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sábado, 30 de abril de 2016

Adriano Diouf: «Desde pequenino que a música se manifestava em mim.»

sábado, abril 30, 2016 5 Comments
Os “The Guest” são um grupo vocal português composto por quatro cantores, apaixonados pelo pop clássico e world music. Pedro Rodrigues, Adriano Diouf, Hugo Baptista e Rúben Pires são os elementos desta banda que prometem dar muito ao mundo da música.


O último dos quatro elementos a dar-nos esta entrevista foi o Adriano Diouf. O músico que afirma sempre ter sonhado “fazer uma carreira no mundo da música como cantor”, vem falar-nos do seu gosto por este mundo, da sua experiência nos The Guest e dos seus projetos futuros enquanto membro da banda portuguesa.


Como é que surgiu o teu gosto pelo mundo da música?
Desde pequenino que a música se manifestava em mim. Não tenho assim uma ideia da idade ao certo, mas tenho memórias minhas a cantar músicas nos transportes públicos quando estava a caminho da escola, sozinho e/ou acompanhado pelos meus pais. Também, dizem-me os meus familiares, utilizava todos os momentos para cantar ou dançar em frente as pessoas, era bastante extrovertido.

Quando decidiste enveredar por este caminho puseste a hipótese de fazer parte de uma banda ou foi algo que aconteceu por acaso?
Sempre sonhei em fazer uma carreira no mundo da música como cantor. Quando surgiu esta hipótese lembrei-me de ídolos que admiro no mundo da música, que começaram em bandas e que hoje se tornaram o que se tornaram graças a um bom começo.

Como descreverias os “The Guest”?
Os The Guest são um quarteto de vozes masculinas que cantam em cinco idiomas, juntam harmonicamente vozes com amor pela música. Num género world music e numa sonoridade orquestrada que tencionam chegar aos quatros do mundo sem barreiras, tocando o coração dos apreciadores de boa música.

Como é que surgiu a oportunidade de fazeres parte desta banda portuguesa?
De certo modo acho que a oportunidade nasceu, nós já nos conhecíamos. Mesmo sendo de estilos um pouco diferentes, uma coisa ainda mais forte que amizade nos unia: o gosto pela música. Desse modo, decidimos fazer algumas experiências. Surgiram algumas ideias e foi a partir de as apresentarmos à POMOCREAT que os esboços se tornaram em realidade, eles (Paulo Julião e o André Ferreira) dirigiram-se às pessoas que poderiam fazer parte deste projeto e estruturá-lo da melhor maneira e então nasceu este quarteto -os The Guest.

O que achas que ela traz de novo ao mundo da música?
O facto de estarmos a cantar em vários idiomas, os temas que estamos a abordar nas nossas músicas e a sua orquestração, são fatores muito positivos que podem trazer algo de novo ao mundo da música, e cada um de nós tem algo de bom e único.

Consideras que uma banda de amantes de pop clássico faz falta em Portugal?
Há pessoas que apreciam o Pop Clássico em Portugal. Acredito que haver um quarteto que aborde este género musical poderá deixar os apreciadores do mesmo contentes e os que desconheciam poderão passar a disfrutar também.
Para além da vossa banda previligiar o pop clássico, também dá voz ao fado. A nível individual, o que é que tu pretendes trazer de novo para a banda sendo um dos quatro elementos?
O fado é uma das maiores riquezas de Portugal. É um privilégio abordar um género musical como este. Ao longo desta jornada de trabalho como elemento dos The Guest, eu tenho vindo a descobrir muitas coisas que me têm enriquecido como pessoa e artista. Confesso que este género musical também é algo de novo para mim, mas como elemento do grupo estou de corpo, alma, criatividade e dedicação em tudo o que faço ou possa fazer.

Se tivesses de eleger um tema vosso que tenha um significado especial para ti, qual escolherias?
Para além de todas as músicas serem únicas e especiais, o tema que tem um significado especial para mim é O Mundo. Talvez por ter sido o primeiro tema a ser gravado. Foi o que me fez conhecer a magia deste género musical e a sensação de sentir que posso tocar no coração das pessoas em diferentes idiomas.

