quinta-feira, 31 de março de 2016

Personalidade da Semana #16: Dylan O'brien

quinta-feira, março 31, 2016 3 Comments

Dylan O'brien é um ator e músico norte-americano. Conhecido por interpretar Stiles na série Teen Wolf, também protagonizou filmes como A Primeira Vez...

Elegi o Dylan como personalidade desta semana porque, atualmente, é dos meus atores de eleição. Comecei recentemente a ver Teen Wolf e ele é, sem dúvida, a minha personagem favorita. O facto de ele conseguir dar aquele lado de comédia a uma série como esta só mostra o seu talento natural para isto e acho que mais nenhum ator tão jovem desempenharia tão bem aquele papel.


Penso que o bom de um ator é conseguir cativar-te não pela personagem que está a representar mas pelo modo como a representa. E foi isso que me aconteceu neste caso. O Dylan conseguiu que eu ficasse a seguir a série pelo modo como interpretou uma personagem que, logo no primeiro dia, se tornou a minha preferida. Dar um lado humorístico a uma personagem não é tão fácil quanto parece, principalmente quando o enredo não tem nada de humor. E acho que é aí que o Dylan ganha. Pela forma como consegue tirar-nos daquele mundo de mistério, drama e terror e levar-nos durante segundos para um mundo mais realista. Stiles é, sem dúvida, a personagem mais realista da série e vem dar-nos aquele "abre-olhos" de "calma, existe alguém aqui que poderia pertencer ao nosso mundo, ao mundo real". 
Confesso que, para além desta série, nunca vi o Dylan noutra produção qualquer mas estou ansiosa por isso porque fiquei completamente fã dele enquanto ator,


quarta-feira, 30 de março de 2016

ARTE no TAGV

quarta-feira, março 30, 2016 5 Comments
Ontem à noite, a minha querida afilhada fez-me um convite: irmos ver uma peça de teatro ao Teatro Académico Gil Vicente (TAGV).
Conhecendo ela tão bem os meus gostos e, sabendo eu que os protagonistas das peças seriam três dos meus atores portugueses favoritos, aceitei de imediato e posso garantir-vos que não me arrependi nem por um segundo. Arte é, provavelmente, das melhores peças que já vi!


Arte é uma peça escrita por Yasmina Reza que, 18 anos depois, regressa aos palcos. A tradução é de António Feio e a encenação de Adriano Luz e Carla Sá. No final dos anos 90, os papéis agora assumidos por João Lagarto, Adriano Luz e Vítor Norte, pertenceram a António Feio, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme. 
Depois de ter estreado em Lisboa, são 15 as localidades que vão receber esta peça. Em Coimbra recebemo-la ontem à noite e não podia ter sido melhor. O texto de Yasmina Reza é, sem dúvida, muito atual. É incrível o que um simples quadro branco e três amigos podem dizer-nos em tão pouco tempo. Uma história sobre a amizade e os limites que não devemos ultrapassar se a queremos preservar.
Amante como sou de teatro, e sendo um dos meus sonhos fazer do teatro a minha vida, não consegui conter a emoção no final da peça. A lição que lhe está subjacente é mesmo muito forte e isso aliado ao toque emotivo e ao mesmo tempo de comédia é ainda mais interessante. 
Por outro lado, não posso deixar de expressar o enorme orgulho que senti ao ver aqueles três atores em cena. Se há dúvida de que em Portugal há bons atores, essa dúvida desaparece rapidamente quando ouvimos estes três nomes. Um desempenho incrível! Dos melhores atores que temos em Portugal, se não os melhores! Desde que me lembro, sou uma enorme fã do João Lagarto (motivo pelo qual quis ver a peça mal ouvi o seu nome) e fiquei extremamente feliz por poder partilhar uma hora e vinte de teatro com ele. Mesmo que com uma certa distância. Foi emocionante e uma experiência daquelas que não me importava de repetir dez ou trinta vezes.
Assim sendo, aconselho que todos vocês vejam esta peça porque não se vão mesmo arrepender. Melhor do que ficar em casa a olhar para uma televisão ou para um computador é enriquecermos mais um bocadinho a nossa cultura, rirmos à gargalhada e pensarmos sob outras perspetivas! Por isso, vão e divirtam-se! 

