domingo, 31 de janeiro de 2016

Música da Semana #26

domingo, janeiro 31, 2016 8 Comments

Quando se acompanha uma banda há 5 anos é impossível não ficar emocionada com um vídeo destes. Parecendo que não, 5 anos é muito tempo. Em 5 anos já aconteceram milhares de coisas e estes 3 min resumem parte da minha vida nestes 5 anos. 
History, dos One Direction, é a música que mais tenho ouvido ultimamente e a que mais me toca atualmente. Porque eu nunca tive vergonha de assumir o quão gosto deles e, sem dúvida, durante todos estes anos foram muito mais do que uma simples banda para mim. Tornaram-se um refúgio em dias mais sombrios e solitários. Que venham mais e melhores anos! 


O que têm ouvido internautas?

sábado, 30 de janeiro de 2016

Sara Ribeiro: «Estou na música e estou para ficar.»

sábado, janeiro 30, 2016 14 Comments
Sara Ribeiro é uma jovem amante de música que, desde cedo, começou a cantarolar temas de algumas bandas que a inspiram até aos dias de hoje.
Aos 16 anos de idade, Sara já fazia parte de uma banda de originais, Perfect Mess, onde começou a explorar a sua veia criativa. Mas, aos 19 anos, mudou-se para Lisboa para estudar Design e a música passou automaticamente para segundo plano.
De 2008 a 2014 fez parte de uma banda de covers, os Glow, onde teve a oportunidade de explorar a sua maior paixão: o rock. Mas a sua primeira experiência no mundo televisivo surge em 2011 quando decide participar no programa A Voz De Portugal, na RTP1. Apesar de ter sido eliminada na fase das Batalhas, Sara não desistiu e, em 2013, influenciada pelo seu irmão e pelo seu companheiro, voltou à televisão desta vez num programa da SIC. Factor X mostrou ser um verdadeiro teste para a Sara enquanto cantora que se revela orgulhosa do seu percurso. Conseguiu chegar à sexta gala em direto e, a partir daí, nunca mais parou.

Nesta entrevista, Sara Ribeiro fala-nos da sua participação no programa televisivo assim como do seu amor pela música e do que podemos esperar dela no futuro.


Como surgiu o teu gosto pelo mundo da música?
O meu gosto pela música começou quando eu tinha quatro anos por influência do meu pai, que sempre ouviu muita música, e foi-se desenvolvendo ao longo dos anos. Aos 9 anos descobri a paixão por cantar e tive algumas aulas de formação musical e isso ajudou-me, de alguma forma, a descobrir o que é que eu gostava de fazer.

Encontras alguma relação entre design de interiores e a música?
Não existe nenhuma relação direta entre ambos. A única relação que existe entre essas duas coisas é mesmo ser a área das Artes. Eu sempre fui ligada à área das Artes, sempre estive ligada ao desenho e à música. Por isso, a única ligação que existe é aquela que eu faço, que consiste em conjugar as duas. Aos 18 anos fui para a faculdade, tirei o curso de Arquitetura e Design, na Faculdade de Arquitetura em Lisboa e estive muitos anos afastada da música. A Licenciatura foi de seis anos e, quando terminei o curso e comecei a trabalhar como designer de interiores, comecei a trabalhar na área da música de forma mais profissional. Desde então comecei a levar a coisa mais a sério na área da música mas sempre ligada ao rendimento do design de interiores que também gosto muito.

Então nunca pensaste seguir um curso só de música?
Eu nasci com a música em mim e fui desenvolvendo esse gosto como um hobbie e como uma paixão. De certa forma, vi sempre a música dessa forma e, hoje em dia, ainda a vejo assim. O que, por um lado, é mau porque trabalho na área da música e ela acaba por ser 80% da minha atividade profissional e a área do design 20% e há alturas em que é o oposto. Mas tento sempre manter o equilíbrio entre as duas e não deixar nem uma nem outra, porque eu gosto de ambas. Mas a verdade é que a música é mais importante para mim do que a minha formação profissional, digamos assim.