No vosso trabalho podemos ouvir 5 idiomas diferentes. Na tua opinião, qual a importância desta diversidade de línguas nos vossos temas?
A diversidade de línguas é uma maneira de não haver barreiras ou limites para a compreensão das músicas que interpretamos e abranger o maior número de pessoas.

Já há quem vos classifique como os “Il Divo portugueses”. Como te sentes ao veres este tipo de reações por parte do público que vos ouve?
Compararem-nos com os IlDivo é algo bom. Desejo que possamos atingir uma carreira internacional como a deles. Mas em termos de comparação os nossos registos vocais são diferentes, abordamos os temas de maneiras diferentes mas tomarei sempre esta comparação como um grande elogio.

Para finalizar, o que é que podemos esperar dos “The Guest” daqui para a frente?
Sem dúvida algo inovador, que toque coração dos ouvintes dentro e fora de Portugal, utilizando a maneira que melhor sabemos expressar: a música.



Terminada esta entrevista resta-me agradecer ao Adriano pela sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.

sábado, 23 de abril de 2016

Pedro Rodrigues: «Acredito que viemos dar uma lufada de ar fresco aos ouvidos dos portugueses.»

sábado, abril 23, 2016 2 Comments
Os “The Guest” são um grupo vocal português composto por quatro cantores, apaixonados pelo pop clássico e world music. Pedro Rodrigues, Adriano Diouf, Hugo Baptista e Rúben Pires são os elementos desta banda que prometem dar muito ao mundo da música.

O terceiro dos quatro elementos a dar-nos esta entrevista foi o Pedro Rodrigues. O jovem que afirma que o seu gosto pela música “já vem desde criança”, fala-nos, nesta entrevista, de como enveredou pelo caminho da música e dos seus planos para o futuro enquanto membro desta banda portuguesa.