domingo, 27 de março de 2016

Música da Semana #34

domingo, março 27, 2016 20 Comments

Leave Out All The Rest, dos Linkin Park é a música desta semana!
Porque me faz retroceder uns anos. Porque me faz recordar a adolescência. Porque me traz tantas memórias. Vai ser sempre a minha música favorita dos Linkin Park passem os anos que passarem porque, sem dúvida, marcou a minha adolescência. E é tão bom recordar certos momentos que vivemos através de uma só música!



Que música vos tem marcado, internautas?

sábado, 26 de março de 2016

Irina Furtado: «Desde pequena que adoro cantar mas nunca pensei que algum dia esse sonho se realizasse.»

sábado, março 26, 2016 14 Comments
Irina Furtado é cantora profissional. Tem uma banda de estilo rock e pop e faz parte do coro de Mickael Carreira há 10 anos.
Em 2014, Irina decidiu tentar a sua sorte e mostrar-nos o seu talento de outra forma, participando num programa televisivo. Rising Star- A Próxima Estrela, permitiu-lhe mostrar mais de si ao público que a tem acompanhado e dar-se a conhecer a outros públicos.

Nesta entrevista, Irina fala-nos um pouco acerca do seu percurso no mundo musical, bem como dos seus projetos futuros.


Ainda se recorda do momento em que se apercebeu que queria fazer da música a sua profissão?
Sim, recordo-me, mas sou sincera, sempre achei que não era para mim. Desde pequena que adoro cantar mas nunca pensei que algum dia esse sonho se realizasse.

Onde é que foi buscar a inspiração necessária para a luta por este sonho?
A inspiração veio depois. Primeiro que tudo, começaram a surgir oportunidades e eu agarrei-as com unhas e dentes. Com o trabalho a aparecer, comecei então a tentar encontrar o meu “estilo”, e é isso que distingue um cantor de outro. Depois procurei trabalhar a minha voz, presença, ou seja, vincar uma personalidade.

A verdade é que, a maior parte das pessoas, a recordam por fazer parte do coro do Mickael Carreira, onde está há 10 anos. Em que sentido essa experiência foi benéfica para si enquanto artista?
Foi das maiores experiências que tive porque, o que os outros trabalhos que fazia fora dali não me davam, este dava (atuar em palcos gigantes com públicos gigantes). Sempre estarei muito grata ao Mickael por me ter aceite na sua equipa. 


Em 2014 teve a sua primeira participação num programa de talentos. O que é que o Rising Star acrescentou à sua vida?
Foi uma agradável experiência que nunca vou esquecer, onde tive oportunidade de trabalhar com pessoas que nunca tinha trabalhado, de conhecer outras... Mas tenho de ser sincera, fiquei triste por ter saído tão cedo, sinceramente não esperava… Mas é a vida!
 A sua passagem pelo programa da TVI fez com que o público a visse de outra forma?
Sim, porque existem pessoas que não conhecem a minha vertente de rockeira e no programa tive a oportunidade de a mostrar. Apesar de não ter continuado mais, acho que o saldo foi bem positivo e o mais importante de tudo, o público gostou.

Apesar de não ter ganho a competição, deixou a sua marca no programa. O que é que recorda com mais saudade da sua participação no Rising Star?
A inesquecível Brandie Carlile com o “The story”.

Atualmente, dá voz a uma banda. Quais os seus objetivos enquanto artista daqui para a frente?
Quero apenas continuar a fazer o que mais gosto, continuar a fazer as pessoas felizes quando me ouvem, e o que a vida me continuar a dar eu continuarei a agarrar.

