nos do primeiro fim-de-semana de dois adolescentes inexperientes , Dave e Aubrey. Dave tem uma paixão platónica por Jane, a sua melhor amiga. Por sua vez, Aubrey namora com Ronny, um namorado que não a compreende nem se esforça por compreender. Numa sexta-feira à noite, após uma festa, a vida destes dois jovens cruza-se fazendo com que o fim-de-semana lhes traga bastantes descobertas.
Adorei o filme não só por mostrar realidades que, de facto, podem acontecer a qualquer um de nós mas também porque mostra que ser adolescente não é tão fácil e bonito como muitas vezes parece. Há coisas menos boas, há dúvidas, há problemas e às vezes é preciso saber dar a volta por cima.
Não podia deixar de referir o desempenho fantástico do Dylan. Confesso que só o conhecia de "Teen Wolf" e nunca o tinha visto noutros registos. Fiquei agradavelmente surpreendida. É bom vê-lo e perceber que ele não é só comédia. Também é capaz de representar papéis mais sérios na perfeição. Um ator que admiro imenso, sem dúvida!

Já viram o filme, internautas?
Deixem as vossas impressões.

domingo, 17 de abril de 2016

Música da Semana #36

domingo, abril 17, 2016 7 Comments

Ultimamente não tenho conseguido escapar àquela nostalgia de sentir falta daqueles anos que já não voltam e isso reflete-se imenso nas músicas que tenho ouvido.
When You're Gone, da Avril Lavigne, foi sem dúvida uma daquelas músicas que me marcou e que recordo sempre com imensa saudade pela imensidão de memórias que me traz. E é tão bom ouvir aquela música que te acompanhou nas melhores épocas da tua vida!

De que músicas sentem mais falta, leitores?

sábado, 16 de abril de 2016

Hugo Baptista: «Foi algo que sempre procurei e pelo qual trabalhei muito para conseguir.»

sábado, abril 16, 2016 7 Comments
Os “The Guest” são um grupo vocal português composto por quatro cantores, apaixonados pelo pop clássico e world music. Pedro Rodrigues, Adriano Diouf, Hugo Baptista e Rúben Pires são os elementos desta banda que prometem dar muito ao mundo da música.
O segundo dos quatro elementos a dar-nos esta entrevista foi o Hugo Baptista. O jovem, que afirma ter nascido a “gostar de música e a querer cantar”, fala-nos da sua experiência enquanto membro desta banda assim como do que espera do futuro daqui para a frente.

