Mostrar mensagens com a etiqueta Diogo Piçarra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Diogo Piçarra. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Diogo Piçarra nos Coliseus

segunda-feira, janeiro 21, 2019 4 Comments
«As maiores conquistas só são reais quando partilhadas».

Olá, pessoal! Hoje venho falar-vos da revista Coliseus, do Diogo Piçarra. Já há algum tempo que a tenho, mas só agora consegui lê-la como deve ser.
Como sabem, acompanho o trabalho dele há muitos anos e, por isso, não podia deixar de vos dar a minha opinião quanto a esta nova conquista. É um orgulho enorme vê-lo crescer assim e, quando pegamos nesta revista, percebemos que é merecido. Para já, a primeira vista, está super bem construída. Como podem ver na fotografia acima, começa com um texto escrito pelo Diogo onde agradece tudo o que tem conseguido. 
No seu interior, podemos ver várias fotografias da sua atuação nos Coliseus. Imagens carregadas de história e, acima de tudo, de sentimento. Em cada uma das páginas existe o título da música a que aquela imagem corresponde e, em cima da fotografia, está a letra dessa mesma música.


Para mim, o mais curioso foi perceber que todas as letras estão escritas pela mão do Diogo. Isso só nos faz sentir mais perto dele e torna tudo muito mais real. Acho que é mesmo o pormenor mais interessante. E essa realidade é ainda mais explícita quando, ao longo de alguns dos textos, vemos que o Diogo riscou palavras. Ou seja, enganou-se a escrever, riscou e escreveu novamente à frente. Esse pormenor de ter deixado algumas palavras riscadas para mostrar que foram, de facto, escritas por ele é de génio. Não há melhor forma de nos fazer sentir dentro daquela revista do que esta. 



Para além disso, há várias fotos do backstage e outras mais familiares. A certa altura sentimo-nos quase como se lhe entrássemos pela vida dentro. Principalmente em imagens onde ele está com o Pablo ou com a Sia (os seus gatinhos de estimação). No fundo, sentimos que nos é dada a chance de entrar um bocadinho da intimidade dele. E o grafismo é simplesmente incrível.


A par da revista, veio também o DVD Coliseus para quem não esteve presente poder ver e para quem lá esteve poder recordar esse momento. E também o EP com as músicas "Abrigo", "Era uma vez" e "Paraíso" (quer o cd quer o dvd andam sempre comigo no carro, portanto, não os tenho aqui para vos mostrar).
Posto isto, para quem segue e gosta do trabalho do Diogo, eu acho muito importante adquirirem esta revista. Em primeiro lugar, porque quando gostamos dos artistas não devemos limitar-nos a "sacar" músicas da internet. Devemos contribuir para que este se destaque no mercado adquirindo os conteúdos que ele produz. E, depois, pela importância que estas páginas assumem na sua vida. Nesta revista está a concretização de um sonho. A primeira vez que o Diogo pisou estes palcos. E uma carga emocional enorme. Muito, muito merecido. Ele nunca se esquece de nós e nós não devemos nunca esquecer-nos dele.




Algum de vocês tem a revista? O que acharam? :)









quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Diogo Piçarra: «Não tento fazer música só para mim, mas para todas as pessoas.»

quarta-feira, agosto 23, 2017 6 Comments
É um dos artistas mais admirados em Portugal. Diogo Piçarra lançou, este ano, o seu novo disco. Do=s é o nome do segundo álbum do cantor, que deixa uma noção de fio condutor entre todas as músicas. O cantor, que viu o ano de 2016 ser totalmente preenchido por concertos, prepara-se agora para atuar nos Coliseus.

No passado dia 15, o Diogo levou a do=s tour a Ribeira de Frades, em Coimbra. Minutos antes do concerto, esteve à conversa conosco acerca do sucesso que tem sido este novo álbum, e do seu desejo de atuar nos Coliseus que está prestes a realizar-se.


Diogo, antes de mais, começo por te perguntar: já te sentes nervoso para os Coliseus?
Diogo: Estou sempre (risos). Seja em qualquer concerto onde eu vá, acho que estou sempre nervoso. Não é bem nervosismo, é mais ansiedade e a vontade de subir ao palco rapidamente. E quando o concerto começa a atrasar, eu começo a ficar ainda mais ansioso. Não é bem nervos, porque isso é um bocadinho mais de insegurança. É mais ansiedade, porque os concertos estão bem ensaiados, estão sempre bem preparados e eu também costumo aquecer muito antes dos concertos e, realmente, é mais a vontade de subir ao palco do que outra coisa. E os Coliseus é um sonho realizado, finalmente. Depois de dois anos de muitos concertos, o Coliseu era o próximo passo.

Lançaste o teu segundo álbum, o Do=s, este ano. E este álbum é particularmente interessante porque tem uma espécie de fio condutor entre todas as melodias...
Diogo: Exatamente! Eu não fiz nada de propósito, acho que foi uma coisa muito natural... Ao longo da tour do outro disco, eu fui escrevendo músicas e reparei que havia algo em comum entre muitas das canções, seja em termos de letra ou melodias. Há, inclusive, muitas semelhanças entre a “Já Não Falamos”, a “História”, o “Erro”, o “Caminho”, a “Dialeto”... E isso só fazia sentido se fossem aquelas dez músicas! Se estivessem más ou menos boas, eu acho que as colocaria na mesma, porque tinham sido feitas naquela altura e ia lembrar-me delas por representaram aquela fase da minha vida. Estou muito satisfeito e muito orgulhoso deste disco por ter tido tão pouco tempo para fazê-lo e, realmente, acho que fui um felizardo também pela minha editora ter aceite o desafio de todo o conceito do Do=s. Acho que foi tudo muito bem feito e foi um bom trabalho de equipa.