Como é que surgiu o teu gosto pelo mundo da música?
O meu gosto pela música já vem desde criança. Os meus pais sempre me deram a conhecer uma grande diversidade de estilos musicais e, talvez por isso, tenha hoje em dia um gosto musical bastante abrangente que passa por música brasileira, rock, fado, ópera, pop, rap, etc.
Quando decidiste enveredar por este caminho puseste a hipótese de fazer parte de uma banda ou foi algo que aconteceu por acaso?
A minha formação é como ator e felizmente tive a oportunidade de alargar a minha experiência nessa área. Só comecei a enveredar mais pelo canto e pela música quando comecei a fazer Teatro Musical. Fazer parte de uma banda não foi algo que eu tivesse definido como objetivo logo à partida, acabou por acontecer por acaso e estou muito feliz que assim o seja porque torna tudo muito mais genuíno e verdadeiro.
Como descreverias os "The Guest"?
Sou um bocadinho suspeito, mas diria que os The Guest são uma banda de pop clássico/worldmusic com muito bom gosto e aconselho vivamente a toda a gente.
Como é que surgiu a oportunidade de fazeres parte desta banda portuguesa?
O processo de construção dos The Guest foi muito engraçado e peculiar, até porque também a banda foi formada um bocado por acaso. Começou comigo e com o meu colega, Hugo Baptista, com a decisão de criar um projeto de música ao qual demos o nome "The Guest". Na altura, o objetivo era ser um projeto pop, e acabamos por convidar o Adriano Diouf e o Rúben Pires a juntarem-se a nós. E foi nesta sequência que acabamos por fazer uma proposta ao Paulo Julião e à produtora Pomocreat. Modificaram-se algumas coisas, tornamos o projeto mais clássico e orquestral, e foi a junção dos The Guest à Pomocreat que fez da banda o que vocês conhecem hoje.
O que achas que ela traz de novo ao mundo da música?
Traz sobretudo inovação e união. Para além de serem vários os nossos temas originais, temos também várias versões de músicas já conhecidas do público pelo mundo inteiro, o que pode vir a ser muito interessante. Gosto muito do resultado final e de como as nossas quatro vozes soam em conjunto. Espero que a opinião geral seja também nesse sentido.
Consideras que uma banda de amantes de pop clássico faz falta em Portugal?
Não deixamos de preencher uma lacuna no meio da música em Portugal mas, mais do que isso, acredito que viemos dar uma lufada de ar fresco aos ouvidos dos portugueses, não só pelo género musical mas também pelos vários idiomas cantados.
Para além da vossa banda previligiar o pop clássico, também dá voz ao fado. A nível individual, o que é que tu pretendes trazer de novo para a banda sendo um dos quatro elementos?
Nunca me considerei fadista e dificilmente alguma vez o serei, mas sinto que tenho vindo a crescer bastante como intérprete e como cantor desde que começámos esta grande aventura de gravar o nosso primeiro álbum. Tento sempre trazer ao de cima toda a minha formação e experiência como ator para interpretar os temas da melhor forma. Seja de que maneira for, tento sempre dar o melhor de mim e espero estar à altura do desafio.
Se tivesses de eleger um tema vosso que tenha um significado especial para ti, qual escolherias?
Eu estou muito contente com o resultado de todos os temas do nosso primeiro álbum porque todos eles têm uma razão de ser, não há nenhum tema que esteja simplesmente a encher ou só porque sim. Ainda assim, o tema que significa mais para mim é o tema "I Can't Let Go". Adoro a música em todos os sentidos, mas escolho esta música principalmente por ser de um compositor que admiro já há muitos anos, o Marc Shaiman, que compôs o musical "Hairspray" e a série "Smash", como tantos outros projetos que me dizem muito.
No vosso trabalho podemos ouvir 5 idiomas diferentes. Na tua opinião, qual a importância desta diversidade de línguas nos vossos temas?
A opção de trabalhar temas multilingues foi algo que surgiu logo no início e a opinião foi unânime. Efetivamente, o que tem mais importância numa música é a mensagem que se quer passar e se esta é ou não recebida por quem a ouve, independentemente do idioma cantado. Cantando o mesmo tema em vários idiomas faz com que consigamos passar a mensagem das músicas a muito mais pessoas pelo mundo e isso é maravilhoso.
Já há quem vos classifique como os "Il Divo portugueses". Como te sentes ao veres este tipo de reações por parte do público que vos ouve?
Primeiro que tudo sinto-me lisonjeado por ser comparado a artistas de renome do panorama internacional com carreiras de sonho como eles têm, mas de facto o nosso objetivo nunca foi nem será em função de outros artistas nem queremos ser considerados uma cópia de algo que já existe. Estamos a tentar traçar o nosso caminho à nossa maneira e da forma que acreditamos que deverá ser tomado porque gostamos muito do que fazemos.
Para finalizar, o que é que podemos esperar dos "The Guest" daqui para a frente?
O nosso primeiro álbum está quase a sair, falta mesmo muito pouco portanto fiquem atentos à nossa página de Facebook (www.facebook.com/TheGuestMusic) porque vamos ter novidades muito em breve. Além disso, vamos fazer parte da gala solidária da APADP no dia 30 de Abril, no Fórum Lisboa, às 21h. Apareçam, estão todos convidados.


Terminada esta entrevista resta-me agradecer ao Pedro pela sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.



sábado, 16 de abril de 2016

Hugo Baptista: «Foi algo que sempre procurei e pelo qual trabalhei muito para conseguir.»

sábado, abril 16, 2016 7 Comments
Os “The Guest” são um grupo vocal português composto por quatro cantores, apaixonados pelo pop clássico e world music. Pedro Rodrigues, Adriano Diouf, Hugo Baptista e Rúben Pires são os elementos desta banda que prometem dar muito ao mundo da música.
O segundo dos quatro elementos a dar-nos esta entrevista foi o Hugo Baptista. O jovem, que afirma ter nascido a “gostar de música e a querer cantar”, fala-nos da sua experiência enquanto membro desta banda assim como do que espera do futuro daqui para a frente.