Porquê Akunamatata?
Akunamatata para além de ser uma banda de covers a fazer 15 anos em Novembro deste ano, é uma escola onde se aprende muita coisa para nos mantermos nesta luta da vida. É sem sombra de dúvida a minha banda, e o nome foi dado pela Clara (filha do fundador e 1º guitarrista da banda (Tarot)) e nós achamos perfeito!
 
Como descreveria a Irina Furtado?
A Irina Furtado tem um coração do tamanho do mundo, sempre pronta a ajudar mas com um feitiozinho danado (risos).

E relativamente ao futuro, podemos esperar algumas surpresas?
Continuarei com o Mickael, com Akunamatata e estamos também a preparar uns originais para oferecer à malta. Parar é que não!



Terminada esta entrevista resta-me agradecer à Irina pela sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.


sexta-feira, 25 de março de 2016

Boa Páscoa

sexta-feira, março 25, 2016 10 Comments
Chegou o tão aguardado fim-de-semana e com ele a tão esperada época Pascal.
Confesso que adoro a Páscoa. Sou extremamente religiosa e não sou daquelas pessoas que "celebra" a Páscoa só porque é bonito e há ovos de chocolate e amêndoas. Levo esta "época" bastante a sério e vivo-a muito intensamente.
Cada um celebra a Páscoa à sua maneira, é verdade. E a minha vai ser passada com a minha família, a ver filmes como já é habitual. Desta forma, desejo-vos uma ótima Páscoa! Vivam, sonhem, aproveitem o tempo com aqueles que mais amam e divirtam-se porque, no final de contas, a Páscoa também é isso: diversão e alegria.


quarta-feira, 23 de março de 2016

Malas a postos

quarta-feira, março 23, 2016 16 Comments
Férias da Páscoa são sempre sinónimo de visita ao Porto com a minha família. E amanhã é o grande dia! Partimos por volta das 14h para ainda irmos a tempo de aproveitar o resto da tarde nas magníficas ruas daquela cidade.
Pela primeira vez vamos levar mais um elemento connosco, o mais recente membro da família, Liam, o meu coelho anão. Estou super entusiasmada porque o Porto é a minha cidade portuguesa preferida, de longe. E, apesar de ter trabalhos para fazer e montes de coisas para estudar, vou tentar usufruir ao máximo do tempo com a minha família e aproveitar para respirar novos ares porque bem preciso.
Quanto ao blog, só posso mesmo prometer-vos continuar com os posts diários ao longo desta semana e novas entrevistas estão para vir! Fica também aqui a promessa de que vou tentar gravar aquele vídeo que vos ando a prometer há meses. E desta vez é a sério! ahah
Boas férias internautas! Aproveitem ao máximo!


terça-feira, 22 de março de 2016

Tragédia em Bruxelas

terça-feira, março 22, 2016 5 Comments
Sinceramente, não sei onde isto vai parar e tenho medo de saber. Nunca me vi num estado tão grande de angústia e de terror. Não só por mim mas por tantas outras pessoas que, infelizmente, não devem conseguir viver as suas vidas sem olhar para o lado com medo de serem vítimas dos tão "famosos" atentados. Sim, porque ultimamente é o que há mais. Sangue, lágrimas e dor.
Esta semana começou com mais um banho de sangue, desta vez em Bruxelas.O resultado? Mais de 30 mortos e feridos. E eu pergunto-me o porquê de ter de ser assim. É tão estúpido saber que há pessoas que perdem a vida desta forma tão cruel e absurda. É como se num piscar de olhos estivesses cá e no outro já não. Não há motivos que justifiquem este tipo de atrocidades. Acho que todos devemos estar solidários não só com este atentado mas com tantos outros que ocorrem no mundo. Porque este mundo é nosso. Um mundo coletivo onde era suposto todos darmos as mãos e, infelizmente, isso não acontece. Tenho imensa pena que seja preciso acontecerem estas coisas para deixarmos de ser egoístas e lembrarmo-nos que existem outras pessoas. Sim, porque por mais compaixão que tenhamos, a verdade é que nunca vamos conseguir sequer imaginar a dor daquelas pessoas. É duro pensar que há famílias completamente destruídas por causa disto. Famílias que perderam pessoas que amavam de um momento para o outro sem sequer terem a oportunidade de dizer adeus. Mas o pior é que a morte pode não se evitar, é verdade, mas dói muito mais perdermos alguém que amamos porque alguém lhe tirou a vida. É triste pensar que nunca mais vamos ver aquela pessoa porque um alguém decidiu acabar com o seu futuro. 
Resumindo, o que retiro de mais um atentado? Retiro mais lágrimas, mais sangue, mais dor. Porque é verdade que com estes acontecimentos todos ficamos mais assustados mas não consigo sequer pensar nisso. Só consigo pensar que perdemos pessoas. Pessoas que, apesar de não serem do nosso país, da nossa família ou do nosso círculo de amigos, não deixam de ser pessoas com sonhos, metas de vida e objetivos que foram anulados por culpa de outrém.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Opinião: «Monte Carlo»

