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terça-feira, 7 de junho de 2016

«E se fosse consigo?» Violência Doméstica

terça-feira, junho 07, 2016 4 Comments


"Violência Doméstica" foi o tema do oitavo programa "E se fosse consigo?".
Não pude não assistir ao programa porque é um tema que me choca imenso. Acho absurdo que em pleno século XXI ainda haja quem pense que um casamento significa expormo-nos a situações que vão contra os nossos princípios ou vontades. 
Não pude conter a minha revolta ao ouvir uma mulher dizer que o seu marido a obrigava a ter relações sexuais com ele contra a sua vontade porque era a obrigação dela enquanto mulher dele. Ridículo. Um casamento exige sacrifícios de ambas as partes, significa que temos muitas vezes de fazer opções e tomar decisões conjuntas, mas não exige obrigações. Ninguém é obrigado a nada porque um casamento não deve tirar a individualidade de ninguém. Como seres humanos individuais temos o direito de tomar as nossas próprias decisões e fazermos o que nós queremos sem que ninguém nos impeça. 
Na minha opinião, muitas pessoas usam o casamento como desculpa para tudo. Uma desculpa esfarrapada, diria eu. Tiram a beleza daquilo que -para quem pensa como eu- é um casamento, Um casamento devia ser uma união entre duas pessoas que se amam e que querem construir uma família. Uma união pura, simples, bonita e baseada numa liberdade conjunta. Liberdade, é essa a palavra, Liberdade de terminar uma relação quando esta já não estiver a resultar e de ir embora quando já não se sentir feliz.
A violência não deve ser usada em situação alguma! Mas ainda menos num casamento, uma união onde é suposto haver amor. Porque raio é que há pessoas que dizem que batem porque amam? Não percebem que a violência é o oposto extremo do amor? 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

«E se fosse consigo?» Os jovens e o álcool

quarta-feira, junho 01, 2016 7 Comments

Se há coisa que é bastante atual e que tende a continuar assim é o excesso de álcool por parte dos jovens. Esta problemática foi abordada na passada segunda feira no programa "E se fosse consigo?", na SIC.
Como sempre, dois atores foram para a rua em plena luz do dia. O rapaz, completamente alcoolizado, insistia com a namorada que queria conduzir o carro. A namorada, em contrapartida, não o deixava pegar na chave por alegar que seria perigoso conduzir naquele estado. Muitos foram os que passaram pelos jovens e nada fizeram. Outros pararam e ameaçaram chamar a polícia se o jovem decidisse conduzir sob o efeito de álcool.
A verdade é que, cada vez mais, os jovens pensam que para se integrarem ou divertirem precisam de beber álcool até não poder mais. Custa-me que assim seja. Sempre que alguém bebe e decide conduzir não está só a pôr em risco a sua vida mas a dos outros. Não me importa se alguém não tem maturidade suficiente para cuidar de si, se prefere fazer coisas ridículas só porque é "fixe" ou se acha que beber até cair para o lado é que está a dar. Mas importa-me que isso venha a prejudicar outras pessoas. Pessoas inocentes que estão a fazer a sua vida normalmente e que morrem num acidente de viação antes mesmo de poderem chegar a casa só porque alguém sem a mínima noção achou que podia pegar no carro completamente bêbado. Custa-me que pessoas percam a vida por culpa das ações de outras. É triste e não faz sentido. Não faz sentido que uma família fique destruída porque alguém não soube medir as consequências.
Por isso, por favor, parem para pensar e não cometam um erro que não só pode tirar a vida dos outros como a vossa própria vida! A vida é uma dádiva. Todos os dias morrem imensas pessoas que preferiam continuar aqui, a viver. E cada um de nós tem a sorte de estar vivo e nem sempre sabemos aproveitar isso. Tudo pode ser feito desde que com limites. Por isso, façam o que têm a fazer, bebam, divirtam-se, mas sempre com limites.