Como é que surgiu o teu gosto pelo mundo da música?
Bom, penso que já nasci a gostar de música e a querer cantar. Lembro-me de em criança, com cerca de três anos, saber as músicas todas do Bryan Adams decor e de cantar nos cafézinhos da aldeia onde vivia na altura.
Quando decidiste enveredar por este caminho puseste a hipótese de fazer parte de uma banda ou foi algo que aconteceu por acaso?
Eu sempre quis ter uma oportunidade, portanto não foi algo que aconteceu por acaso. Foi algo que sempre procurei e pelo qual trabalhei muito para conseguir.
Como descreverias os “The Guest”?
É uma banda com uma produção musical muito exigente, que mistura o pop clássico com elementos de fusão como o fado; um projecto multilingue, com compositores nacionais e internacionais. É composto por um quarteto de rapazes extremamente versáteis em termos técnicos e interpretativos, humildes, dedicados, companheiros, honestos e verdadeiros na mensagem a transmitir ao público.
Como é que surgiu a oportunidade de fazeres parte desta banda portuguesa?
Foi uma oportunidade "projetada". Em 2013, eu e o meu colega Pedro Rodrigues, decidimos criar um projeto com o intuito de compor temas originais. Estivemos durante algum tempo em processo de composição musical, criação, e chegámos a realizar alguns concertos. Decidimos então convidar o Adriano Diouf para fazer parte, assim como to Rúben Pires. Em 2014, e porque queríamos ser acompanhados por uma equipa que nos ajudasse a encontrar o melhor caminho, apresentámos o projeto ao Paulo Julião, atualmente nosso manager e representante da Pomocreat, e é a partir daí que a Pomocreat tem estado à frente do projeto,  tendo sido desenvolvido este novo conceito mais dinâmico e especial, muito mais clássico e de fusão. Até esse momento o projeto era absolutamente Pop.
O que achas que ela traz de novo ao mundo da música?
É uma banda com uma grande produção musical, levada a cabo pelo José Castanheira, Produtor e Director Musical dos The Guest, que mistura um ambiente clássico com elementos de fusão como o fado; um projeto multilingue, cantado em cinco idiomas com compositores nacionais e internacionais. Cada um dos cantores tem um background completamente diferente, desde gospel, rock, soul, pop, teatro musical, que imprime nos temas uma autenticidade e uma sonoridade completamente diferente.
Consideras que uma banda de amantes de pop clássico faz falta em Portugal?
Absolutamente! É um espaço que ainda não foi preenchido e queremos muito ocupar esse estatuto e ser reconhecidos no nosso país, mais especialmente ainda, depois de ter estado a ser emitido um Documentário nosso no Allegro HD na América Latina e no EuroChannel em toda a Europa. Desejamos poder oferecer tudo o que temos de melhor para o nosso Portugal.
Para além da vossa banda previligiar o pop clássico, também dá voz ao fado. A nível individual, o que é que tu pretendes trazer de novo para a banda sendo um dos quatro elementos?
O Fado, claro. É a impressão digital do povo português, é a melhor forma de exprimir a saudade e a tristeza mas também o amor e a felicidade. O Fado está presente na vida de cada um independentemente do background, por exemplo, eu tenho um background de RockPop e R&B, ao longo da minha vida passei por bandas e projetos musicais que vão desde o Metal Melódico ao Gospel e também estudei e fiz teatro musical. No entanto, esta pluralidade de ambiências possibilita criar uma identidade mais complexa, recheada de boas aprendizagens que posso transmitir e imprimir enquanto canto. Cada um de nós tem uma identidade muito marcada, nota-se quando escutamos as gravações em estúdio.
Se tivesses de eleger um tema vosso que tenha um significado especial para ti, qual escolherias?
É difícil escolher, especialmente porque provavelmente escolheria todos. Todos os temas foram gravados em momentos diferentes da minha vida e por esse motivo haverá sempre alguma canção que por um motivo ou por outro tem um significado especial. Mas vou eleger duas: “O Mundo”, porque foi o nosso início, o primeiro tema que gravámos e porque era a canção favorita do meu avô. E o “Tudo e Tao Pouco” porque, infelizmente perdi o meu avô e esta canção fala exatamente disso, da perda, do facto do amor ser tudo, mas ainda assim ser tão pouco quando quem amamos já partiu.
No vosso trabalho podemos ouvir 5 idiomas diferentes. Na tua opinião, qual a importância desta diversidade de línguas nos vossos temas?
A diversidade dos idiomas permite-nos chegar a mais pessoas, permite-nos quebrar barreiras culturais ou geográficas, permite-nos difundir a nossa mensagem e demonstrar que não existem limitações geográficas ou linguísticas que impeçam ou perturbem a beleza de um tema musical e da sua mensagem. Além disso, é muito bonito ouvir temas cantados em vários idiomas e perceber como, incrivelmente, tudo se funde de forma tão natural.
Já há quem vos classifique como os “Il Divo portugueses”. Como te sentes ao veres este tipo de reações por parte do público que vos ouve?
Sinto-me claramente honrado, é um enorme elogio quando alguém nos classifica dessa forma. Os Il Divo têm uma carreira internacional notável, de vários anos, que continua em ascensão. Encaro como sinal do enorme carinho demonstrado pelo público que nos ouve e é sinal de que reconhecem nos The Guest uma grande qualidade musical e artística.
Para finalizar, o que é que podemos esperar dos “The Guest” daqui para a frente?
Bom, estamos sempre a trabalhar para inovar, para melhorar, para encontrar novos métodos de trabalho. Tudo é um processo de crescimento e maturação e, neste momento, estamos numa fase muito especial, estamos prestes a lançar o nosso primeiro álbum intitulado “Maria”, já no próximo dia 29 de Abril, nos locais habituais, pelo que estamos em fase de promoção. Poderão acompanhar todas as novidades na nossa página de Facebook: “The Guest Music” ou mesmo no nosso site www.theguestmusic.com

Terminada esta entrevista resta-me agradecer ao Hugo pela sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Personalidade da Semana #18:

quinta-feira, abril 14, 2016 5 Comments
Esta semana elegi a Sia como personalidade da semana pelo simples facto de estar completamente viciada nas suas músicas ultimamente e por admirá-la imenso enquanto artista.