segunda-feira, março 21, 2016 5 Comments

Monte Carlo é uma comédia romântica dirigida por Thomas Bezucha e conta com Selena Gomez, Leighton Meester, Katie Cassidy, Cory Monteith e Luke Bracey no elenco principal.


Grace (Selena Gomez) é uma jovem cheia de sonhos, sendo que um deles é poder viajar até Paris. Após trabalhar num restaurante e conseguir juntar dinheiro, Grace consegue realizar o seu sonho e embarca numa viagem para Paris com as amigas Meg (Leighton Meester) e Emma (Kate Cassidy) mas, infelizmente para Grace, o passeio revela-se bastante decepcionante. 
O trio fica desiludido e desanimado até que as jovens se perdem e vão parar a um hotel 5 estrelas para se poderem abrigar da chuva, hotel esse onde acontece algo que elas não esperavam. Grace, devido às demasiadas parecências físicas, é confundida com uma milionária inglesa chamada Cordélia e resolve assumir o papel, fazendo-se passar por ela daí para a frente. Esta sua decisão permite-lhe viver a aventura que sempre quis mas... em Monte Carlo! Grace assume-se como Cordélia sem que ninguém desconfie e finge ser ela até que se apaixona e fica desiludida consigo mesma por ter de mentir ao seu amor. 
Mais tarde, e como já era de esperar, a verdadeira Cordélia acaba por aparecer em Monte Carlo e elas cruzam-se acabando com a farsa que existia. 
Gostei bastante deste filme. Confesso que decidi vê-lo porque gosto bastante da Selena Gomez como atriz, mais até do que como cantora. Por outro lado, também decidi fazê-lo assim que vi que o Cory Monteith era um dos atores principais. Ele sempre foi dos meus atores favoritos e não sabia da participação dele neste filme até ao passado sábado. É, sem dúvida, alguém que me deixou bastante saudade e de quem sinto falta ver no mundo da representação. 
Por outro lado, também gostei de ver duas faces distintas neste filme. A Cordélia é uma rapariga milionária, famosa e arrogante que trata mal todas as pessoas à sua volta e que vive, praticamente, sozinha no mundo já que a sua arrogância afasta todas as pessoas à sua volta. E Grace é a típica rapariga pobre e humilde que se esforça para lutar pelos seus sonhos e se dedica a 100% a todos os seus objetivos. É adorada por toda a gente por ser uma miúda com carisma, bondosa e por tratar toda a gente com respeito e amor.
Desta forma, acho que este filme nos apresenta uma história que, apesar de ser praticamente impossível de acontecer na realidade, nos passa uma mensagem de humildade, amor e generosidade.




domingo, 20 de março de 2016

Música da Semana #33

domingo, março 20, 2016 11 Comments


Apesar de, pessoalmente, não ser grande apreciadora da Katy Perry enquanto artista, gosto bastante desta música. Aliás, atrevo-me mesmo a dizer que sou uma viciada nela. Há anos que não a ouvia mas esta semana voltei "ao ataque" e viciei novamente. The One That Got Away é, provavelmente, a minha música favorita da Katy, não só pela mensagem que transmite mas por tudo o resto. Confesso que ouvi-la me faz sentir saudades de mim mesma. Saudades do passado e daqueles anos que já não voltam. Se há músicas que nos fazem recordar o passado, esta é uma delas.


