quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Época Normal de Exames Terminada

quarta-feira, janeiro 28, 2015 0 Comments
Após saber todas as notas nos exames deste primeiro semestre fiquei contente, por um lado, e triste, por outro. 
No início do ano lancei um objetivo a mim mesma: não ter menos de 14 a nenhuma cadeira e, no final, tive dois 14, um 17 e ainda falta ir a um recurso e para o ano tenho de fazer uma melhoria porque para mim 10 não é nota que se preze. Eu sei que na faculdade temos de nos habituar a que as notas não sejam como no secundário em que era fácil tirar um 17 e não ter nenhuma negativa, os meus pais dizem que o importante é que eu faça todas as cadeiras mas, para mim, notas abaixo de 14 na universidade são difíceis de aceitar porque sempre fui bastante exigente comigo mesma.
Posto isto, estou a esforçar-me ao máximo para o recurso a IJ que vai ser realizado exatamente no dia em que faço 20 anos (sorte han?) e rezar para que tudo corra como estou à espera. Dizem que o esforço compensa e estou à espera de provas disso.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Filme “O melhor de mim”

terça-feira, janeiro 27, 2015 0 Comments
Quando estou deprimida o que faço? É, vou ver filmes que me façam deprimir ainda mais. A minha melhor amiga diz que faz bem para libertar o que sufoca cá dentro, e, faz sentido visto que a minha sensibilidade me faz chorar rios e me sentir mais liberta depois.
O enredo deste filme comoveu-me imenso principalmente porque trata a temática do amor que é algo que mexe muito comigo já que é este que me move em tudo o que faço. É o amor pelos meus sonhos que me faz lutar por eles, é o amor que sinto pelas pessoas que me faz estar ao lado delas e tornar os problemas delas os meus, o amor está em tudo. Bem, no final deste filme refleti muito sobre este tema.
A história de dois jovens que viveram um grande amor e que- após se terem separado-, 20 anos depois, se encontram e o amor permanece igual é a prova de que, de facto, o amor verdadeiro existe. E não, não vejamos isto como “uma lamechice” ou “conversa da treta”, é real, toda a gente se apaixona verdadeiramente nem que seja uma vez na vida, aquele amor que te tira os pés do chão, que te faz acordar todos os dias com vontade de viver (mesmo em dias de chuva, de tempestade ou sombrios) e que te envolve de tal forma que, quando se vai, tudo o que te sobra são lembranças e com elas vêm as lágrimas de saudade, de sofrimento, lágrimas essas que, muitas vezes, te fazem perceber que aquele é amor verdadeiro.
Há coisas que eu não entendo, é verdade. É o caso daquelas pessoas que estão com outra como que por obrigação ou as que procuram alguém ao “seu nível” e deixam passar o amor da vida delas à sua frente deixando-o escapar só porque ele não é da mesma classe social ou da mesma cor, sim, em pleno século XXI isto ainda acontece apesar de, felizmente, já não acontecer tanto como antigamente. É importante realçar que a homossexualidade não deixa de ser amor só porque é entre pessoas do mesmo sexo, todos têm o direito de amar e ser amados, todos têm o direito de ser felizes, seja com alguém do sexo oposto, seja com alguém do mesmo sexo. Claro que vai haver sempre alguém que não vai entender estas opções mas há que respeitar, ninguém é obrigado a aceitar mas todos somos obrigados a respeitar, assim como queremos que respeitem as nossas escolhas também nós devemos ter respeito pelas escolhas dos outros.
Termino esta minha apreciação aconselhando todos a ver este filme e a refletir, a refletir acerca do poder que o amor tem quer para salvar os outros, quer para nos salvar a nós mesmos. O amor muda, o amor envolve, o amor ilumina mas, acima de tudo, o amor dá vida-“You are the best of me”.