Acho que o talento desta mulher não tem mesmo medida. Tem uma voz incrível e uma postura perante a Arte ainda mais fantástica. A Arte nasceu para ser vivida e ela aproveita-a ao máximo sem se importar com o que os outros poderão ou não pensar e eu identifico-me bastante com esse modo de vida e com essa visão.


Penso que o facto de um cantor ou cantora ter uma boa voz e saber cantar não faz de si um artista. Para mim, um artista tem de ter tudo para ser completo: voz, atitude, passar uma mensagem e ser original. Há artistas e artistas. Há milhares de artistas iguais, que se baseiam nos mesmos princípios e nas mesmas ideias e depois há aqueles que se distinguem e é esses que eu guardo. Acho que alguém que marca a diferença vai sempre ficar na nossa memória, claro que para uns vai ficar na memória positivamente e para outros não mas é isso mesmo que faz um artista: provocar reações distintas. E é nisso que a Sia ganha imenso. Ela distingue-se de alguma forma e tem alguma coisa dentro dela que a torna uma artista completa e especial.


Qual a vossa opinião acerca da Sia?

terça-feira, 12 de abril de 2016

Partilha a tua história

terça-feira, abril 12, 2016 7 Comments
Olá internautas!
Bem, como sabem, o meu objetivo principal com o blog é mostrar coisas que merecem ser vistas. Isto para vos dizer que, desde que entrei para a blogosfera, tenho lido/visto/lidado com várias histórias de vida que me deixam mesmo sem palavras. Este facto fez com que eu, aliada ao meu ex professor de teatro, embarcasse num novo projeto, um projeto que permita dar voz a tantas pessoas que não têm coragem de se expressar. Queres saber como?
Basicamente só preciso que me contes a tua história. Aquela história que mais ninguém conhece, aquela história que sabes que pode mudar a vida de alguém, algo que te tenha marcado e que saibas que pode marcar a vida de alguém. Já passaste por uma fase tão má na tua vida que não sabias se ias aguentar? Já viveste algo tão fantástico sem estares à espera? A tua história pode trazer esperança a outras pessoas! Tudo o que tens de fazer é seguir os passos que vou deixar em baixo e contar-me aquele segredo que merece ser partilhado. As histórias serão anónimas (a não ser que queiram dar o vosso nome) e serei eu a contá-las na primeira pessoa para que toda a gente as possa ouvir. 
Caso precisem de mais informações basta enviarem uma mensagem para a minha página pessoal que terei todo o gosto em esclarecer-vos.
P.S: A atividade ainda não tem prazo para começar. No entanto, necessito de saber já emails dos interessados para me poder organizar! :)


Se quiseres participar só tens de:
- Seguir o blog;
- Deixar o teu like na página;
- Enviar-me um mail a dizer que queres participar (katia_barbosa21@hotmail.com)


Participa porque a tua história pode ajudar muita gente! 


segunda-feira, 11 de abril de 2016

Dicas para unhas mais fortes

segunda-feira, abril 11, 2016 15 Comments
Faço parte daquela percentagem de mulheres que adora ter unhas grandes e saudáveis. Mas a verdade é que, na maior parte das vezes, elas acabam por partir facilmente. Como é óbvio, não há nada que me irrite mais do que ter de começar a vê-las crescer de novo (vocês entendem-me, certo?)
Bem, para tentar contornar esta questão informei-me e decidi partilhar convosco os resultados das minhas pesquisas. 
A verdade é que tudo no nosso corpo funciona mediante a nossa alimentação. Para que tudo esteja certo e para que ele tenha tudo aquilo que necessita, precisamos dar-lhe os alimentos necessários para que funcione como queremos. Assim sendo, resolvi deixar-vos aqui os alimentos mais importantes na ajuda a que as nossas unhas fiquem mais fortes e saudáveis.