Como é que surgiu o teu gosto pelo mundo da música?
Bom, penso que já nasci a gostar de música e a querer cantar. Lembro-me de em criança, com cerca de três anos, saber as músicas todas do Bryan Adams decor e de cantar nos cafézinhos da aldeia onde vivia na altura.
Quando decidiste enveredar por este caminho puseste a hipótese de fazer parte de uma banda ou foi algo que aconteceu por acaso?
Eu sempre quis ter uma oportunidade, portanto não foi algo que aconteceu por acaso. Foi algo que sempre procurei e pelo qual trabalhei muito para conseguir.
Como descreverias os “The Guest”?
É uma banda com uma produção musical muito exigente, que mistura o pop clássico com elementos de fusão como o fado; um projecto multilingue, com compositores nacionais e internacionais. É composto por um quarteto de rapazes extremamente versáteis em termos técnicos e interpretativos, humildes, dedicados, companheiros, honestos e verdadeiros na mensagem a transmitir ao público.
Como é que surgiu a oportunidade de fazeres parte desta banda portuguesa?
Foi uma oportunidade "projetada". Em 2013, eu e o meu colega Pedro Rodrigues, decidimos criar um projeto com o intuito de compor temas originais. Estivemos durante algum tempo em processo de composição musical, criação, e chegámos a realizar alguns concertos. Decidimos então convidar o Adriano Diouf para fazer parte, assim como to Rúben Pires. Em 2014, e porque queríamos ser acompanhados por uma equipa que nos ajudasse a encontrar o melhor caminho, apresentámos o projeto ao Paulo Julião, atualmente nosso manager e representante da Pomocreat, e é a partir daí que a Pomocreat tem estado à frente do projeto,  tendo sido desenvolvido este novo conceito mais dinâmico e especial, muito mais clássico e de fusão. Até esse momento o projeto era absolutamente Pop.
O que achas que ela traz de novo ao mundo da música?
É uma banda com uma grande produção musical, levada a cabo pelo José Castanheira, Produtor e Director Musical dos The Guest, que mistura um ambiente clássico com elementos de fusão como o fado; um projeto multilingue, cantado em cinco idiomas com compositores nacionais e internacionais. Cada um dos cantores tem um background completamente diferente, desde gospel, rock, soul, pop, teatro musical, que imprime nos temas uma autenticidade e uma sonoridade completamente diferente.
Consideras que uma banda de amantes de pop clássico faz falta em Portugal?
Absolutamente! É um espaço que ainda não foi preenchido e queremos muito ocupar esse estatuto e ser reconhecidos no nosso país, mais especialmente ainda, depois de ter estado a ser emitido um Documentário nosso no Allegro HD na América Latina e no EuroChannel em toda a Europa. Desejamos poder oferecer tudo o que temos de melhor para o nosso Portugal.
Para além da vossa banda previligiar o pop clássico, também dá voz ao fado. A nível individual, o que é que tu pretendes trazer de novo para a banda sendo um dos quatro elementos?
O Fado, claro. É a impressão digital do povo português, é a melhor forma de exprimir a saudade e a tristeza mas também o amor e a felicidade. O Fado está presente na vida de cada um independentemente do background, por exemplo, eu tenho um background de RockPop e R&B, ao longo da minha vida passei por bandas e projetos musicais que vão desde o Metal Melódico ao Gospel e também estudei e fiz teatro musical. No entanto, esta pluralidade de ambiências possibilita criar uma identidade mais complexa, recheada de boas aprendizagens que posso transmitir e imprimir enquanto canto. Cada um de nós tem uma identidade muito marcada, nota-se quando escutamos as gravações em estúdio.
Se tivesses de eleger um tema vosso que tenha um significado especial para ti, qual escolherias?
É difícil escolher, especialmente porque provavelmente escolheria todos. Todos os temas foram gravados em momentos diferentes da minha vida e por esse motivo haverá sempre alguma canção que por um motivo ou por outro tem um significado especial. Mas vou eleger duas: “O Mundo”, porque foi o nosso início, o primeiro tema que gravámos e porque era a canção favorita do meu avô. E o “Tudo e Tao Pouco” porque, infelizmente perdi o meu avô e esta canção fala exatamente disso, da perda, do facto do amor ser tudo, mas ainda assim ser tão pouco quando quem amamos já partiu.
No vosso trabalho podemos ouvir 5 idiomas diferentes. Na tua opinião, qual a importância desta diversidade de línguas nos vossos temas?
A diversidade dos idiomas permite-nos chegar a mais pessoas, permite-nos quebrar barreiras culturais ou geográficas, permite-nos difundir a nossa mensagem e demonstrar que não existem limitações geográficas ou linguísticas que impeçam ou perturbem a beleza de um tema musical e da sua mensagem. Além disso, é muito bonito ouvir temas cantados em vários idiomas e perceber como, incrivelmente, tudo se funde de forma tão natural.
Já há quem vos classifique como os “Il Divo portugueses”. Como te sentes ao veres este tipo de reações por parte do público que vos ouve?
Sinto-me claramente honrado, é um enorme elogio quando alguém nos classifica dessa forma. Os Il Divo têm uma carreira internacional notável, de vários anos, que continua em ascensão. Encaro como sinal do enorme carinho demonstrado pelo público que nos ouve e é sinal de que reconhecem nos The Guest uma grande qualidade musical e artística.
Para finalizar, o que é que podemos esperar dos “The Guest” daqui para a frente?
Bom, estamos sempre a trabalhar para inovar, para melhorar, para encontrar novos métodos de trabalho. Tudo é um processo de crescimento e maturação e, neste momento, estamos numa fase muito especial, estamos prestes a lançar o nosso primeiro álbum intitulado “Maria”, já no próximo dia 29 de Abril, nos locais habituais, pelo que estamos em fase de promoção. Poderão acompanhar todas as novidades na nossa página de Facebook: “The Guest Music” ou mesmo no nosso site www.theguestmusic.com