 




sábado, 24 de janeiro de 2015

Filme “Sempre ao seu lado”

sábado, janeiro 24, 2015 0 Comments


Sei que parece estranho mas em pleno 2015 ainda não tinha visto este filme porque já sabia que-sensível como eu sou- ia chorar imenso e confesso que nunca tive coragem. Porém, fui tão aconselhada a ver que não resisti e, hoje, ganhei coragem e colei no ecrã para finalmente observar esta história.
Sabe tão bem ver o quão fiel aquele cão é ao seu dono, é um exemplo para todos de lealdade e, acima de tudo, amor. Amor por aquele que o acolheu e que lhe deu um lar. Na minha honesta opinião, acho que as pessoas deviam ver este filme como um exemplo a seguir. Quantas vezes nós somos acolhidos quer pelos nossos pais, pelos nossos amigos ou quem quer que seja que nos dá amor, afeto e está sempre do nosso lado e no fim nós ignoramos tudo isso, vertemos umas lágrimas por essa pessoa mas depois esquecemo-nos de tudo, às vezes até nem damos valor àquilo que ela fez por nós e isso é incorreto. Hachi provou-nos o contrário… Provou-nos que o amor é incondicional, ele nunca abandonou aquele que o acolheu, todos os dias ele esperava por ele, naquele lugar, mesmo sabendo que ele não iria aparecer. Mas ele era fiel, ele estava ali todos os dias e assim foi durante 10 anos…
Como não chorar com tudo isto? Aliás, todos devíamos aprender e tirar uma lição deste filme, principalmente aqueles mais cruéis que abandonam os animais que durante anos ou meses foram a sua companhia, esses sim, deviam olhar para este exemplo, Hachi poderia ter aproveitado o conforto de uma nova casa, uma nova família, mas não… Preferiu passar noites ao frio e nunca abandonar aquele que foi o seu dono, porque os animais também têm sentimentos, eles sentem a dor das pessoas que amam, eles sentem quando elas estão tristes e, à sua maneira, tentam curar essa tristeza. São estas coisas que me fazem pensar no porquê de haver pessoas sem coração que são capazes de deixar os seus companheiros de vida, aqueles com quem brincaram no jardim, com quem rebolaram no chão, a quem ensinaram a ir buscar a bola, a não roer os sapatos, com quem dormiram muitas vezes, com quem assistiram tv e dividiram momentos únicos. Mas porquê? Não seria melhor se o ser humano ocupasse o lugar de Hachi, se se importasse mais com o seu cão do que com a roupa que vai vestir no dia seguinte? É verdade que nós vivemos num mundo em que muitas coisas estão erradas, em que temos de nos preocupar com as despesas no final do mês, com os estudos e por aí, todos temos problemas mas sei lá, eu acabo por ver nos animais um escape, eles são tão puros e tão calmos e acabam por transmitir-nos pacificidade quando estão connosco.
É importante encarar os animais como seres vivos que, tal como nós, precisam de atenção, amor, carinho. Sim, é disso que eles vivem. Enquanto maior parte das pessoas só se sentem felizes quando têm dinheiro suficiente para comprar roupas, carros e joias, ou quando choram porque não conseguiram alcançar aquele objetivo que tanto queriam ou ficam frustrados porque não puderam ir àquele concerto que tanto queriam, um cão só precisa de amor. Ele não quer que tu lhe dês a melhor ração que existe e depois vás embora consciente de que fizeste um ótimo ato, ele prefere que tu lhe dês uma péssima ração mas que estejas ali, a dar-lhe atenção e carinho, a dar-lhe mimos e a fazê-lo sentir parte da família.

Por tudo isto, eu adorei o filme. Chorei, sorri, babei-me e alcancei aquele brilhinho nos olhos. Aconselho todos a verem e a refletirem bem porque por trás de cada filme há uma história e por trás de cada história há uma lição de vida. E não se esqueçam que um animal tem sentimentos como qualquer pessoa e também chora, também sofre e também ama e quando ama… bem, quando ama ele ama verdadeira e profundamente ao ponto de morrer no sítio onde tu e ele tantas vezes foram felizes!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