Erva Trigo em Pó
É altamente nutritiva e ajuda a manter as hormonas equilibradas, o que ajuda as unhas a manterem-se saudáveis. Para além disso também ajuda na nutrição capilar.


Ovos
Principalmente as claras! São fontes ótimas de nutrientes possuem uma proteína que é super eficaz para a saúde das unhas.


Salmão
É muito eficaz para manter as nossas unhas fortes e saudáveis porque possui capacidades anti-inflamatórias.


Vegetais de Folha Verde Escura
Qualquer tipo de vegetal de folha verde escura é uma ajuda importante para a saúde das nossas unhas, uma vez que contêm vitamina A, C, E, K e B, o que faz deles dos alimentos mais nutritivos.

Confesso que desde que comecei a levar em atenção estas dicas, noto uma diferença bem maior no que diz respeito à saúde das minhas unhas, Estão muito mais fortes e saudáveis! Sigam as dicas e depois digam-me se sofreram resultados, internautas!

Que dicas gostariam que desse em próximos posts?
Aproveito para vos agradecer fiéis leitores porque, graças a vocês, o blog ultrapassou a marca das 50 mil visualizações! Vocês são os maiores!




sexta-feira, 8 de abril de 2016

Rúben Pires: «Tentamos sempre ultrapassar as barreiras que separaram as pessoas e levar até elas uma mensagem através da nossa música.»

sexta-feira, abril 08, 2016 25 Comments
Os “The Guest” são um grupo vocal português composto por quatro cantores, apaixonados pelo pop clássico e world music. Pedro Rodrigues, Adriano Diouf, Hugo Baptista e Rúben Pires são os elementos desta banda que prometem dar muito ao mundo da música.

O primeiro dos quatro elementos a dar-nos esta entrevista foi o Rúben Pires. O jovem natural de Lisboa, que foi o último a integrar o grupo, fala-nos do seu gosto por este mundo e das expectativas que tem acerca dos “The Guest”.



Como é que surgiu o teu gosto pelo mundo da música?
O meu gosto pelo mundo da música já vem comigo desde criança, sempre fui fascinado pelo mundo das artes. 

Quando decidiste enveredar por este caminho puseste a hipótese de fazer parte de uma banda ou foi algo que aconteceu por acaso?
Bem, sempre sonhei em puder trabalhar nesta área e sempre tive o "bichinho" de pertencer a um grupo.

Como descreverias os “The Guest”?
Para mim os “The Guest” são algo novo no panorama musical Nacional, tentamos sempre ultrapassar as barreiras que separaram as pessoas e levar até elas uma mensagem através da nossa música.

Como é que surgiu a oportunidade de fazeres parte desta banda portuesa?
Fui o último a integrar o grupo, o convite foi feito por 2 dos membros do grupo.

O que achas que ela traz de novo ao mundo da música?
Acima de tudo, é música feita com muita paixão!

Consideras que uma banda de amantes de pop clássico faz falta em Portugal?
Claro que sim. Há muito pouca oferta a nível nacional para os amantes deste género!

Para além da vossa banda privilegiar o pop clássico, também dá voz ao fado. A nível individual, o que é que tu pretendes trazer de novo para a banda sendo um dos quatro elementos?
Tento sempre trazer um pouco da minha experiência de vida, e de mim, através de cada uma das minha interpretações.

Se tivesses de eleger um tema vosso que tenha um significado especial para ti, qual escolherias?
Não consigo escolher apenas um tema. Todos eles tem um significado especial para mim, cada um à sua maneira.

No vosso trabalho podemos ouvir 5 idiomas diferentes. Na tua opinião, qual a importância desta diversidade de línguas nos vossos temas?
Como referi anteriormente, queremos quebrar as barreiras da comunicação e conseguir chegar a toda a gente através de uma linguagem universal, a Música.