Quem já conhecia esta música?
O que acham?

sábado, 19 de março de 2016

Feliz Dia do Pai!

sábado, março 19, 2016 6 Comments
Não tenho muito a dizer, não tenho muito a escrever...
A única coisa que tenho certa na vida é o amor que sinto por ti e aquele que tu sentes por mim. Tenho um orgulho enorme no pai que tenho e um orgulho ainda maior por saber reconhecê-lo e dizer-lho imensas vezes. Porque o dia do pai é só mais uma data no calendário mas o amor deve ser dado a cada dia que passa. 
Não me canso de te agradecer, pai. Não me canso de te mostrar o quão és importante para mim. Sem ti eu não seria a pessoa que sou hoje. Sem os princípios, os valores e as lições que me transmitiste eu não seria o ser humano que tanto gosto de ser. Se hoje sou feliz, a ti o devo. Se hoje sou uma lutadora, é graças a ti. Se hoje sou o que sou, foi porque tu me ajudaste a sê-lo. Sem ti esta caminhada não seria a mesma coisa, aliás, nem sei se seria alguma coisa. Porque não me imagino nem quero imaginar sem ti por perto. Porque te quero acompanhar em todos os momentos da tua vida até seres velhinho e já não teres força para correr pela casa atrás dos teus netos. Porque te quero na minha vida para me acompanhares em todos os momentos, como sempre o fizeste. 
Obrigada pai, obrigada por me fazeres a pessoa mais sortuda do mundo! Obrigada por me dares a oportunidade de dizer ao mundo que tenho um pai de quem me orgulho e por quem era capaz de dar a vida! Obrigada por seres o que és e, acima de tudo, obrigada por dares tudo pelos teus filhos! És tudo aquilo que quero ser quando for mãe. Obrigada! Porque te amo e vou amar sempre.


sexta-feira, 18 de março de 2016

Finalmente de volta!

sexta-feira, março 18, 2016 3 Comments
Olá internautas!
Bem, passei por aqui para vos pedir desculpa pela minha ausência aqui no blog. A verdade é que esta foi, provavelmente, a semana mais complicada dos últimos tempos. Tive imenso trabalho e não me sobrou tempo nenhum para vir à net sequer. E quando o trabalho se une aos problemas pessoais, as coisas são ainda piores. Ainda me custa a acreditar que já é sexta-feira!
Finalmente a semana acabou e eu já estou em casa com a minha família e pronta para umas mini-férias bem merecidas.
A partir de amanhã os posts voltarão a ser  diários e as entrevistas irão voltar no sábado seguinte prometo!
Bom fim-de-semana leitores! :)

segunda-feira, 14 de março de 2016

Opinião: «Raising Helen»

segunda-feira, março 14, 2016 6 Comments

Raising Helen é uma comédia romântica datada de 2004 dirigida por Garry Marshall.