terça-feira, 24 de maio de 2016

«E se fosse consigo?» Maus tratos a idosos

terça-feira, maio 24, 2016 4 Comments

"Maus tratos a idosos" foi o tema do programa "E se fosse consigo?", da passada segunda-feira. Um idoso e uma mulher que trata dele no meio da rua onde milhares de pessoas passam. A mulher trata mal o idoso negando-lhe água e chamando-lhe "velho caquético", afirmando que nem a filha quer saber dele porque ele é um chato. Os maus tratos e as palavras agressivas usadas pela mulher são mais do que suficientes para que a polícia tenha de ser chamada ao local mas são muitos os que passam e ignoram a situação. 
Por outro lado, fiquei bastante surpresa com algumas reações. Uma mulher viu a situação e seguiu caminho mas, passado uns minutos, volta com uma garrafa de água na mão para dar ao senhor e afirma que vai chamar a polícia. Quando se apercebe que tudo se tratava de um programa de televisão, a senhora começa a chorar e diz que lhe custou muito ver a forma como a mulher estava a tratar aquele idoso porque tinha perdido o seu pai há pouco tempo e acha absurdo que as pessoas sejam capazes de tratar assim uma pessoa mais velha. Muitos foram aqueles que passaram e disseram "um dia a senhora também vai chegar lá, vamos todos ser velhos". Uma coisa que me deixou a pensar. Há tantos velhos (e sim, eu digo velhos, porque ser velho não é uma ofensa, é uma dádiva) que são abandonados pelas suas famílias, maltratados e roubados. Será que as pessoas que os fazem não pensam que um dia vão estar na mesma situação? Também não se vão conseguir mexer, vão ter dores pelo corpo todo e, quem sabe, doenças que surgem com a idade. Eu acho, sinceramente, que as pessoas não param para pensar que, um dia, também elas vão precisar que alguém cuide delas, que lhes faça companhia e que lhes dê motivos para aproveitar os últimos dias da sua vida com um sorriso na cara. Mas parece que as pessoas se esquecem disso. Acham que vão ser novas e independentes para sempre. Acham-se donas do mundo e, por isso, os mais velhos já não importam. Mas importam sim. As pessoas que hoje são velhas, ontem foram os jovens que ajudaram o nosso país a evoluir, foram médicos, advogados, eletricistas, professores, e tantas outras coisas. Eles deram o seu contributo ao país e ao mundo e não merecem acabar a sua vida sozinhos e maltratados. Não depois de uma vida repleta de esforço e trabalho.
Os idosos não são um "peso". Como disse um senhor -e muito bem- no programa "os mais velhos são bibliotecas". E como qualquer biblioteca merecem ser preservados e valorizados porque é fácil abandonar, maltratar e desprezar. Difícil é dar amor e retribuir tudo aquilo que algum dia eles fizeram por nós.


