domingo, 31 de julho de 2016

Música da Semana #47

domingo, julho 31, 2016 4 Comments

Sou uma eterna apaixonada por covers. Por vezes não gosto da música original mas amo alguns covers que oiço dessa música.
Neste caso, a Stitches, do Shawn Mendes, é das minhas músicas favoritas. De todos os covers que já ouvi, este é o meu favorito. O Alex Goot interpreta-a de uma forma fenomenal e tem uma voz incrível. Estou completamente viciada! 

sábado, 30 de julho de 2016

Mário Pedrosa: «Adoro ouvir os aplausos, entram no meu organismo como de oxigénio se tratasse.»

sábado, julho 30, 2016 3 Comments
Mário Pedrosa é um jovem apaixonado pelo mundo da música. Começou por cantar em bares e em diversas cidades mas, em 2012, decidiu arriscar-se no mundo televisivo. O programa “Ídolos” foi o seu primeiro teste. E, apesar de não ter chegado às galas em direto, conseguiu surpreender os jurados com a sua voz.
Em 2014, decidiu voltar aos ecrãs no programa “The Voice”, na RTP1, onde, com a ajuda do seu mentor Mickael Carreira, ganhou mais experiência e aprendizagens. Mas é em 2015 que a sua vida muda para melhor. O seu regresso ao programa “Ídolos”, na SIC, garantiu-lhe um lugar nas galas em direto. Mário ficou em 8º lugar do programa e conquistou o público com a sua voz e talento.
Nesta entrevista, Mário fala-nos da sua experiência no mundo da música e promete-nos muitas surpresas relativamente ao futuro.



Como surgiu o teu gosto pela área da música?
Tudo começou nos meus 13/14 anos, quando um primo meu me apresentou um curioso instrumento com o nome de Guitarra. Ele já o conhecia há algum tempo e ensinou-me os primeiros acordes. Fiquei fascinado e logo o bichinho da música começou a crescer dentro de mim. Mais tarde, os meus pais surpreenderam-me oferecendo-me uma guitarra. Prontamente me dediquei ao instrumento, aprendendo através da Internet alguns acordes, algumas das minhas músicas favoritas, até que senti que faltava alguma coisa: cantar!

E quando é que começaste a cantar mais a sério?
Após uns meses, senti que a guitarra me sabia a pouco! Então comecei a cantar para acompanhar a guitarra. Foi aí que me apercebi que dava "uns toques" a cantar. Mais tarde, os meus pais, os meus amigos, aperceberam-se que eu cantava bem, e aceitando de bom agrado as opiniões, comecei a dar mais atenção à minha voz e ao meu canto.

Cantares em bares e em diversas cidades permitiu-te ir conquistando o público aos poucos. Como te sentiste quando começaste a ver o público a reagir à tua voz?
Quando comecei a dar os meus primeiros concertos ficava com algum receio, nervosismo, horas antes de entrar em palco. Acho que é um sentimento mútuo em todos os cantores, quer seja no inicio da carreira, como no último concerto das suas vidas. Mas apesar de toda essa mistura de sentimentos, conseguia aguentar-me firme, e logo após a primeira música, deixava o nervosismo de lado e a resposta do público era incrível! Nestes 6/7 anos de carreira, passei a ser adorado em várias cidades, sendo convidado várias vezes por ano a ir lá atuar. Adoro ouvir os aplausos, entram no meu organismo como de oxigénio se tratasse.