sexta-feira, janeiro 23, 2015 0 Comments
Bom dia!
Bem, estou prestes a entrar em stress e porquê? Tantos motivos! Sim, nós, mulheres, temos uma certa tendência para sermos complicadas mas acho que isso também se deve ao facto de gostarmos de ter tudo sempre direitinho, de sermos organizados e querermos que tudo corra sempre da melhor forma, pelo menos eu sou assim.
Um dos motivos para eu estar stressada é ainda não saber a nota do exame de Práticas... O exame já foi feito dia 5 e ainda não sei os resultados e o prazo para inscrição em recurso termina amanhã, como hei-de lidar com isto? Exatamente, não lido, vou ao nónio de 5 em 5 minutos na esperança de ter lá um mail com a nota, coisa que, como é óbvio, ainda não aconteceu. Será que os professores não entendem que nós necessitamos de saber a nota o mais rápido possível? Que esta espera condiciona as nossas férias? Sim, porque estar sempre a pensar na nota que vamos ter e esperar sempre a pior nota possível mata-nos por dentro. Tenho estado a rezar, a rezar muito interiormente para que saiba os resultados rapidamente e para não precisar de ir a recurso porque já me habituei ao comodismo de estar de férias e a não ter de olhar para matéria no dia-a-dia.
Por outro lado, estou a dias de fazer anos e não sei o que hei-de fazer. Cada vez que penso que vou fazer 20 anos fico abismada. 20 anos? Como é que é possível? Ainda ontem era uma criança que brincava com barbies e em Fevereiro já vou fazer 20 anos! Confesso que nunca dei muita importância ao fenómeno "aniversário" mas há uns anos para cá que tenho gostado bastante de celebrar a data, talvez porque seja um dia em que sou mais mimada que o normal pelos meus amigos e família, isso acaba por ser o mais importante para mim já que nunca fui muito viciada em presentes e em querer que o meu aniversário chegasse rapidamente para receber montes de prendas.
Por fim, decidi parar de stressar por hoje porque já me basta a choradeira que vai ser logo à noite com a sessão de cinema que vai haver cá em casa, choro sempre com filmes lamechas, principalmente quando envolvem amor, animais ou crianças... O meu lado sentimental está sempre em alta! Estou a pensar seriamente  em fazer uma surpresa ao meu pai mas ainda não me decidi em relação ao que fazer. 
Logo, prometo voltar para partilhar com vocês a minha opinião acerca do filme, até lá divirtam-se muito porque hoje é sexta-feira! 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A faculdade e as primeiras emoções...

quarta-feira, janeiro 21, 2015 0 Comments
Sempre me disseram que entrar na universidade era uma experiência única, que trazia novos amigos, novas aventuras, novas descobertas, que nos fazia crescer e, acima de tudo, nos fazia aprender.
Nunca me tinha imaginado a viver tudo isto até entrar em Coimbra… Tem sido um misto gigante de emoções e acho que só hoje, após ter recebido a primeira nota numa cadeira que me fez saltar de alegria, é que percebi o quão diferente me sinto por estar a passar por esta fase. São sentimentos diferentes, é um traçar de objetivos e uma luta constante para os realizar e, quando realizados, não dá para descrever a alegria que me preenche o coração e a emoção que sinto por estar, aos poucos, a realizar o meu sonho.
Estar na universidade é um momento único, é um querer acabar o curso mas não querer que os anos passem, é começares a tremer quando recebes o mail e ficas curioso por saber a nota, é estares constantemente cansado e mesmo assim sentires-te motivado a cada dia que passa… Estudar na faculdade é estares constantemente “stressado” e gostares dessa sensação, é sentires que nunca dás o máximo nos exames e, no fim, conseguires a nota que querias, é fazeres amigos e ficares feliz com o sucesso deles e é, acima de tudo, sentires que estás no lugar a que pertences e que não te arrependes de estar ali a fazer o que sempre quiseste fazer.
Após este primeiro semestre consigo entender o quão Coimbra tem sido importante para mim. Cresci tanto em tão pouco tempo…  É como se em poucos meses se tivessem passado anos e eu estivesse uma pessoa diferente, mais adulta, que encara a vida de outra forma e que sente que está a viver como nunca viveu. E como sabe bem fazer mil coisas ao mesmo tempo e chegares ao fim do dia morta de cansaço!

Não podia deixar de partilhar tudo isto. Eu também já tive medo, fui parar a uma cidade que não conhecia, onde não tinha uma única pessoa, a 3h de casa, e no final ganhei mais do que perdi. Lutar pelos nossos sonhos deve ser sempre o nosso primeiro objetivo. Sim, pensei muitas vezes em desistir mas com força e com amor a luta pelo sonho vence sempre. E como é bom ser feliz! 

sábado, 17 de janeiro de 2015

sábado, janeiro 17, 2015 0 Comments
Não tenho tido muito tempo para vir aqui, culpa dos exames que me deixam a cabeça a mil...
Ontem realizei o penúltimo exame, já só falta um e depois prometo estar mais ativa por aqui!
Um bom fim de semana a todos, aliás, melhor que o meu que vai ser passado a estudar.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Abandono animal.