E como surgiu a ideia de participares no Factor X?
Participar no Factor X não foi ideia minha porque eu estava completamente dedicada à minha área profissional, trabalhava muito longe de casa e vivia para o trabalho. E a verdade é que o meu irmão e o meu companheiro juntaram-se e criaram um grupo secreto no facebook para me obrigar a ir ao Factor X . E esse grupo cresceu muito e eu inscrevi-me no programa. Inscreveres-te não significa que lá chegues porque existem muitas fases que as pessoas não vêem em casa, muitas fases que não passam na televisão e muitas fases de recrutamento, por assim dizer e, portanto, há um todo gigante de produção por detrás do programa. E, no fundo, é vestires a camisola e entregares-te àquilo. E como a Sónia disse a certa altura do programa, fui passando entre os pingos da chuva, de forma muito discreta, nunca quis evidenciar-me de forma alguma. Eu já canto profissionalmente desde 2007/2008 e não queria chegar lá e sair desiludida ou magoada com o programa e ter chegado aos diretos foi muita sorte porque, de certa forma, arrisquei e todas as cartas que tinha eu mostrei e tive sorte. Fui a única mulher na categoria de adultos que a Sónia teve. O meu objetivo era mostrar a minha veia rockeira e consegui!

Qual foi a atuação que mais te marcou?
Foi a atuação dos Foo Fighters, The Best Of You, que foi quando eu tive oportunidade de me libertar a 100% e de subir para o meio do público e aí senti “ok, foi para isto que cá vim, já posso ir embora descansada porque era este o meu objetivo”. O meu objetivo era mesmo mostrar que eu sou assim, é aquilo que gosto de fazer. Há pessoas que também gostaram muito de me ouvir cantar Tina Turner porque nunca me imaginei a cantar Tina Turner. Identifico-me também muito com Bon Jovi porque é das bandas que gosto mais. Mas Foo Fighters foi mesmo a atuação em que tive a oportunidade de mostrar a 100% a minha personalidade enquanto cantora rock. 

Gala 5- Factor X

E qual foi a fase mais difícil do programa?
Houve várias fases um bocadinho complicadas. Perdi algum peso porque, quer queiras quer não, acaba por te pesar muito a responsabilidade de estares em direto e de decorares as músicas em muito pouco tempo. As fases mais difíceis foram, provavelmente, o início –em que me dei a conhecer e tive aquele receio de me darem respostas negativas-, e a fase de ter saído e ter estado doente na semana anterior, que foi realmente difícil para mim. Mas não saí derrotada, muito pelo contrário, o programa trouxe-me muita coisa, acredita, mesmo muita coisa. Se acompanharem o meu percurso na minha página vão ver que, em breve, vão haver novidades. O Factor X trouxe muita coisa positiva para a minha vida e, felizmente, consegui explorar ainda mais a minha veia do rock e, cantar em nome próprio e a solo, é espetacular. A partir daí continuei sempre a cantar como “Sara Ribeiro”, estou envolvida num projeto de uma banda de originais que ainda não posso divulgar, e estou a trabalhar bastante com eles no sentido de promover mais o rock em Portugal. Eu costumo dizer que é 50% trabalho, 50% sorte porque nós sabemos muito bem que, num país tão pequeno, as pessoas estão habituadas àquelas pessoas e às vezes não olham tanto para o que é novo. Eu vou ser a voz da banda e espero que isso aconteça para breve.

Como referiste continuas ainda ligada à música e a tua vida mudou depois do Factor X. Que aspetos mudaram?
Todos os aspetos. Deixei de trabalhar em design de interiores a 100%. O ano de 2014 foi totalmente dedicado à música. Aproveitei o facto de ter saído do programa há pouco tempo. Mudou também o facto de, atualmente, eu trabalhar por conta própria como designer porque consigo fazer uma gestão melhor da música e do design. E voltei, de novo, ao design porque há coisas que não se podem mesmo largar. O rock é uma área da música em que, depois de sermos velhos, torna-se complicado termos a mesma postura em palco a cantar esse estilo e, de certa forma, por segurança, amor e por paixão não quero desperdiçar esse meu talento porque também gosto muito da área do design. Mas sim, o Factor X mudou muito a minha vida porque deixei o meu trabalho em prol do programa e em prol da minha carreira na música e, felizmente, surgiram muitas oportunidades na música graças ao programa.