Este filme tem como protagonista Helen (Kate Hudson), uma jovem com uma carreira bem sucedida de moda e um estilo de vida que a faz estar permanentemente ocupada. Mas estes dias fantásticos na vida de Helen terminam quando ela é confrontada com a morte de uma das suas irmãs. Numa carta deixada por ela antes de morrer, Helen vê-se confrontada com o facto de ter de ficar com a custódia dos seus três sobrinhos: Audrey (15 anos), Henry (10 anos) e Sarah (5 anos). Este acontecimento gera uma imensa reviravolta na vida de Helen já que ela não tem o mínimo talento para ser mãe.
Convencida de que consegue tomar conta das crianças e manter o seu trabalho, Helen é rapidamente desmotivada pela sua outra irmã que lhe mostra que para ser mãe tem de impor regras e, por vezes, ser dura. O problema é que Helen tem tanto medo que os seus sobrinhos a odeiem que não consegue por-lhes limites, o que acaba por trazer-lhe consequências graves. Desta forma, Helen percebe que não consegue viver duas vidas tão diferentes e tem de tomar uma atitude, Dedica-se exclusivamente ao seu emprego e abdica das crianças ou muda completamente a sua vida?
Sinceramente, gostei bastante deste filme. Acho que, mesmo sendo uma comédia, nos transmite uma espécie de lição de vida. Afinal, Helen pode ser uma mulher bem sucedida mas um dia tem de abdicar disso. Acho que isto nos mostra que nem sempre as coisas são tão boas quanto pensamos. Podemos ter a vida perfeita mas um dia tudo isso pode mudar. Ou seja, temos de manter sempre os pés bem assentes na terra e não dar nada por garantido porque, a verdade é que, na vida nada está garantido. Tudo pode mudar de um dia para o outro assim como a vida da Helen. Por isso, não devemos desmotivar se não temos a vida que queremos porque isso pode mudar. Assim como não devemos ficar extremamente confiantes por termos o que sempre desejámos porque isso também pode ficar diferente. O mais engraçado da vida é que ela foge do nosso controle e está constantemente a mudar. E talvez sejam essas mudanças que nos fazem enquanto seres humanos.

domingo, 13 de março de 2016

Música da Semana #32

domingo, março 13, 2016 6 Comments

Infinity, dos One Direction é a música desta semana.
Esta é, sem dúvida, uma das minhas músicas favoritas. Uma das músicas que me inspira. Uma das músicas que me faz sentir imensas coisas e que me passa uma mensagem única. 
Já devem ter-se dado conta do meu gosto enorme por estes quatro rapazes. A verdade é que, para além de super talentosos, acho-os incríveis no que diz respeito a passarem o sentimento que é preciso ser passado em cada música. E admito que se tivesse de escolher uma música da banda para ser a minha preferida, eu nem sequer conseguia.


O que andam a ouvir internautas?
Já conheciam esta música?


sexta-feira, 11 de março de 2016

Descobrindo #1

sexta-feira, março 11, 2016 7 Comments


Há uns dias, o meu irmão mostrou-me este fantástico talento. Estou absolutamente rendida e acho que todos vocês deviam ficar a conhecê-lo!
É impressionante a quantidade de talentos que existem por aí, não é? E é ainda mais impressionante o talento deste homem que me faz sentir tranquila e calma sempre que o oiço! Estou completamente viciada! Sabe bem saber que existe alguém assim, capaz de nos deixar de lágrimas nos olhos mal abre a boca. Acho que ainda não vi uma única atuação sua que não me emocionasse! É tão bom que não consigo reagir de outra forma.


Já conheciam este talento?

quarta-feira, 9 de março de 2016

Psicodrama

quarta-feira, março 09, 2016 10 Comments
Na passada segunda-feira, a convite de uma grande amiga minha, fui participar num workshop de Psicodrama. Como sabem, sou muito ligada a estas coisas e queria matar um bocadinho das saudades que sentia deste tipo de atividades.
Para quem não sabe, o psicodrama consiste numa técnica psicoterapêutica individual realizada em grupo. A ação desenrola-se num palco que consiste num exercício ou jogo em que participa todo o grupo e tem por objetivo que cada pessoa desse grupo consiga partilhar naquele palco, e com os restantes participantes, as suas angústias e tudo aquilo que pertencia a um palco anterior- o palco da mente. Desta forma, o psicodrama surge como uma espécie de terapia que liberta o jovem -principalmente os jovens por ser na adolescência que a maior parte das angústias surgem- do seu "casulo". 
O que vos posso dizer desta experiência é que repetia durante dias, meses, anos... É fantástico porque foi apenas uma hora e meia e apetecia estar lá durante dias. É, sem dúvida, uma forma de nos libertarmos de nós próprios e de nos podermos expressar sem medos. Aconselho a toda a gente que ainda não teve a oportunidade de experimentar a que o faça porque vão ver que é daquelas experiências que se guardam para sempre!