terça-feira, janeiro 13, 2015 2 Comments
Há coisas que me perturbam seriamente e o abandono de animais é uma delas.
Eu sabia que este tipo de monstruosidades existiam mas nunca tinha passado pela experiência de assistir a um ato de abandono presencialmente. Enquanto estudava, dentro do carro, deparo-me que no carro que estava ao lado um senhor deixa um cão cá fora e volta para dentro. Aflito, o cão não para de ladrar e está constantemente a pôr-se em frente ao carro para não o deixar ir embora como se estivesse a pedir para não ser abandonado. Eu estava prestes a sair do veículo quando o dono sai do seu e o cão acalma pensando que talvez ele  tivesse mudado de ideias mas não, simplesmente gritou com o cão e pediu para se afastar, meteu-se dentro do carro e seguiu a alta velocidade. O cão? Nunca mais o vi, correu com toda a força atrás do automóvel mas duvido que o tenha conseguido alcançar.
Não consegui estudar mais, vim o resto do caminho a pensar na desumanidade daquele senhor, será que ele não via o sofrimento nos olhos daquele animal? Provavelmente eles já tinham passado por tantas aventuras juntos e ele deixou-o ali, ao frio num ato cruel como quem abandona um brinquedo que já não usa. E o mais surpreendente é que o animal lutava para que o dono não o deixasse e continuava a obedecer-lhe, posso até jurar que se via o amor nos olhos dele e ao mesmo tempo o sofrimento por estar a ser deixado por alguém que, certamente, significava algo para ele, afinal animais e pessoas acabam por tornar-se uma família quando há afeto mútuo.

Por fim, só me resta concordar com a punição para este tipo de pessoas que não têm sentimentos e deixar no ar a seguinte questão: Afinal quem são os verdadeiros animais?




segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

CR7 vence bola de Ouro 2014

segunda-feira, janeiro 12, 2015 2 Comments
Não posso deixar de ficar feliz com o facto de o Cristiano Ronaldo ter ganho a terceira bola de ouro por mérito próprio.
Hoje, 12 de Janeiro de 2015, vai ficar marcado em Portugal por este feito. É um orgulho para todos nós, é nacional, é nosso e é sempre bom saber que Portugal é tão bem representado e que o melhor jogador do mundo pertence ao nosso país e que o seu valor é reconhecido. Como não poderia deixar de ser fico bastante contente por ver que o mérito do enorme CR7 foi, mais uma vez, reconhecido. Há que valorizar pessoas como ele, que dão o melhor, que nos dão o exemplo de que com garra e com força conseguimos alcançar o que queremos, só temos de nos esforçar, trabalhar para concretizar os nossos objetivos e nunca desistir.
Por outro lado, acho que temos todos de agradecer. Obrigada Ronaldo por representares tão bem Portugal, por teres nascido aqui, por seres parte de todos nós e por teres tanto orgulho no país que te viu nascer e, para o ano, espero estar aqui a escrever sobre a quarta bola de ouro!

sábado, 10 de janeiro de 2015

Atacantes de "Charlie Hebdo" mortos.

sábado, janeiro 10, 2015 0 Comments
Ontem, 9 de Janeiro de 2015, enquanto viajava de volta a casa deparei-me, na rádio, com a notícia de que os suspeitos estariam barricados e teriam feito reféns. Tentei perceber tudo o que se estava a passar mas a notícia foi demasiado rápida. Percebi que algo de grave iria acontecer e que as mortes não tinham acabado no dia em que os suspeitos invadiram o jornal. 
Assim que cheguei a casa fui ver as notícias e não pude conter a minha revolta quando vi que houve reféns mortos. Mais pessoas inocentes morreram, mais famílias choraram a morte dos seus ente queridos... Onde é que este mundo vai parar? Já perdi a conta às pessoas inocentes que perderam a visa nesta história, ao sangue derramado pelas ruas e às lágrimas que já caíram por todo o país. Seria fantástico que toda a gente percebe-se que todos temos o direito de nos expressar e a sátira é só mais uma forma de expressão que deve ser respeitada como qualquer outra. Não podemos nem devemos deixar este acontecimento passar em vão. A liberdade de expressão é um direito que não só pertence a todos os jornalistas como a todos nós.
"A polícia confirmou que os dois irmãos suspeitos do ataque ao Charlie Hebdo, Chérif et Said Kouachi, morreram.", adiantou o Público esta sexta-feira. Apesar de me custar ver que foi preciso chegar a este ponto, não consigo deixar de entender a situação dos agentes que, ao verem que os suspeitos não tinham qualquer intenção de parar de matar, tiveram de abrir fogo sobre eles. Ao que consegui apurar parece que a situação está mais calma por agora e que as pessoas já saem às ruas apesar do medo. Falta ainda encontrar Hayat Boumeddiene, a mulher mais procurada em França neste momento.
Desde este trágico acontecimento, a frase “Je suis Charlie” tem corrido o mundo como forma de homenagem para com todas as vítimas deste atentado e eu digo e volto a repetir: Todos temos de nos unir, todos somos livres, todos somos Charlie!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Je suis Charlie.