Terminada esta entrevista resta-me agradecer ao Hugo pela sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Rúben Pires: «Tentamos sempre ultrapassar as barreiras que separaram as pessoas e levar até elas uma mensagem através da nossa música.»

sexta-feira, abril 08, 2016 22 Comments
Os “The Guest” são um grupo vocal português composto por quatro cantores, apaixonados pelo pop clássico e world music. Pedro Rodrigues, Adriano Diouf, Hugo Baptista e Rúben Pires são os elementos desta banda que prometem dar muito ao mundo da música.

O primeiro dos quatro elementos a dar-nos esta entrevista foi o Rúben Pires. O jovem natural de Lisboa, que foi o último a integrar o grupo, fala-nos do seu gosto por este mundo e das expectativas que tem acerca dos “The Guest”.



Como é que surgiu o teu gosto pelo mundo da música?
O meu gosto pelo mundo da música já vem comigo desde criança, sempre fui fascinado pelo mundo das artes. 

Quando decidiste enveredar por este caminho puseste a hipótese de fazer parte de uma banda ou foi algo que aconteceu por acaso?
Bem, sempre sonhei em puder trabalhar nesta área e sempre tive o "bichinho" de pertencer a um grupo.

Como descreverias os “The Guest”?
Para mim os “The Guest” são algo novo no panorama musical Nacional, tentamos sempre ultrapassar as barreiras que separaram as pessoas e levar até elas uma mensagem através da nossa música.

Como é que surgiu a oportunidade de fazeres parte desta banda portuesa?
Fui o último a integrar o grupo, o convite foi feito por 2 dos membros do grupo.

O que achas que ela traz de novo ao mundo da música?
Acima de tudo, é música feita com muita paixão!

Consideras que uma banda de amantes de pop clássico faz falta em Portugal?
Claro que sim. Há muito pouca oferta a nível nacional para os amantes deste género!

Para além da vossa banda privilegiar o pop clássico, também dá voz ao fado. A nível individual, o que é que tu pretendes trazer de novo para a banda sendo um dos quatro elementos?
Tento sempre trazer um pouco da minha experiência de vida, e de mim, através de cada uma das minha interpretações.

Se tivesses de eleger um tema vosso que tenha um significado especial para ti, qual escolherias?
Não consigo escolher apenas um tema. Todos eles tem um significado especial para mim, cada um à sua maneira.

No vosso trabalho podemos ouvir 5 idiomas diferentes. Na tua opinião, qual a importância desta diversidade de línguas nos vossos temas?
Como referi anteriormente, queremos quebrar as barreiras da comunicação e conseguir chegar a toda a gente através de uma linguagem universal, a Música.

Já há quem vos classifique como os “Il Divo portugueses”. Como te sentes ao veres este tipo de reações por parte do público que vos ouve?
Para mim, é um privilégio enorme o grupo ser comparado a artistas com tão boa qualidade musical e com carreiras tão sólidas no mundo da musica.

Para finalizar, o que é que podemos esperar dos “The Guest” daqui para a frente?
Vão haver muitas surpresas, e do que depender de nós, iremos sempre dar o nosso melhor para dar ao público boa música. 


Terminada esta entrevista, resta-me agradecer ao Rúben por toda a sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.


Até logo, Diamond!

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