domingo, 26 de fevereiro de 2017

Música da Semana #73

domingo, fevereiro 26, 2017 3 Comments


In Case é uma das minhas músicas favoritas de sempre. Sempre adorei a Demi e a forma sentida como ela interpreta tudo aquilo que canta. E esta música é a prova disso. Um sentimento incrível e uma letra fabulosa. Acho que deveria ter o dobro do sucesso que tem. É linda e estou completamente viciada!

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Los Romeros: «Tínhamos este gosto comum de gostarmos e sonharmos em ser músicos.»

sábado, fevereiro 25, 2017 4 Comments
Los Romeros são um grupo musical constituído pelo Alberto Pereira, Paula Carapeta e Jorge Piedade.
Chegaram até nós através do programa “Rising Star”, onde nos mostraram um estilo musical variado marcado, essencialmente, por rumba e flamenquito.

Nesta entrevista, os Los Romeros falam-nos um pouco de si mesmos, dos seus projetos e daquele que foi o programa da TVI que os deu a conhecer.




Quando é que se aperceberam do vosso “bichinho” pelo mundo da música?
Desde pequenos que os três, de alguma maneira, estamos envolvidos na música. O Jorge sempre teve curiosidade em tocar percussão por ver os seus primos a tocar, a Paula desde pequena que adora cantar e começou cedo a participar em Festivais da Canção, o Beto começou a tocar guitarra com 10 anos. De alguma forma, antes de se formar a banda já havia esse "bichinho" pela música.

E como é que os vossos caminhos se cruzaram?
A banda foi formada pelo Beto e pela Paula e, mais tarde, juntou-se o Jorge. O Beto e a Paula estudaram juntos no conservatório e já eram amigos, então, foi juntar a amizade com um gosto de ambos. Mais tarde, enquanto estávamos no secundário, conhecemos o Jorge e um dia por brincadeira tocamos juntos e tudo funcionou bem e decidimos que ele deveria entrar.

Como surgiu a decisão de formarem o grupo “Los Romeros”?
Tínhamos este gosto comum de gostarmos e sonharmos em ser músicos. Ao início, começou com uma brincadeira que não esperávamos que chegasse onde chegou. "Los Romeros" era uma brincadeira, não imaginávamos pisar os palcos que, felizmente, já pisámos. Mas nunca gostámos muito de passar vergonhas, tentávamos sempre não brincar com demasia porque, acima de tudo, estávamos num palco com mais pessoas a ver.

Para quem ainda não vos conhece bem, o que acham importante que o país saiba sobre vocês?
Que adoramos fazer música, adoramos tocar para as pessoas. E que queremos continuar a fazer música para quem nos quer ouvir.

Participar no “Rising Star” foi, certamente, importante para a divulgação do vosso grupo. Vocês têm sentido algumas mudanças depois do programa ter terminado?
Sim sim, temos tido mais alguma dificuldade em divulgar o nosso trabalho. Mas há mudanças positivas. Estamos mais crescidos, sem dúvida, mais responsáveis e temos mais noção do que realmente queremos.

O que guardam dessa experiência?
Os amigos, fizemos amigos. O convívio, foi uma experiência inesquecível. Mas acima de tudo, todas as pessoas que nos conheceram através do Rising Star, é o que mais preservamos.

O facto de terem dado sempre o vosso cunho pessoal às músicas que interpretavam destacou-vos dos restantes concorrentes. Acham que o facto de se terem apresentado à televisão portuguesa com um estilo musical já tão próprio e definido foi benéfico para terem chegado tão longe?
Sem dúvida. Faz falta haver algo diferente do habitual. Até porque a música é isto mesmo, maneiras de sentir, de estar e de interpretar, e talvez o facto de sermos diferentes tenha sido um ponto chave na nossa prestação.

Um bom ambiente no grupo traz melhores resultados no trabalho final?
Trabalhar em grupo não é fácil. É preciso respeito, confiança e muita paciência. Mas nós sentimos que se resultamos bem é porque fora dos palcos somos muito presentes na vida uns dos outros e sentimos que isso é determinante na cumplicidade em palco.

Para terminar, onde podemos encontrar os “Los Romeros” e o que é que podemos esperar de vocês daqui para a frente?
Vamos estar já dia 19 de Fev em Amiais de Baixo, Santarém e antecipar este ano que vamos começar depois de uma paragem para descansar. Vamos apresentar lá ao vivo e gravar um videoclipe de uma música, com o Francisco Murta, ex-concorrente do The Voice 2016. Vamos atualizando sempre a nossa página no facebook Los Romeros ou instagram losromerosoficial com todas as informações para quem nos quer seguir.




Terminada esta entrevista resta-me agradecer aos Los Romeros por toda a simpatia e disponibilidade.



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

domingo, 12 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Realizações de 2017 #2

sexta-feira, fevereiro 10, 2017 6 Comments
A segunda realização do meu ano foi ter conseguido tirar a carta de condução. Já há algum tempo que tinha este objetivo mas não tinha tido a coragem necessária para me aventurar. No passado dia 2 de fevereiro, este desejo concretizou-se e não poderia estar mais feliz! :)


Resultado de imagem para conduzir

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Viver fora da monotonia

segunda-feira, fevereiro 06, 2017 6 Comments
“O que é uma vida repleta?”, perguntou-me alguém um dia. Não soube responder logo à pergunta. Há questões que nos fazem pensar, pensar e pensar até chegarmos a uma conclusão que pode ou não ser a certa, mas que é a nossa.
A conclusão a que cheguei é que ter uma vida repleta prende-se com o sentirmo-nos realizados. Há quem procure diferentes tipos de realizações. Uns vivem uma vida repleta se tiverem amor. Outros, uma boa vida profissional. E por fim, existe a mistura de ambos. A verdade é que todos buscamos conforto. Todos queremos chegar à cama no final do dia e sentir que houve mais uma realização. E quantas mais melhor. Porque é isso que nos faz sentir úteis nesta aventura que é a vida. Afinal, de que vale a pena estarmos vivos se não soubermos viver?
Viver exige muito mais do que acordar, trabalhar e regressar a casa. Esta repetição inquieta-me. Porque não termos as nossas rotinas mas acrescentarmos algo novo a cada dia que passa? Só assim podemos ter uma vida repleta. Porque para que ela assim o seja é necessário acrescentarmos-lhe novos ingredientes. Se comermos sempre o mesmo prato às refeições vamos, facilmente, fartar-nos dele. E a única forma de comermos de novo aquilo é alterarmos a receita. A vida é mais ou menos a mesma coisa. Os condimentos podem ser sempre os mesmos mas a forma como fazemos a receita pode variar. Porque tudo o que é repetido torna-se chato. E tudo o que é chato deixa de ter interesse.

Desta forma, só teremos uma vida repleta se deixarmos as monotonias de lado e investirmos em novas formas de felicidade todos os dias. Talvez seja esse o significado de “vida repleta”: vivermos cada dia de forma diferente e com o objetivo de fazer de cada dia o melhor de todos os dias.



Publicado em Repórter Sombra

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