Já há quem vos classifique como os “Il Divo portugueses”. Como te sentes ao veres este tipo de reações por parte do público que vos ouve?
Para mim, é um privilégio enorme o grupo ser comparado a artistas com tão boa qualidade musical e com carreiras tão sólidas no mundo da musica.

Para finalizar, o que é que podemos esperar dos “The Guest” daqui para a frente?
Vão haver muitas surpresas, e do que depender de nós, iremos sempre dar o nosso melhor para dar ao público boa música. 


Terminada esta entrevista, resta-me agradecer ao Rúben por toda a sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.


quinta-feira, 7 de abril de 2016

Personalidade da Semana #17: João Lagarto

quinta-feira, abril 07, 2016 4 Comments


João Lagarto é um ator e encenador português.

Como sabem, na semana passada tive a oportunidade de assistir à peça de teatro "Arte", motivo pelo qual hoje vos venho falar de João Lagarto.
Quando soube que a peça ia passar por Coimbra não pensei duas vezes e fui assistir, não só pela curiosidade mas porque João Lagarto sempre foi um dos meus atores portugueses de eleição.
Percebam ou não, é muito importante para aqueles que um dia desejam fazer Teatro terem alguém que os inspire e que os faça sentir que, mesmo com mil e uma dificuldades, vale a pena lutar por isto. 


Não é fácil interpretares mil e uma personagens, não é fácil dares tudo de ti em cima de um palco e, apesar de termos imensos atores excelentes, o João Lagarto fá-lo como mais ninguém faz. De uma forma única e eficaz, mais ninguém vive de forma tão "realista" cada personagem, nenhum outro ator me consegue transmitir tanta coisa. Dizem que na vida estamos sempre a aprender e, sem dúvida, que com pessoas assim aprendemos muito mais, com aqueles a que chamamos "mestres" pois conseguem inspirar-nos e fazer com que um dia queiramos ser como eles. Aliás, se um dia eu conseguisse ser metade do que este grande ator é, seria uma pessoa completa. 






terça-feira, 5 de abril de 2016

Descobrindo #1

terça-feira, abril 05, 2016 17 Comments


Como todos vocês já devem ter percebido sou uma apaixonada por Arte, no geral. Teatro, música, dança, pintura, tudo me conquista, sem excepções. Por este motivo nunca deixo passar em branco programas televisivos que mostrem talentos escondidos. Acho que são apostas fantásticas para ajudar pessoas que, tal como eu, querem ingressar neste "mundo" mas, por falta de motivação, apoios e muitas outras razões, não conseguem. 
Atualmente, ando a ver o programa Got Talent Portugal, na RTP1 e confesso que estou a adorar. Há tantos talentos em Portugal que nós desconhecemos, tanta gente com vocação para as mais diversas coisas e é tão bom poderem mostrar um bocadinho disso para que possamos ter uma noção do que nem sempre é aproveitado no nosso país! Mas confesso que houve uma atuação específica que me deixou completamente de rastos. Não consegui conter as lágrimas do início ao fim pela emoção que me transmitiu. Estou a falar do Ângelo Alves, um jovem que, na quarta gala em direto, nos apresentou esta fantástica coreografia. Não há espaço para ver erros ali (é claro que eles existem), a forma como ele dança deixou-me completamente presa. Porque ele coloca paixão, um amor tão forte que passa cá para fora de uma forma arrasadora. E, sendo eu uma amante deste tipo de coisas, não consegui conter as lágrimas ao ver alguém fazer uma coisa que ama de forma tão intensa e apaixonada. Marcou-me de uma forma intensa e assustadora. O que eu vi naquele palco foi simplesmente apaixonante e comovente. Se há jovens que merecem uma oportunidade são estes. Aqueles que se dedicam ao que amam como se a sua vida dependesse daquilo e, nesta atuação, eu senti isso. Senti que este rapaz era capaz de morrer por aquilo que estava a fazer, algo que hoje em dia é raro. Não há nada melhor que isso...