“Que experiência!” foi a forma como descreveste a tua primeira experiência no “Ídolos”. O que aprendeste nessa tua breve estadia no programa?
O “Ídolos”, em 2012, foi o meu primeiro teste. Após treino intensivo durante uns meses, e após os meus primeiros 3/4 concertos, decidi arriscar e saber a opinião de pessoas mais experientes e profissionais. Correu muito bem, tendo em conta a falta de experiência que tinha e sendo eu um jovem com apenas 17 anos! Passei a primeira fase com 3 respostas positivas por parte de Pedro Abrunhosa, Tony Carreira e Bárbara Guimarães. As opiniões dos jurados deram-me muita força de vontade de aprender mais e mais confiança para as próximas fases. Chegando à fase do teatro, (os três dias infernais) passei o primeiro e o segundo dia, sendo eliminado no 3º, por falta de energia, e de voz também. Não estava habituado a cantar 3 dias seguidos e não aguentei... Mas foi uma experiência fantástica, aprendi a cantar em grupo, tive algumas aulas de canto e sinto que evolui imenso.



Em 2014 participaste no “The Voice”. O que guardas dessa experiência?
A experiência no The Voice, apesar de curta, foi recheada de conhecimento, experiência e aprendizagem. Conheci grandes influências da música portuguesa como a Marisa Liz, Mickael Carreira, Rui Reininho e Anselmo Ralph. Aprendi muito com eles, principalmente com o Mick que, no programa, era o meu mentor. Tínhamos também alguns professores de voz que nos ajudavam nos ensaios, e até momentos antes de entrarmos em palco.

Em 2015 regressas aos ecrãs e conquistas toda a gente. Que expectativas levavas quando foste ao casting do “Ídolos"?
Em 2015, quando participei no Ídolos pela segunda vez, tinha como objetivo chegar até à primeira gala! Foi a minha melhor prestação comparada aos programas anteriores, devido a uma maior experiência e maturidade da minha parte. Atingi e superei o meu objetivo, ficando em 8º lugar, dentro de 12 mil participantes.

Infelizmente foste eliminado na quarta gala do programa. O que achas que ditou a tua saída?
Para além da falta de votos (que é o motivo mais óbvio), acho que devia ter alterado a escolha da música, alargar os meus horizontes e escolher outro estilo musical. Mas mesmo assim, penso que dei o meu melhor, todas as semanas, e orgulho-me disso.
O que mudou na tua vida pessoal e profissional após o programa?
Após este programa, a minha vida mudou muito a nível profissional. Mais concertos, mais entrevistas e novos projetos. A minha massa de fãs e seguidores cresceu imenso e o apoio que eles me dão é incrível. Dão-me muita força para seguir o meu sonho de ser artista profissional.

E no que diz respeito ao futuro, podemos esperar novidades? Onde te podemos encontrar?
Sim, apesar de não me ser possível abrir muito mais sobre o assunto, vão sair novidades, e das boas! Enquanto não saem, podem encontrar-me no YouTube, onde lanço vídeos com covers e e uma música original que lancei no Natal, com uma grande amiga, Claúdia Pascoal! Pesquisem Mário Pedrosa no YouTube, certamente aparecerá! Podem também encontrar-me no facebook (www.facebook.com/mariopedrosaoficial) e no instragram (mariopedrosa.oficial).



Terminada esta entrevista resta-me agradecer ao Mário por toda a sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.






sexta-feira, 29 de julho de 2016

Opinião: «Inside Out»

sexta-feira, julho 29, 2016 3 Comments

Inside Out é um filme de animação de 2015 produzido pela Pixar Animation Studios e lançado pela Walt Disney Pictures.