Escreveste no teu facebook “Quando deixares de acreditar é porque deixou de valer a pena”. Já estiveste perto de deixar de acreditar?
Não. Nunca estive. E essa mensagem foi para algumas pessoas com quem trabalhei e para as pessoas que continuam a acompanhar-me e, a seguir a isso, eu escrevi que, enquanto houver pessoas que continuam a ajudar-me, essa mensagem será dirigida a essas pessoas que continuam a acompanhar-me mesmo depois de o programa ter terminado. E, de certa forma, quando deixar de acreditar é porque as coisas aconteceram da forma que tinham de acontecer e, neste momento, eu acredito e vou continuar a acreditar. Porque isso vai acontecer enquanto houver pessoas do nosso lado a apoiar-nos -estou a falar da minha família, do meu namorado, dos meus amigos e das pessoas que trabalham diretamente comigo-, pois o acreditar tem a ver com tudo isso. Essas pessoas acreditam juntamente comigo. Eu não estou sozinha.

Que mensagem pretendes transmitir às pessoas quando cantas?
Enquanto canto, a entrega é tão grande porque carrego no botão e estou num mundo completamente diferente. É como se estivesse no mundo da fantasia. Não há uma única música que eu cante e que não me esteja a arrepiar e aquilo que pretendo transmitir às pessoas é mesmo essa paixão e quero mesmo que essa mensagem chegue às pessoas através das minhas interpretações. Eu canto covers e espero que a mensagem, mesmo cantando músicas das outras pessoas, chegue às pessoas. Porque a música não é só cantar, é a linguagem corporal, são as expressões, é o olhar e o suor que me sai do corpo. A música é tudo isso. Primeiro é a minha paixão e só depois é o lucro. Se eu puder fazer isso todos os dias, eu faço.

Falaste dos covers. Tens uma banda de covers desde 2008. Que importância é que ele tem para ti e para o teu percurso musical?
A banda foi até à altura do Factor X porque depois eu decidi cantar em nome próprio. É importante falar dela porque eu sempre aprendi muito com eles e eles comigo, de certa forma, crescemos na música juntos. O mais importante para mim foi estar em frente às câmaras porque, como eu costumo dizer, eu posso não ter ganho o programa mas ganhei a confiança que eu precisava para encarar a música de forma mais séria porque eu não tinha essa consciência. Mas essa banda foi muito importante, na medida em que, aprendi muita coisa, tive aulas de canto para preservar a voz e havia técnicas que não tinha e não dominava e essa banda serviu para descobrir coisas em mim que ainda não sabia que tinha. Agora, quando chego ao palco, o que faço é deixar-me levar pela música.


Já nos deste algumas dicas de alguns projetos futuros. Mas onde é que te podemos encontrar? Muita gente lembra-se de ti mas não sabe se estás ou não ativa...
Estou ativa a 200%. As pessoas podem encontrar-me na página de facebook e no perfil pessoal. Estou como artista de música. Eu vou colocando sempre por onde ando e vou publicando sempre agradecimentos e os sítios onde vou estar. Continuo a cantar em bares, em festas da cidade, festas da aldeia e em eventos privados. Estou também a fazer parte de vários musicais, um deles é o Capas Negras, ligado à cidade de Coimbra. Eu tenho feito muita coisa mesmo, não estou desaparecida. Sei que o mais fácil é procurar na televisão mas a verdade é que tenho trabalhado muito na música. E em Janeiro/Fevereiro vou entrar em estúdio para gravar um álbum com uma banda de originais que não posso mesmo divulgar mas, em breve, darei notícias. Estou na música e estou para ficar. E, aliado a isso, só peço o apoio da minha família que, para mim, é o mais importante.