quarta-feira, 18 de maio de 2016

«E se fosse consigo?» Violência no namoro

quarta-feira, maio 18, 2016 7 Comments

Violência no namoro foi o tema abordado no programa "E se fosse consigo?", da passada segunda-feira.
Sinceramente, de todos os temas que já foram apresentados este foi aquele em que eu estou mesmo à espera de ver mais reações por parte do público porque acredito que, quando se trata deste tipo de violência, as pessoas conseguem agir mais rapidamente do que com os temas dos programas anteriores. Isto passa-se porque os outros programas referiam-se, sobretudo, a preconceito (homofobia e racismo) e, nesse aspeto, acho que, infelizmente, ainda vivemos num país onde as pessoas dizem que "aceitam" mas lá no fundo não conseguem respeitar sequer. Neste caso, ver um namorado a agredir verbalmente e fisicamente a namorada em plena rua, fez com que muitas pessoas manifestassem o seu desagrado e algumas chegassem mesmo a chamar a polícia. Confesso que fiquei bastante contente com o que vi. Pessoas mais velhas, jovens, raparigas, rapazes e até mesmo pessoas de outras nacionalidades, não conseguiram ficar indiferentes quando viram um rapaz chamar nomes e gritar com a namorada enquanto lhe tentava tirar o telemóvel para ver as suas mensagens. "És mau rapaz", foi um dos comentários que uma senhora fez antes de ligar para a polícia. "Ela vem connosco", foi outros dos comentários proferido por um grupo de raparigas que tiraram a vítima do local. Como era de esperar, ainda houve muita gente que passou e ignorou a situação por não saber o que fazer mas o número de pessoas que decidiu ajudar a rapariga foi bastante superior. Deixou-me feliz. Feliz porque já se começa a perceber que os jovens já conseguem identificar situações de violência no namoro. Ainda há uma elevada percentagem de casais jovens que consideram que ver as mensagens do parceiro, decidir que roupa o parceiro não pode vestir ou impedi-lo de ver os seus amigos, não é violência. Mas é. E esta cena realizada por dois atores num jardim mostrou como um namorado exigir ver as mensagens do telemóvel da sua namorada, só por si, já é um ato violento. Por vezes esse é só o primeiro sinal da violência. Primeiro o telemóvel, depois os amigos, depois a roupa e por fim, o primeiro estalo. Às vezes isto é um ciclo. Aliás, a violência no namoro é um ciclo. É um "desculpa, não vai voltar a acontecer" que se vai repetir até que a vítima tenha coragem de pôr um ponto final nesta situação e pedir ajuda.
Mais uma vez, felicito a SIC por este programa excelente que nos mostra estas realidades. Cada programa me faz relembrar de que estas coisas existem e por vezes estão bem perto dos nossos olhos e nós não vemos porque somos demasiado distraídos ou então vemos e ignoramos. E é uma pena que estejamos tão preocupados com coisas secundários e que nos esqueçamos que há muitas situações destas a acontecer no nosso país e que a nossa ajuda é fulcral para que elas parem ou, pelo menos, abrandem.

Têm seguido o programa, internautas?

segunda-feira, 9 de maio de 2016

«E se fosse consigo?» Homofobia

segunda-feira, maio 09, 2016 4 Comments
Como ser humano com sentimentos que sou, há certas coisas que me incomodam e a homofobia é uma delas. Esta temática foi abordada no programa de hoje, E se fosse consigo? e não consegui ficar indiferente.
Numa paragem de autocarro, três atores puseram as pessoas à prova. Um casal de rapazes de mãos dadas e uma mulher que os insultava por considerá-los uma aberração causaram algumas reações nas pessoas que por lá passavam. O que mais me chocou foi mesmo ter ouvido as opiniões da maior parte das pessoas. Eu sabia que tínhamos muitas pessoas preconceituosas no nosso país mas nunca pensei que fossem tantas. Havia quem dissesse que eles podiam fazer o que quisessem mas consideravam a homossexualidade uma doença. Sinceramente, para mim, a homossexualidade não é uma doença mas a homofobia é. Não consigo mesmo conter a minha indignação quando oiço coisas como "coitados, eles não têm culpa de ser assim, é uma doença" ou "oh filho, isso não tem cura?". É irritante e ao mesmo tempo agonizante. O mundo não evolui, as mentalidades não evoluem, nada evolui. Fiquei ainda mais indignada quando ouvi uma senhora dirigir-se a um dos supostos homossexuais e dizer "não ligues meu filho, vocês são dois rapazes bonitos. Qualquer dia separam-se e arranjam duas raparigas jeitosas". Mas porque é que as pessoas acham que a homossexualidade se resolve empurrando o homossexual para cima de alguém hetero? Aliás, porque é que as pessoas pensam que a homossexualidade tem de se resolver? Não tem. E não tem porque não é um problema. É uma orientação e cada um tem a sua. As pessoas deviam deixar-se desse vício terrível que é criticar tudo e todos. Como uma jovem referiu e muito bem "o amor é para todos" e não devemos julgar ninguém pela pessoa que escolheu amar. Até porque não se trata de uma escolha, o amor acontece sem que o possamos controlar. 
Não me canso nem tenho vergonha de dizer que tenho orgulho e admiração por pessoas que enfrentam esta sociedade idiota em que vivemos e não têm problemas em admitir o que são. Não faz sentido nenhum haver pessoas a esconderem-se de si mesmas e a não aceitarem-se como são só porque sabem que a sociedade as vai excluir. Porque não são elas que estão erradas, é a sociedade. Esta sociedade mesquinha que vê maldade em tudo. Que sente nojo e raiva de pessoas só porque elas amam pessoas do mesmo sexo. É ridículo e sufocante. Dói-me na alma que hajam pessoas que não dão uma oportunidade de conhecer alguém só porque esse alguém tem uma orientação sexual diferente da sua. Até pode ser uma pessoa fantástica, das melhores que existem mas nunca vai ser vista dessa forma porque ninguém se dá ao trabalho de interrogar-se sobre a sua personalidade porque partem do princípio que essa personalidade está definida na sua orientação sexual. Mas não está. E tenho pena que haja tanta gente a não pensar assim. Na minha opinião, não devíamos sequer rotular as pessoas. Para quê chamar "gay", "lésbica" ou "bissexual"? Para quê estes rótulos? Pessoas gostam de pessoas e pronto. Se todos pensássemos assim e não arranjássemos nomes para tudo o mundo, certamente, seria bem melhor e não haveria tanto preconceito. O amor dá-se entre pessoas e pessoas amam outras pessoas, ponto. Não é preciso dar nomes a homens que amam mulheres e mulheres que amam mulheres. Somos todos pessoas e todos amamos. O facto de eu gostar de homens não significa que sinta repulsa por mulheres que gostem de mulheres. É amor e o amor é bonito em todas as formas. 
Por isto mesmo, acho que devíamos lutar todos juntos para mudar mentalidades. Não ter medo de defender e ajudar aqueles que estão em situações de exclusão por parte da sociedade. Aceitar cada um como é porque somos todos seres humanos e todos merecemos as mesmas oportunidades.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