quarta-feira, janeiro 07, 2015 0 Comments
Não posso deixar de mostrar a minha indignação com o que aconteceu hoje, 7 de Janeiro de 2015, em Paris.
Tudo isto me revolta, me entristece, me desilude! A mim- que luto a cada dia pelo sonho de ser jornalista- não me entra na cabeça como é que uma coisa destas pode acontecer. É desumano, é contra qualquer princípio de Humanidade e liberdade de expressão. Não se trata de um atentado aos jornalistas mas a todos nós! A informação existe para ser partilhada sem medos ou constragimentos. "Charlie Hebdo" acabamos por ser todos nós, e todos juntos devemos lutar e unir-nos pela liberdade de expressão. O que seria do mundo sem a escrita? Não faz qualquer sentido haverem atentados destes num país livre, há que lutar pelo jornalismo, há que lutar pela escrita, pelas palavras, mas, acima de tudo, há que lutar por nós!
Dói-me profundamente imaginar o vazio das vítimas deste acontecimento que veio abalar o jornalismo, não só em Paris mas por tudo o mundo. Porque jornalismo será sempre jornalismo e jornalismo requer expressão e, nós, como cidadãos que gozam da liberdade de expressão e de informação, devemos lutar por estes direitos nunca esquecendo que é através da palavra que mudamos o mundo e não com armas e violência.
Je suis Charlie Hebdo e vamos ser sempre!


quarta-feira, janeiro 07, 2015 0 Comments
Hoje acordei cheia de energia, deve ser por saber que é o último dia que tenho para estudar antes do meu segundo exame.
Ultimamente tenho estado bastante calma no que toca ao assunto "exames", não sei se é bom ou mau, só sei que, felizmente, tenho estado bastante aplicada e com muita vontade de tirar boas notas. Segue-se, assim, mais uma tarde de estudo intensivo, com uma sessão de cinema à noite para relaxar.
Rezem muito por mim que vou precisar !

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Os exames chegaram....

terça-feira, janeiro 06, 2015 0 Comments
Ontem, dia 5 de Janeiro de 2015, realizei o primeiro exame do semestre a práticas de leitura e escrita.
Não sei dizer se correu bem o mal mas estava mais calma do que estava à espera e, apesar de ter pensado em desistir, consegui aguentar até ao fim e dei o meu melhor.
Agora resta esperar e tentar não morrer à espera...

sábado, 3 de janeiro de 2015

sábado, janeiro 03, 2015 0 Comments
Ontem andei a vaguear por Gaia, observei as paisagens, vivi momentos diferentes e senti outros aromas. Mas foi numa das minhas observações que me deparei com umas mantas espalhadas em cima de umas rochas que mais pareciam uma gruta. Apercebi-me que, ao lado, se encontrava uma saca com roupas velhas e sujas e depressa me apercebi que alguém dormia ali, um sem abrigo com toda a certeza.
Comecei a refletir, estava tão feliz por estar ali, a viver novas aventuras e ele, dormia ali, certamente não sorria como eu, não tinha motivos para isso, com certeza não tinha alegria para viver. Por momentos, ao invés de olhar para a beleza que me rodeava preferi tentar imaginar a cara da pessoa que todos os dias ali se deitava. Depois tentei quantificar as pessoas que estarão na mesma situação que aquela por todo o mundo... Não consegui.
É, acho que é isso a sociedade, acho que é a isto que todos chamam "Não dar valor", porque enquanto muitos de nós vão fazer estas viagens, desfrutam de experiências novas, vivem novas aventuras, há outras que dormem na rua, não têm ninguém com quem partilhar aventuras, nem aventuras para viver.
É triste, é duro, dói... Mas, infelizmente, é algo com o qual vamos ter sempre de conviver. Então, respirei fundo, olhei em frente e segui caminho... para casa, dar valor ao conforto que sempre tive.



Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)