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Opinião «Louder Than Words»

segunda-feira, abril 04, 2016 9 Comments

Louder Than Words é um drama de 2013 dirigido por Anthony Fabian e com David Duchovny, Hope Davis e Adelaide Kane no elenco principal.

Estava há séculos à espera para ver este filme mas a verdade é que a maior parte das opiniões que lia/ouvia eram super negativas e decidi não arriscar. No entanto, algo me fez mudar de ideias: o facto de narrar uma história verídica. Não resisto a um filme que nos conte algo que aconteceu realmente e, normalmente, não me desiludo porque mesmo que o filme seja mau, interesso-me mais pela mensagem que ele transmite.
Louder Than Words conta-nos a história de um casal que, após a morte inesperada da sua filha mais nova, decide construir um hospital infantil onde todas as famílias são bem-vindas. Maria é a mais nova de quatro irmãos sendo que os restantes são trigémeos. Ela refere-se a si mesma como sendo a "cola" que une aquela família porque, tendo a família tantos problemas, ela mantém-na sempre unida e faz de tudo para que todos sejam felizes. Mas tudo isto muda quando, de repente, Maria morre. E digo de repente porque ninguém estava à espera. Num momento ela estava cá e noutro já não estava. Devido à mordida de um morcego negro, Maria contrai raiva e, dez dias após estar no hospital, os médicos acabam por desligar as máquinas por não haver qualquer sinal vital por parte da jovem. E é a partir daqui que o rumo desta família muda. Afinal, quando o pilar deixa de segurar é normal as coisas caírem, não é? A mãe de Maria sofre mas preocupa-se imenso com o bem-estar da família, dos trigémeos e tudo o resto. Mas, por outro lado, há uma quebra na relação dela com o marido já que ele sofre em silêncio. Só chora quando está sozinho, nunca vai visitar os trigémeos na universidade e ignora a dor da sua mulher em função da sua, ou seja, mergulha num estado de solidão e sofrimento absoluto pois perdeu a pessoa que mais amava no mundo e não sabia como lidar com isso. Mas, após uma discussão com a sua esposa, ele percebe que o pilar da família ainda é capaz de a segurar porque o facto de ela já não estar presente em vida não faz com que ela não esteja, de facto, ali a uni-los. Desta forma, e numa noite em que não conseguiu controlar as saudades da filha, foi ao seu quarto e decidiu ler o seu diário. Numa das páginas, Maria referiu que numa aula a professora pediu para cada aluno escrever os seus desejos e ela achou estranho não ter pedido nada para si; em contrapartida, pediu que todas as crianças do mundo fossem protegidas e pudessem viver uma vida longa e feliz. Esse era o seu sonho. 
Empenhado em realizar o sonho da sua filha, o seu pai consegue arranjar ali algo onde se agarrar, um pouco de esperança. Decide, desta forma, construir um hospital para ajudar crianças que, tal como Maria, estejam gravemente doentes e precisem de cuidados que um hospital dito "normal" não consiga fornecer por inúmeros motivos. A obra parecia inalcançável mas conseguiu. Este desejo de construir um hospital como forma de homenagear Maria fez com que a família voltasse a unir-se. Estavam de novo juntos, felizes e com mais esperança do que algum dia tiveram.O Hospital surgiu e, como é óbvio, o nome da jovem tinha de estar nele. O "Hospital de Crianças Maria Fareri", concluído em 2004, recebe milhares de crianças por ano e tem diferentes sessões de terapia com música, teatro e muitas atividades que trazem um pouco de alegria às crianças doentes. Os quartos estão equipados de forma a que os pais possam passar as noites ao lado dos seus filhos e as paredes do hospital são cheias de cor e alegria. 
Amei o filme. Amei o sentimento que causou em mim e amei ainda mais a força destes pais que, ao perderem a sua filha, não desistiram e lhe prestaram esta homenagem tão bonita! Esta história transmite mesmo uma lição de vida daquelas que até custam a acreditar. É fantástica a forma como uma família tão feliz pode ver-se numa situação destas e mover mundos e fundos para retirar o melhor de uma tragédia destas. Penso que, quando perdemos alguém, temos dificuldade em transformar isso em alguma coisa. Limitamo-nos a sofrer e seguir em frente sem fazer mais nada. Mas perder alguém e transformar isso numa coisa que pode vir a ajudar outras pessoas e a fazer alguém feliz é fantástico! A morte de Maria trouxe dor aos seus pais mas alegria a tantas outras crianças que viram nascer um hospital onde lhes seria possibilitado sonhar e ter esperança. E isso é, sem dúvida, uma lição para todos nós.