Este é, sem dúvida, um dos melhores filmes de animação que já vi. A história passa-se na mente de uma menina -que podia ser qualquer um de nós. Nessa mente temos as emoções (neste caso a alegria, a tristeza, o medo, a raiva e o nojo) e o que estas emoções fazem é conduzir a vida da menina. Tudo está perfeito até que os pais da menina decidem mudar de cidade. A alegria tenta ajudar a menina a sentir-se melhor com essa mudança mas a tristeza destrói todas as suas boas memórias e faz com que a menina se vá isolando cada vez mais. A raiva, o nojo e o medo tentam consolar a menina mas acabam por fazê-la distanciar-se cada vez mais dos pais e dos amigos, levando-a mesmo a fugir de casa. A alegria faz de tudo para ajudar a menina e restaurar todas as suas boas memórias mas sem sucesso. Riley tinha perdido tudo. A escola, os amigos, o desporto e até a família. Deixou tudo para trás e todas as suas boas memórias foram postas de parte entrando num total estado de solidão que a alegria não conseguiu restaurar. O mais curioso é que a Riley foi salva mas não pela alegria como qualquer um de nós pensaria. Quem a salvou foi a tristeza. A tristeza reinstalou as memórias base na mente de Riley, o que fez com que ela voltasse a casa. Assim que vê os seus pais, começa a chorar confessando-lhes que sente falta da antiga casa e que não suporta estar ali. Os seus pais confortam-na e, juntas, a alegria e a tristeza criam uma nova memória para a menina a partir daquele momento. Um momento que deveria ser triste mas que se tornou feliz. 
A conclusão mais clara que tirei deste filme é que, ao contrário do que muita gente pensa, a tristeza não é uma coisa má. Aliás, a tristeza é a emoção mais necessária de todas. Sem tristeza não haveria alegria, essa emoção que todos nós procuramos. A tristeza é essencial em todos os campos. É ela que nos move. É ela que nos faz levantar e voltar atrás quando estamos prestes a cometer erros. É ela que nos torna mais fortes e, acima de tudo, é ela que molda a nossa personalidade. A alegria é o sentimento que mais desejamos e isso não significa nunca que este seja o mais importante. É aquele que nós queremos sentir e o que procuramos o tempo todo, só isso. Mas se não fosse a tristeza nós nunca conseguiríamos encontrá-lo. Por isso é que não acho correto negarmos a tristeza, talvez ela seja demasiado essencial para não ser sentida de vez em quando.
Isto para vos dizer que este filme é daqueles que mais me fez refletir até hoje e tenho a certeza que vai chegar ao coração de cada um de vós. Depois de o ver, ganhei uma visão completamente diferente acerca da mente humana e da forma como lidamos com as nossas emoções. Aliás, agora acho que não somos nós quem lida com as emoções. Elas é que lidam connosco. O nosso trabalho é apenas saber ouvi-las e seguir os conselhos que elas nos dão quando percebem o que é o melhor para nós. Nunca as devemos culpar por nada do que aconteça connosco porque se aconteceu é porque foi necessário. E se foi necessário, vai fazer-nos bem em algum momento da nossa vida.

Já viram o filme, internautas?
O que acharam? :)

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Brincar é crescer e crescer é evoluir