E tu transportas isso também para os teus espetáculos, certo? Estão muito mais inovadores agora, usam o vídeo, ...
Diogo: Sim, aqui (Ribeira de Frades) não sei se será o concerto normal por causa das condições, mas estou muito ansioso por subir ao palco. Normalmente, é um ecrã atrás de nós e, realmente, dá outro impacto. Eu não tinha ecrã no ano passado nem há dois anos mas, realmente, tinha de haver uma diferença entre os concertos anteriores. Já que há uma diferença entre os discos, tinha de haver também essa diferença no espetáculo em si. A banda é a mesma, a equipa é um pouco diferente... É um bocadinho mais numerosa, mas é uma super equipa! Estou muito bem acompanhado e eles é que fazem a maior parte do trabalho. Eu chego lá e canto (risos).

Diogo, estamos mesmo a ficar sem tempo. Por isso, e para terminar, pergunto-te o seguinte: se tivesses de descrever a tua História toda, musicalmente, numa palavra, que palavra escolherias?
Diogo: Uma palavra é muito pouco, não é? (risos) E eu sou um homem de poucas palavras! (risos). Tem sido uma luta, acho eu. Posso dizer que a palavra certa é “luta”. É uma batalha constante tentar estar sempre presente na vida das pessoas seja em termos de música, seja noutros aspetos, tal como é o meu projeto do livro Diogo Piçarra em Pessoa. Tem sido uma luta constante também tentar fazer música que agrade a todos. Não que esse seja o meu objetivo, mas espero que agrade a muitos. É impossível agradar a todos. E, sim, todos os dias quando acordo tento fazer uma música que represente aquele estado de espírito daquele momento mas que, de certa forma, também represente o estado de espírito de muitas pessoas. Não tento fazer música só para mim, mas para todas as pessoas. É esse o meu principal objetivo e sinto que isso está a acontecer e, seja com músicas mais tristes ou mais alegres, acho que só tenho um objetivo: fazer parte da História da vida das pessoas e não fazer História.


Minutos depois, o Diogo sobe ao palco numa atuação onde não faltou energia quer por parte do artista, quer por parte do público. Fez-se história em Ribeira de Frades.
A do=s tour continua a percorrer o país e, em Outubro e Novembro, seguem-se os Coliseus. Dia 27 de Outubro, no Coliseu do Porto. E dia 3 de Novembro, no Coliseu de Lisboa.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Realizações de 2017 #3: O dia em que conheci o Diogo

quinta-feira, abril 13, 2017 4 Comments


Conhecer o Diogo foi um dos objetivos a que me propus neste novo ano. A oportunidade surgiu mais cedo do que esperava e, no passado dia 4 de abril, consegui finalmente abraçar o artista português que mais admiro.
Não me desiludi. Muito pelo contrário. Foi mil vezes melhor do que estava à espera. Não fosse o Diogo a pessoa mais disponível à face da terra, sempre pronto a dar-te um abraço ou uma palavra mais confortante. É incrível perceber que há pessoas que, para além de artistas, são pessoas. Não é assim tão comum quanto isso. E a humildade que o Diogo nunca deixa escapar é o motivo pelo qual eu o admiro tanto.
Acredito que há pessoas que com o seu talento conseguem, de facto, mudar as nossas vidas. E o Diogo é um desses casos. No fundo, vejo nele uma forma de continuar a acreditar que os nossos sonhos podem realizar-se se trabalharmos e nos mantivermos fiéis a nós próprios. E o facto de ele fazer de nós, pessoas que o seguem, uma família é ainda mais motivador. É sentir que por mais longe que ele esteja, ele está sempre aqui seja com um sorriso ou com um simples "obrigado por tudo".
E essa é outra caraterística que me faz gostar tanto do Diogo: a gratidão. Ele não se esquece de nós e faz questão de nos agradecer por estarmos lá. Ele retribui o amor que cada um de nós tem para lhe dar e não se esquece nunca da sensibilidade, do afeto e do agradecimento. Quando cheguei, recebeu-me com um "obrigado por teres vindo" e quando fui embora despediu-se com um "obrigado por tudo". E isto marca mais do que qualquer fotografia ou qualquer bem material. Isto faz sentir que cada esforço valeu a pena e foi valorizado. Estava há espera deste momento desde o início da carreira do Diogo. Pensei que ele nunca ia chegar e quando chegou não estava em mim. E o Diogo, com a sua forma de ser completamente impressionante, conseguiu fazer-me sentir em casa. Como se o conhecesse há anos e como se eu fosse, de facto, da sua família.
E este dia vai ficar para a História. E o Diogo faz parte da minha História. E não há ser humano mais humilde nesta vida.

domingo, 9 de abril de 2017

domingo, 22 de janeiro de 2017

Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)