Terminada esta entrevista resta-me agradecer à Sara por toda a sua disponibilidade e simpatia mas, principalmente, por ter aceite responder às minhas questões.
Acompanhem o seu trabalho através das redes sociais (vou deixar os links aqui em baixo) e fiquem atentos porque, como a Sara prometeu, novidades estão para chegar em breve...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Aceita-a e ama-a mesmo com todos os seus devaneios.

sexta-feira, janeiro 29, 2016 13 Comments
Mulher é mulher mesmo com todos os seus devaneios, defeitos e contradições.
Não procures a mulher "ideal" para ti porque ela não existe. Ou se calhar até existe mas não da forma que tu pensas. A mulher ideal não é aquela que tem um emprego seguro, um bom carro, que cuida da casa e é uma excelente mãe. A mulher ideal é aquela que comete erros, é louca, faz cenas de ciúmes, põe o amor que sente por ti à frente de qualquer trabalho e escolhe-te a ti em todas as suas decisões. 
Não tentes procurar a mulher certa porque não a vais encontrar. No amor nada é certo. Ama, ama incondicionalmente sem pensar em mais nada. Esquece o futuro e vive o agora. Não tenhas medo de te envolver porque, se te entregares, ela não vai querer mais ninguém. Ela vai mostrar-se diferente quando está contigo, vai revelar uma mulher que ninguém mais conhece. Vai deixar de ser calma para passar a ser ousada. Vai deixar de dormir tanto tempo para poder passar mais horas a falar contigo ou simplesmente a imaginar um futuro a dois. Vai cometer loucuras, loucuras que nunca pensou cometer. Vai parar de dizer "nunca" porque vai perceber que contigo pode cometer as maiores loucuras e acreditar em coisas nas quais nunca acreditou. Vai chorar sem motivos, vai ter ciúmes sem razão, vai querer bater-te porque a vais irritar algumas vezes, vai ter medo de te perder e ficar insegura. Mas, mesmo assim, vai estar ali ao teu lado. E mesmo quando pensar em desistir vai arranjar forma de consertar e de lutar porque ela sabe que amor como o vosso não vai encontrar em mais lugar nenhum. 
Porque se souberes cuidar dela, ela vai saber cuidar de ti. Porque tu vais ser o seu fio condutor. Ela vai viver por ti e para ti. Vai amar-te como não ama mais ninguém e vai defender-te mesmo quando não mereceres. Por isso, aceita-a e ama-a mesmo com todos os seus devaneios. Porque são esses devaneios que te vão fazer feliz até ao resto da tua vida, ou até quando tu a deixares permanecer no teu coração.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Personalidade da Semana #14: Demi Lovato

quinta-feira, janeiro 28, 2016 15 Comments
Boa tarde internautas.
Cá estou eu, novamente a uma quinta-feira, para vos falar de mais alguém do mundo dos "famosos". Esta semana decidi trazer-vos a minha opinião a uma artista que todos vocês devem conhecer bem: Demi Lovato.


Demi Lovato é uma cantora, atriz e compositora norte-americana.
Aos 23 anos já conta com imensos trabalhos na área da representação assim como diversas premiações e indicações, seja em filmes, álbuns, singles e até mesmo no twitter visto que já foi eleita o "Twitter do Ano".

Pessoalmente, considero a Demi uma das artistas mais completas da atualidade. Embora nem toda a gente concorde, acho que tem uma voz fantástica e uma energia incrível. 
Faço parte da população feminina que morre de inveja (saudável ahah) desta mulher. Pela força, pela coragem, pela forma como lida com os problemas, pela voz, pelo sorriso, pelas performances e pela beleza, pela imensa beleza que esta mulher nutre. Na minha mais sincera opinião, é das artistas femininas que considero mais bonitas. E, sinceramente, acho que isso acaba por ser influenciado pela sua personalidade. Talvez porque tem uma personalidade tão encantadora que, ao tornar-se tão contagiante, a torna ainda mais bonita. E digamos a verdade, a Demi é a prova viva de que o sorriso de uma mulher se sobrepõe a tudo o resto, certo?