domingo, 3 de abril de 2016

Música da Semana #35

domingo, abril 03, 2016 6 Comments

The Reason, dos Hoobastank é uma das minhas músicas favoritas de sempre, razão pela qual a elegi como música desta semana.
Não sei qual a vossa opinião acerca dela mas, no que me diz respeito, é uma música genial! Sou completamente viciada. Transmite-me tanto sentimento e deixa-me sempre tão sensível quando a oiço. Acho que tem uma grande carga emocional implícita e passa uma mensagem bastante forte. Afinal, é isso que se quer numa música certo?

Gostam de Hoobastank, internautas? :)

sábado, 2 de abril de 2016

Diogo Máximo: «Apesar de alguns não acharem boa ideia, de outros tive muitos conselhos e incentivos para seguir.»

sábado, abril 02, 2016 10 Comments
Diogo Máximo –ou MCEEJAY-, é um jovem de 17 anos natural de Santarém que vê na música o seu futuro e a sua maior paixão.

Nesta entrevista, o Diogo fala-nos um pouco sobre si e sobre este seu talento.


Como é que surgiu o teu gosto pela música?
O gosto pela música surgiu quando assistia a noites de karaoke de amigos. Numa noite resolvi escolher a música e pegar no microfone e deixar-me levar.

Tens alguma referência que te tenha feito cultivar esse gosto?
Sim, tenho uma referência. Um irmão, um amigo, um conselheiro com o nome Jay Laroye. Uma pessoa muito humilde,sempre disposto a ajudar-me neste mundo da música. Admiro-o muito, sem dúvida!

O que é que ele te transmite?
Jay Laroye transmite-me irmandade, amizade, motivação e energia para “cultivar” as minhas ideias.

Quando é que decidiste que deverias começar a criar a tua imagem enquanto MC?
A minha decisão começou numa atuação que eu tinha feito e percebi “Eu gosto disto, eu quero é a música!” E logo aí pensei em criar a minha imagem e também uma página no facebook.

Tiveste apoio desde o início nessa tua decisão?
Sim. Apesar de alguns não acharem boa ideia, de outros tive muitos conselhos e incentivos para seguir. Agradeço a todas essas pessoas, desde familiares, amigos e conhecidos, por acreditarem em mim e no meu futuro.



O que é que esta experiência te tem trazido de melhor a nível pessoal e a nível artístico?
A nível pessoal  tem-me trazido novas amizades, conhecimentos ligados à música...E a nível artístico, várias atuações e também recentemente alguns convites para fazer a minha apresentação ao público como MC/Singer.

Porquê Mceejay?
Posso dizer que é “Um 3 em 1” Mceejay tem no mesmo nome 3 significados. “MC” por fazer atuações como Mc e cantor. “ee” deriva da palavra “Deejay” por acompanhar amigos Dj´s, e por fim, o “Jay” para homenagear uma das minhas referências!

Em breve vais gravar alguns temas. O que é que nos podes adiantar sobre esse teu projeto?  
Posso dizer-te que irei gravar um tema com o cantor Angolano Kim Cadeth. E irei gravar um individual.

Qual é o teu maior objetivo no mundo da música?
O meu maior objetivo será atuar em grandes Club´s e vir a ser um artista internacional.

E relativamente ao futuro, o que é que podemos esperar de ti?
Desde já podem esperar de mim muita diversão, algumas participações especiais, novos trabalhos. No futuro, ainda não faço a mínima, vivo um dia de cada vez, sem pensar em preocupações.




Terminada esta entrevista, resta-me agradecer ao Diogo pela sua disponibilidade e simpatia.






Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)