«E se fosse consigo?» Bullying

quarta-feira, maio 04, 2016 7 Comments
No post que fiz sobre o novo programa da SIC, E se fosse consigo?, uma leitora do blog sugeriu-me que fosse falando das temáticas abordadas em cada programa. Achei uma ideia super interessante porque considero que os temas abordados são da máxima importância porque nos alertam para vários problemas existentes na sociedade.
Assim, no terceiro programa, exibido na passada segunda-feira, o tema abordado foi o bullying. Confesso que, até agora, foi aquele que mais me marcou não só pelas reações das pessoas mas pelos testemunhos apresentados. Ouvir uma mãe falar do seu filho que se suicidou por ser vítima de bullying marcou-me de uma forma particular, sobretudo porque a direção da escola nunca alertou os pais do rapaz ou envolveu-se nesta questão por "medo". Por outro lado, o testemunho de jovens na casa dos dezasseis/dezassete anos deixaram-me completamente de rastos. A verdade é que achamos que sabemos tudo sobre bullying mas não sabemos. É sempre pior do que pensamos. Há jovens que passam por situações terríveis e inimagináveis, fazem queixa e não são ajudados porque "são coisas de crianças", ao ponto de crianças de dez, onze e doze anos tomarem anti-depressivos e medicamentos para se conseguirem aguentar e continuarem a estudar porque são muitos aqueles que não têm forças para continuar a sua vida. É incrível a capacidade que o ser humano tem de precisar de fazer alguém sentir-se inferior para se sentir melhor consigo mesmo. É uma dependência extrema do outro. É uma parvoíce total porque ao rebaixarmos os outros não estamos a ser superiores, muito pelo contrário, estamos a ser inferiores. Estamos a agir como animais selvagens tendo como diferença o facto de a natureza dos animais ser assim e a nossa poder ser uma opção nossa. Eu acredito que, quando nascemos, nascemos com duas faces: a boa e a má. Cabe-nos a nós mostrar e desenvolver aquela que queremos. Infelizmente, a maior parte das pessoas opta por escolher a face má e fazer coisas que não só as prejudicam a si próprias, como aos outros. E é isso que me revolta. Magoarmos pessoas inocentes, descarregarmos os nossos erros, falhas e frustrações nos outros. Há objetos próprios onde podemos descarregar a raiva. Os sacos de boxe foram feitos para isso mesmo, para serem pontapeados e agredidos. Se eles existem e servem para isto porque é que continuamos a escolher as pessoas? E digo "nós" porque já todos nós, em alguma altura da nossa vida, descarregámos as nossas frustrações em cima de alguém que não teve culpa nenhuma. 
A verdade é que, na minha opinião, o mundo e a sociedade só vão evoluir quando aprendermos a dar as mãos e a ajudar o outro. Ajudar a vítima de bullying mas também o agressor porque a vítima é quem mais sofre mas o agressor também precisa de ajuda. Ignorar estes casos é simplesmente ridículo porque os jovens que estão a ter "atitudes de criança" são os adultos do futuro. Aqueles que vão conviver com os nossos filhos, contribuir para o desenvolvimento (ou não) da sociedade e, sinceramente, não acredito que crianças com maus comportamentos que não sejam ajudadas consigam seguir um caminho bom. Porque elas escolheram a sua face má e cabe à família, aos amigos e aos educadores ajudá-las a encontrar o caminho certo onde fazer das outras crianças um saco de boxe não faz parte da lista de opções.