Confesso que esta minha admiração pela Demi não vem desde o início, muito pelo contrário. Em Camp Rock, quando a maior parte das pessoas começou a adorá-la, eu não simpatizada minimamente com ela. Talvez porque era a primeira vez que estava a contactar com ela e não a achava uma grande artista. Boa atriz, sim, mas não via nada "dela" quando ela interpretava uma música. Não me passava mensagem absolutamente nenhuma. Parecia tudo demasiado "forçado". Mas, mais tarde, e após ter visto algumas atuações suas ao vivo confesso que me apaixonei completamente. Agora sim, todas as palavras que ela canta me entram diretamente no coração. Sinto cada letra, cada melodia, cada nota. Ao ponto de conseguir chorar com algumas das suas letras porque, sem dúvida, transmitem força, luta, sentimento. 
Admito que a Demi já me fez ultrapassar fases bastante complicadas da minha vida. Porque a tenho como um exemplo de que, com força, tudo se supera. E talvez seja por isso que eu a admiro tanto. Por, através de um simples sorriso e músicas cheias de história, me fez encarar os problemas de outra forma. Por aquele "Stay Strong" dela, se ter tornado também o meu lema de vida. Obrigado Demi! Obrigado por tudo o que me transmites e por mostrares que a música tudo cura!



Gostam da Demi?
Deixem sugestões de mais personalidades sobre a qual gostariam que eu desse a minha opinião.



quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Opinião: «Neighbors»

quarta-feira, janeiro 27, 2016 8 Comments

Neighbors é um filme de comédia de 2014. Realizado por Nicholas Stoller e escrito por Andrew Cohen e Brendan O'Brien, o enredo conta com atores como Seth Rogen, Zac Efron, Rose Byrne e Dave Franco.


O que tenho a dizer sobre o filme? Não muita coisa, para falar a verdade. Faço parte da população que ficou curiosa por ver o filme pelo simples facto de o Zac Efron ser um dos protagonistas. O Zac é dos meus atores favoritos e vejo todos os filmes onde ele entra. 
A verdade é que, no princípio, este filme não me cativou nada e o único motivo pelo qual não desisti de o ver foi o desempenho do Zac (que é sempre magnífico em todos os filmes). E ainda bem que não o fiz. A meio do filme comecei a nutrir mais interesse porque o enredo começou a tornar-se mais percetível. 
Neighbors conta-nos duas histórias e faz um contraste entre elas. De um lado, um casal com uma filha bebé que começa a sentir o peso que a idade e o facto de ter um filho traz às suas vidas. Do outro, uma república universitária em que os jovens se tornam vizinhos deste casal. A convivência entre os vizinhos torna-se insuportável dada a diferença de idades e os diferentes estilos de vida de ambos. Por um lado, um casal que está constantemente cansado e a cuidar da sua bebé. Por outro, jovens que dão festas até amanhecer e que perturbam de formas variadas o casal que vive ali ao lado. Estas diferenças acabam por provocar o caos e o casal faz de tudo para que os jovens sejam expulsos dali e para que possam voltar à sua vida normal. Será que conseguem?
O filme não é dos melhores que já vi nem tão pouco está na minha lista de preferências. No entanto, acho que todos deveriam ver. Mostra bem o quão nós, jovens, vivemos a vida como se fossemos ser jovens para sempre e nos esquecemos que ao nosso lado há tantos casais adultos e que, daqui a uns anos, nós seremos como esse casal. Penso que o filme acaba por trazer uma lição a jovens e a pessoas mais velhas. Porque não somos só nós que temos de aprender com os mais velhos. Eles também devem aprender connosco. As diferentes gerações servem para se completarem umas às outras e, juntas, poderem tornar a vida ainda mais feliz.

Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)