quinta-feira, julho 28, 2016 7 Comments
Brincar é algo que faz parte da natureza inata de cada criança. E não só. Se há coisa que nos faz identificar com os restantes seres vivos são as brincadeiras.
Todos gostamos de brincar sejamos nós crianças ou não. Mesmo quando somos adultos só não pegamos nas barbies que estão na arrecadação e não jogamos à macaca porque “não é para a nossa idade”. Eu acredito que não há uma idade para a brincadeira, afinal, brincar é saudável e faz-nos felizes e, por isso, porque raio temos nós de parar de brincar só porque nos tornamos adultos? O desafio para um adulto deve ser manter a jovialidade dentro de si, afinal, todos temos em nós uma eterna criança, certo? Na realidade, a questão que se coloca quando falamos de “brincar” é a forma como muitos pais encaram isso no que diz respeito às suas crianças. Infelizmente, há muitos pais que ainda não levam a sério a “brincadeira”. Para eles, brincar é só isso, uma brincadeira, nada mais. E depois ouvem-se comentários do género “para de ser criança, já não tens idade para essas brincadeiras, és um homem e um homem não brinca” ou “a vida não é brincar, deixa-te dessas coisas e cresce”. Sim, já ouvi muitos comentários destes dos pais para os seus filhos e senti pena. Pena porque esses pais não percebem que brincar é o que os torna adultos. Adultos saudáveis, ativos e felizes, diria eu. Brincar é super importante no que diz respeito ao crescimento e desenvolvimento de uma criança.
A verdade é que quando vamos para a escola, começamos a desenvolver o nosso cérebro mais “a sério”. Aprendemos a contar, a escrever o nosso nome e uma série de coisas que são o início do nosso amadurecimento. E é isso que todos os pais procuram, que os filhos sejam inteligentes e que absorvam tudo o que lhes é ensinado e para isso não pode haver espaço para brincadeiras porque isso é uma distração. Enganam-se. Há brincadeiras e brincadeiras. As brincadeiras de que aqui falo não são as tardes passadas ao computador ou os jogos dos telemóveis. São brincadeiras a sério. Infelizmente, já não se vêem muito porque a maior parte dos pais só quer ver os seus filhos distraídos e ocupados e se para isso estes estiverem agarrados a um computador, tudo bem. Não, não é isso que é saudável. Saudável é jogar às escondidas. É saltar à corda ao ar livre, jogar futebol com os amigos e fazer corridas. Saudável é cair ao andar de bicicleta e fazer feridas nos joelhos depois de tanto rebolar pelo chão. É destas brincadeiras que falo. Brincadeiras que levam os vossos filhos para fora de casa. Têm a certeza que não contribuem para o desenvolvimento deles? Claro que sim! Não são só “brincadeiras de miúdos”! Todas estas atividades fazem com que as crianças se desenvolvam porque vão interagir com outras crianças, vão aprender que quando caírem na vida vão ter de aprender a levantar-se sozinhos tal como quando caem da bicicleta. Vão aprender que as feridas nos joelhos saram e que as feridas que a vida lhes vai trazer no futuro vão sarar também. Vão aprender que por mais que joguemos às escondidas acabamos sempre por ser encontrados e que a vida funciona como cada brincadeira que eles têm. Enquanto são crianças podem não entender. São apenas jogos. Mas quando começam a crescer começam a relacionar essas brincadeiras com cada situação que lhes vai acontecendo na vida e é aí que está o desenvolvimento.

Eu já fui criança, já caí, já fiz feridas nos joelhos e já chorei por querer brincar mais na rua e não poder porque estava na hora de ir dormir. Se isso me ajudou? Muito. Hoje vivo a vida de acordo com as memórias que tenho da minha infância. Infância essa que eu acho que se está a perder em prol dos computadores, dos telemóveis e de todas essas tecnologias que incentivam as crianças a estar fechadas em casa o dia todo. Se há coisa que a minha infância me ensinou é que brincar na rua ensina-nos mais do que possamos imaginar, ensina-nos a defendermo-nos e a protegermo-nos da vida. E se há coisa que vou fazer aos meus filhos é incentivá-los a largar as tecnologias e a brincar “à moda antiga”, na rua, com uma bola ou bicicleta, com carros telecomandados e trotinetes. Porque a infância é tão bonita e nós só nos apercebemos quando crescemos. Por isso, pais, se estão a ler isto, deixem as vossas crianças brincar. Não gritem se eles chegam a casa todos sujos. Chegar a casa sujo é a melhor coisa que uma criança pode fazer e sabem porquê? Porque significa que esteve a brincar. E quantas crianças hoje não brincam. Mal elas sabem que a felicidade da vida está nas pequenas brincadeiras e que ser adulto se torna tão aborrecido.

Publicado em: Repórter Sombra


quarta-feira, 27 de julho de 2016

Nelson Freitas lança novo single

quarta-feira, julho 27, 2016 3 Comments

No passado dia 22 de julho, Nelson Freitas lançou o seu novo single intitulado "My Feelings". Esta canção conta com a colaboração de Mikkel Solnado e é mais um êxito do álbum "Four". O videoclip foi gravado na Ilha do Pessegueiro e traz-nos o som ideal. 
Nelson Freitas é, assim, um dos artistas mais populares da atualidade e traz uma sonoridade única e diferente que o leva aos melhores palcos, como o Sumol Summer Fest ou o Sol da Caparica. A sua digressão encerra no Campo Pequeno, em Lisboa.

Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)