segunda-feira, 7 de março de 2016

Opinião: «Fathers and Daughters»

segunda-feira, março 07, 2016 8 Comments


Fathers and Daughters é um drama dirigido por Gabriele Muccino que conta com a presença de atores como Russel Crowe, Amanda Seyfried e Kylie Rogers.

Jake é um escritor que vê a sua vida mudar após um acidente de automóvel que o deixa viúvo. O problema agrava-se quando, após o choque de ter perdido a mulher, passa por um colapso mental que faz com que seja internado e deixe a sua filha aos cuidados dos seus tios. Meses depois, quando regressa para ir buscar a sua filha, confronta-se com a notícia de que os tios a querem adotar e luta ao máximo para que não o consigam fazer. Desta forma, começa novamente a escrever livros como forma de ganhar algum dinheiro para sustentar a sua filha e poder dar-lhe uma vida melhor. E a verdade é que consegue... depois de morrer. Quando a sua filha ainda é pequena ele tem um ataque mortal e não consegue sequer saber que o seu livro foi um sucesso.
Quando ela cresce, não consegue lidar com a saudade e admite que o único homem que amou na vida foi o seu pai. Isto chega ao ponto de nunca se ter apaixonado e dormir com um homem diferente todas as noites pois não se sente capaz de amar ninguém e nem sabe como isso se faz. Até que conhece um jornalista que vai mudar tudo isso...
Achei este filme maravilhoso na medida em que nos mostra o quão intensa pode ser a relação entre um pai e uma filha. E digo-o porque vivo uma relação assim com o meu pai. É o meu melhor amigo e acho que nada é mais importante do que isso. Penso que este é aquele tipo de filmes que devem ser vistos por pais e filhos e depois refletidos porque nos transmite uma grande lição de vida. Afinal, não há amor mais forte do que aqueles que sentimos pela nossa família.




domingo, 6 de março de 2016

sexta-feira, 4 de março de 2016

Opinião: «The Lovely Bones»

sexta-feira, março 04, 2016 6 Comments

The Lovely Bones é um drama dirigido por Peter Jackson que conta com atores como Saoirse Ronan, Stanley Tucci, Mark Wahlberg...

Este filme conta-nos a história de Susie Salmon que, a 6 de dezembro de 1973, foi assassinada pelo seu vizinho, George Harvey. 
Susie era uma rapariga perfeitamente normal e feliz. Tinha uma vida aparentemente perfeita e era apaixonada por fotografia, fotografava todos os momentos da sua vida e o que ela mais queria era que os pais pudessem arranjar dinheiro para revelarem todos os seus rolos e ter as fotografias nas suas mãos. Mas, infelizmente, não conseguiu que isso acontecesse a tempo. 
O filme começa com a Susie a contar-nos a história da sua morte. Conta-nos acerca do seu primeiro amor e do facto de nunca ter conseguido sair com ele por medo de como seria o seu primeiro beijo. Quando finalmente o rapaz a convida para se encontrarem ao fim das aulas e ela aceita, no caminho de volta para casa é assassinada pelo seu vizinho, não comparecendo ao encontro e deixando todos preocupados pelo seu desaparecimento. Durante um ano, Susie não consegue ir para o céu porque sente que a sua missão na terra ainda não terminou. Os seus pais não conseguem viver com o facto de ainda não terem encontrado o assassino da sua filha e ela não consegue ir embora sem ver que os pais voltam às suas vidas normais. Um ano depois, o seu pai e a sua irmã começam a desconfiar do vizinho, George, e decidem fazer de tudo para encontrar provas para poderem incriminá-lo. Será que conseguem? E se eu vos disser que, mesmo depois de morta, Susie consegue fazer a única coisa que não fez em terra e beijar o seu primeiro e único amor? Sim, antes de ir para o caminho da luz, Susie consegue despedir-se de Ray!
Na minha opinião, este filme é simplesmente fantástico! Acho que, infelizmente, se vai manter sempre atual porque retrata uma realidade cruel que existe e vai sempre existir. Assassinos como o vizinho de Susie não existem só nos filmes. Por muito que nos doa admitir, há muitas Susie's que perderam a vida por culpa de muitos George's. E é por isso que considero que toda a gente devia ver este filme. Faz-nos pensar em tudo e mais alguma coisa, Faz-nos abrir os olhos e perceber que não acontece só aos outros. O perigo pode estar ao virar da esquina, pode estar mais perto do que pensamos. Mas, acima de tudo, também nos abre os olhos para a questão da justiça. Será que podemos mesmo confiar a 100% na justiça? Ou teremos de ser nós a procurar suspeitos e provas para os incriminar?