terça-feira, 26 de abril de 2016

«E se fosse consigo?»

terça-feira, abril 26, 2016 25 Comments

"E se fosse consigo?" é o nome da nova aposta da SIC para as noites de segunda-feira. 
Conceição Lino é a apresentadora que dá voz ao programa que pretende alertar-nos para os problemas da sociedade para os quais tantas vezes fechamos os olhos. 
O primeiro programa retratou o tema do racismo. Foram contratados três atores para representarem uma cena num café em que a filha ia apresentar ao pai o namorado de cor escura. O pai tem uma atitude completamente racista dizendo que ela não pode namorar com um rapaz de cor por não ser do mesmo "nível" que ela. Esta cena acarretou várias consequências para as pessoas que estavam a assistir a este suposto problema de família. Muitas mantiveram-se caladas e, apesar de não concordarem com esta atitude, não disseram nada. Outras não conseguiram controlar e mostraram-se completamente contra esta atitude do pai alegando que ele estava a ser racista.
Por sua vez, ontem, o segundo programa, abordou o tema da obesidade. Uma filha vai com a mãe a uma sessão grátis de exercício físico na praia e é humilhada pela mãe quando esta alega que ela não pode participar por ser gorda. Diz que se ia expor ao ridículo quando estivesse na praia em biquini a fazer exercício porque é demasiado gorda. Várias pessoas dizem à mãe que isso não é forma de falar com a filha e que ela tem todo o direito de fazer o que a faz feliz porque o seu tamanho não importo. Outras pessoas, mais uma vez, limitam-se a ouvir e a não se meter na conversa.
O próximo programa será sobre bullying e confesso que estou bastante ansiosa. Acho a ideia deste programa televisivo fantástica! Numa altura em que a televisão portuguesa está cheia de programas sem nexo nenhum em que assistimos a pessoas fechadas numa casa a ter comportamentos ridículos e a ganhar dinheiro fácil, este tipo de programas são extremamente importantes para "limpar" o panorama da televisão portuguesa porque tem um propósito. E esse propósito é mudar mentalidades, mostrar o quanto as pessoas sofrem por serem consideradas inferiores por motivos absurdos. Afinal, cada um é como é e não deve ser julgado só porque é diferente de nós. Todos somos diferentes e é isso que nos torna especiais.
Por isso, bato palmas à SIC e dou os parabéns à Conceição Lino por, mais uma vez, mostrar que é uma mulher brilhante!

Já viram o novo programa da SIC?
O que acham deste novo formato?

Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)