quinta-feira, 3 de março de 2016

quarta-feira, 2 de março de 2016

Raparigas Más: Mito ou Aparência?

quarta-feira, março 02, 2016 8 Comments
Já há alguns anos que nos deparamos com este mito de que as mulheres são piores que os homens. Mas será mesmo verdade? Será que as mulheres são realmente más ou será tudo apenas mera aparência?
Uma vez li uma frase de Thomas Fuller que dizia que “as mulheres, quando são más, são piores que os homens, porque a corrupção do que é melhor é sempre a pior das corrupções” e fiquei a pensar. Honestamente, eu concordo quando alguém me diz que nós, mulheres, conseguimos ser muito más. E não se trata de sermos piores ou melhores que os homens. Acho que isso varia imenso e, na generalidade, não consigo dizer-vos qual será o pior. Mas, por natureza sim, somos más. Não o digo por sermos más para com os homens mas exatamente pelo oposto. Mulheres são más para as outras mulheres. Eu faço parte daquela população que acredita que as mulheres não conseguem ser completamente verdadeiras umas com as outras e, nesse aspeto, os homens ganham-nos. Nós somos mais invejosas, mais ciumentas e somos mais competitivas umas com as outras. Sim, porque se em algum aspeto nós tivermos de competir, nós nunca vamos querer competir com o homem, vamos sempre querer ser melhores que aquela mulher que está a passar-nos à frente.
Penso que, na generalidade –e isto, salvando meras excepções, como é óbvio-, o sexo feminino é mais cruel. Porque é um começar a competir na cor do cabelo e terminar em coisas super banais e desnecessárias. Não digo que o façamos por mal ou porque as mulheres são seres humanos terríveis porque acredito plenamente que não o são. Apenas acredito que é a nossa natureza. Talvez porque os homens sejam tão mais corretos do que nós uns com os outros e nós precisemos de nos focar em alguém para “libertar” a nossa energia. E como sabemos que, lá no fundo, o sexo masculino nunca se iria importar com nós sermos ou não más para eles, nós atacamo-nos umas às outras porque sabemos que competição vai gerar competição e que mostrar algum sentimento negativo por alguma outra mulher vai fazer com que ela, de alguma forma, reaja a esse nosso comportamento.

Se me perguntarem porque é que penso desta forma, não vos saberei explicar. Penso que é o nosso comportamento. Talvez sejamos assim porque, enquanto não encontramos algo que nos preencha completamente, precisamos de descarregar a nossa falta de objetivos em alguém e usamo-nos umas às outras para isso. Mas também acredito que um dia isso acaba. Pode não ser em todas mas na maior parte talvez. Porque quando atingimos a felicidade, aprendemos a viver a nossa vida e a acreditar que ninguém é mais feliz que nós.

Artigo publicado em Repórter Sombra.

Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)